8.1.21

Crônica diária

 Depredação do Capitólio

 Um dos efeitos trágicos de quem não vê TV há mais de trinta dias é a completa alienação. Imaginem vocês eu que lia quatro jornais diários, agora alienado deste jeito. A falta de interesse, ou apetite por informações e notícias decorre evidentemente da mediocridade das mesmas. Ontem estive viajando de Santa Catarina para São Paulo com três crianças pequenas, seis malas e três adultos, o que me consumiu todas as atenções do dia. Na manhã seguinte um magnífico texto da Sonia Zaghetto no Facebook, e outro curto, mas contundente do Rui Silvares, meu velho amigo lisboeta,  inteiraram-me do absurdo acontecimento do dia anterior, com a depredação do Capitólio, sede do Governo dos Estados Unidos da América. Comparados pela Sonia à morte do Senna, ao ataque às Torres Gêmeas, a Guerra do Golfo, e ao impeachment de dois presidentes brasileiros. Acontecimentos que tivemos a oportunidade histórica de assistir e acompanhar em tempo real. Este da depredação do Capitólio eu perdi. Perdi de assisti-lo, mas concordo com tudo que a Sonia escreveu a respeito. O absurdo da loucura do ataque interno à maior democracia do planeta. O mau exemplo às republicas de bananas, como o próprio ex-presidente republicano George Busch chamou. O perigo que corremos com maus exemplos. A fragilidade dos regimes democráticos. O uso da liberdade para corroe-la e destrui-la. O fanatismo exacerbado. Líderes que só pensam em si próprios e nos seus interesses familiares. E por fim o perigo do contágio de manifestações similares, mundo a fora. Não fosse bastante a pandemia que atingiu a todos no planeta, esse lamentável acontecimento pode gerar repercussões similares mundo a fora. 

PS- Depois dos textos citados, e do meu escrito, li na página do meu primo André Lunardelli uma postagem da Fernanda Mangotta, muito bem colocada. E dela extraí o paragrafo final:

"Os danos serão duradouros e não estarão limitados à vida acima da linha do Equador. Para essas horas vale o velho provérbio espanhol: “Crie corvos e eles te arrancarão os olhos”."
Fernanda Magnotta
COORDENADORA DO CURSO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DA FAAP

7.1.21

Crônica diária

 Premonição

 Já contei que tenho um blog ( https://1bloga.blogspot.com/) onde costumo homenagear amigos em vida. Também contei que a única imagem que registrei na praia de Tulum, no México, durante minha quarentena para entrar nos Estados Unidos, foi para um velho e querido amigo, Marcelo Aranha, que não chegou a vê-la, e faleceu dias depois. Esta semana fiz uma caricatura (que na Espanha chamam de "desenho animado") de outro amigo, e como três dias depois não tive nenhum comentário ou manifestação, fiquei temeroso. Espero que nada tenha acontecido com meu caro Boné.

 

6.1.21

Crônica diária

 Raquetinha

Essa noite de número 4 do ano de 2021 vou dedicar à raquetinha. Posso falar do jogo de raquete de madeira muito usada nas praias com uma bolinha de borracha. A raquete de ping-pong é um pouco menor e mais leve. Temos mesa desse esporte na fazenda, e minha mãe era boa nesse passa tempo. Lá na fazenda também tem quadro de tênis, que era o esporte do meu pai. Esse esporte também é praticado com raquete. E ainda é bom lembrar que "raclette", prato típico da Suíça, que não pode ser confundido com "raquette" de tênis ou outra modalidade. Mas a raquetinha a que me refiro  aqui é aquela que vendem nas esquinas das cidades, para matar pernilongos. O ano passado São Paulo sofreu um ataque extraordinário desses incômodos insetos. Aqui em Santa Catarina, minha casa de concreto, madeira, telhas e vidros é uma ilha cercada de bromélias por todos os lados, logo, paraíso dos pernilongos. E tenho na minha cama um cortinado contra o ataque sistemático desses desagradáveis e pequenos devoradores de sangue. O macho é silencioso, mas a fêmea zoa, antes de pousar, para um banquete sanguinário. No criado mudo tenho repelentes, mas procuro evitar por acreditar serem tóxicos. Mas a Paula minha mulher acha que o cortinado abafa a cama, e quando ela esta comigo na praia evito contrariá-la. Aí, a noite é um inferno. E nesta do quarto dia do ano recorri à terceira opção: raquete de choque contra insetos. Por falta de uso estava com a bateria fraca. Nenhum estalo a noite toda. Cheguei a trucidar uns dois ou três na porrada. Pela manhã fui obrigado a limpar a cena do crime, e manchas de sangue na parede branca. Meu sangue. E pedi para a Paula colocar na tomada a tal raquete. Como além de pernilongos, falta d´agua, nas temporadas, aqui temos maresia, e as tomadas enferrujam. Ao colocar os pinos da raquete na tomada ouço um forte estalo. E o pino da raquete em curto. Agora tenho certeza absoluta que estamos iniciando um novo ano.

 

5.1.21

Crônica diária

Música eterna

 

 Não é saudosismo nem preconceito mas uma constatação isenta e correta. Vou lhes falar de música, coisa que raramente me atrevo. Tenho uma enorme coleção de CDs, e ouço de preferência jaz, como na literatura prefiro o romance policial. No entanto não sou um Milton Ribeiro, jornalista de Porto Alegre que entende pra burro de música entre outras coisas. Não sou um Jo Nesbo, escritor e economista Norueguês que faz de seus personagens e livros grandes divulgadores da boa música. Mas ouvi ontem um dueto de dois monstros da guitarra, postados pelo mecenas Rainer Castello que denominou "O dueto dos sonhos" com ERIC CLAPTON & PETER FRAMPTON - "While My Guitar Gently Weeps" (HD). É impressionante como esses cabeças brancas, todos na casa dos setenta anos, continuam fazendo e executando a melhor música do planeta. Procurem ouvir e depois me digam.

4.1.21

Crônica diária

 

Brincando com os netos

As novas gerações, especialmente esta digital que nasce sabendo usar um monte de coisa que não sei nem o nome, muito menos opera-las, ou delas tirar toda a modernidade que vem embutida. Eu não possuo um aparelho celular. Tenho um pequeno telefone de bolso com teclado compatível com o tamanho dos meus dedos. Mas nossos netinhos de três a seis anos dão aula nos seus iPad e brinquedos eletrônicos. Um aparelho telefônico daqueles com disco e que eram de baquelite pretos eles não tem a menor ideia do que seja e como funcionava. Pipa de papel e linha também foram substituídas por drones. Esses ainda são os pais que operam e fazem eles correrem pelo gramado na tentativa de apanha-los no ar. Quanta modernidade, e que alegria vê-los catando conchas na praia e brincando com coisas que eu conheço e também brinquei.

3.1.21

Crônica diária

 Notícias da Itália

 Tenho um amigo e líder de nossa família em Veneza, na Itália, chamado Antonio Lunardelli. Dele recebi este comentário sobre minha crônica de fim de ano. Não posso estar mais de acôrdo com ele, e com o ditado italiano " duros os bancos", em tradução literal.

"Como culpar, Eduardo, pela análise que você fez e na esperança que você a coloca em um futuro iminente. Infelizmente, a pandemia foi politizada onde imediatamente havia três lados: 1) Os governadores, que de acordo com seu posicionamento político, ditaram as regras de contenção e superação de Covid-19 (a maioria dos políticos de direita professava negação); 2) Os oponentes que imediatamente se posicionaram contra os governantes, propondo diferentes regulamentos; 3) Os circlebottisti que estiveram aqui, mas também lá ou não se expressaram. A história nos ensina que nas pandemias, como nas tempestades marítimas, é possível sair com menos danos se todos estiverem remando do mesmo lado. Infelizmente, agora a vacina, para completar todo o ciclo de imunização de todos os cidadãos, entrará em operação no final de 2021. Mesmo que os planos nacionais de vacinação (os mais impressionantes da história) tenham sido preparados com importantes forças-tarefa seus tempos de implementação e na Itália espera-se concluir o trabalho até setembro próximo. No entanto, continuamos confiantes na esperança de que a curva de infectados caia significativamente e que muitas vidas humanas possam ser salvas. Desejo a todos um 2021 de paz e boa saúde. Como se costuma dizer em Veneza: "duros os bancos".


 

2.1.21

Crônica diária

 Boca torta

 

 Dizem que o o hábito de fumar o cachimbo é que entorta a boca. Com o cronista diário não é diferente, de tanto apontar erros, falhas, defeitos não seria no primeiro dia do ano novo que um pequeno acidente não fosse o tema da crônica. Passamos uns cinco dias completamente com a caixa  de água vazia por falta de pressão e racionamento da fornecedora municipal aqui em Ibiraquera, no município de Imbituba, em Santa Catarina. A falta desse líquido precioso não é raro, mas sempre nos momentos de mais necessidade. Casas de moradores e de veraneio cheias por conta das festas de fim de ano. No carnaval também costuma acontecer. É como o transito, nunca as cidades estão preparadas para essas ocasiões de muito fluxo. Congestionamentos gigantescos. Trajetos que de costume levam trinta minutos passam a levar hora e meia. Voltando para a falta de água, o consolo, pensava eu, era o valor da conta no fim desse mês. Mas ao amanhecer dia primeiro do ano, encontramos a casa alagada. Havia um palmo de água no piso. Durante o período de água sem pressão, colocamos uma mangueira na torneira do jardim, no nível da rua, e passamos pela janela da cozinha para encher baldes e usar na limpeza da cozinha. Acontece que ninguém previu que a pressão voltaria na madrugada desse primeiro dia, e com a força estourou a ponta da mangueira inundando a casa. Armários de madeira, móveis estofados, portas pés de cadeira e mesa submersos. E para completar o probleminha virá uma conta enorme pelo consumo e fornecimento irregular  do produto. Essa foi a primeira prova de que a vida continua neste ano novo, como em todos os outros passados e vindouros.

1.1.21

Crônica diária

 Acabou

 Finalmente 2020 acabou. Um ano que passará para a história como um dos piores anos do século. A pandemia da Covid 19 e todos os efeitos desse vírus causou um desastre sanitário, hospitalar, econômico, financeiro e político no planeta. Famílias atingidas de forma drástica e definitiva. Perderam seus entes queridos sem poder vela-los ao serem apressadamente enterrados dentro do isolamento social. Comercio e indústria  e todos os serviços não essenciais foram prejudicados, alguns de forma definitiva. A consequência se fez notar imediatamente nas bolsas e mercado financeiro do mundo todo. Nas economias dos países que tiveram que investir em hospitais de emergência, e ajuda financeira aos desassistidos. A corrupção endêmica grassou nessa liberação extraordinária de recursos. Sobre faturamento e desvio criminoso e hediondo de dinheiro da saúde. E finalmente a busca desesperada por uma vacina. Os projetos e visões estrábicas de alguns governantes ajudou a agravar as consequências do vírus mortal.  As ideologias entraram em conflito e vacinas dos países comunistas versus compradores do resto do mundo. Versões criminosamente falsas induzindo a população a não se imunizar contra o vírus. Vale dizer decretar mortes por antecedência. Um ano trágico que finalmente acabou. A vacina de vários laboratórios de vários países entrará em ação logo no início de 2021, o que desde já nos da a segurança de que será um ano muito melhor do que este que acabou. 

31.12.20

Crônica diária

 Casa cheia 


Lembro de quando éramos criança e passávamos férias na fazenda ou no apartamento do nosso avô, no Guarujá. Essas memórias infantis é que me nutrem nesta fase da vida onde o avô sou eu. Estou de casa cheia, de filhos, amigos dos filhos e MUITA criança. Para eles uns dias à beira do mar, gozando as delícias da areia da praia, do sol, do balanço, no vasto gramado, será inesquecível. O convívio de primos e amiguinhos ficará na memória, como anos bons de nossas vidas. A falta de água no bairro, por conta da temporada de fim de ano, não os afeta. A reposição de coca cola, suco e frutas, para eles, é uma coisa que acontece como passe de mágica das varinhas da princesa. A casa que durante todo o ano tem tudo num silêncio mortal, esses dias de festa e férias de fim de ano vira uma bagunça cinematográfica. Criança é uma alegria, mas sinônimo de desordem e confusão. Na saída uma constante, sobram maiôs, havaianas, de todos os tamanhos, e muitas vezes com pés trocados. Depois de dez dias dessa confusão de casa cheia de criança, a volta ao silêncio e paz, tem uns onze meses para se recuperar. O ano que vem terá mais, e eles nunca com a mesma idade, e apesar da mesma bagunça, as demandas vão se modificando, e a graça também. Adolescente é um  porre. 

30.12.20

Crônica diária

 Viagem com criança

Viajar de avião para poupar as crianças de 800 quilômetros de estrada tem suas vantagens, e desvantagens. Entre as vantagens esta o tempo de duração da tortura. Costumam maldosamente chamar uma pessoa chata de "mala", para expressar, com essa comparação, a dificuldade que se tem de aguenta-la. Crianças a bordo são mochilas. Mas dão o mesmo trabalho. Mas com o trabalho inversamente proporcional ao tamanho. Quanto menores mais trabalho. Tem a dor no ouvido, o choro que nenhum outro passageiro desejava ouvir durante o voo, e o desconforto dos pais ou avós responsáveis. Porém a viagem de carro ou ônibus a criança no momento que entra no veículo começa a perguntar quanto tempo falta para chegar. No avião, em percursos rápidos o transtorno é conseguir dar conta de todas as malas, sacolas, carrinhos de bebê, cadeirinha para o automóvel no destino, a gaiola do cãozinho, e dar as mãos para os pequenos que não são de colo. Aeroporto é lugar de se perder malas e crianças. Mas a nossa viagem ontem foi um sucesso. 

29.12.20

Crônica diária

 

Dieta para o cérebro 

Tenho grande dificuldade de me desfazer das minhas coisas. Sou do tempo que as coisas eram feitas para durar, e quando, eventualmente quebravam, tinham conserto.  Por uma fatalidade os dois aparelhos de TV deixaram de funcionar ao mesmo tempo. Não posso dizer que de repente, pois ambas vinham apresentado lentamente sinais de senilidade, ainda que eu os considerasse precoce. Ambas sem conserto.  Fiquei sem ver e ouvir TV durante vinte e tantos dias, e faz uma semana que não pego num livro, por falta de tempo, e até de disposição. Estou fazendo uma dieta cerebral. Um tempo sabático. Abstinência intelectual. Nenhuma informação nova, pelo menos do mundo da política e da Covid 19. Nenhum esforço mental, de memória ou criatividade. Um limbo, entre a realidade e o inferno. O céu não existe.

28.12.20

Crônica diária

 Os 300 de Esparta

 Meus livros de crônicas, em número de oito até o momento, contem sempre 300 crônicas. A razão não contem nenhum número cabalístico, ou qualquer outro mistério, quando publiquei o primeiro em 2013 sob o título "Agudas e crônicas" tinha 300 prontas, e não adiantaria aguardar mais 65 dias, e crônicas correspondentes, porque não daria um ano de janeiro a dezembro. Depois os outros seguiram a mesma ordem, e ficou uma praxe, 300 crônicas por livro. Mas minha querida escritora, intelectual e artista plástica Mria Tomaselli queria saber se tinha alguma coisa a ver com "Os 300 de Esparta"? Aí quem ficou em dúvida fui eu. O que seria 300 de Esparta? O Google, santo Google, pai e mãe dos ignorantes, me esclareceu: "

300 é uma série de história em quadrinhos de 1998, publicada originalmente em cinco edições pela editora Dark Horse Comics, sendo publicada no Brasil pela Editora Abril utilizando o mesmo formato, sob o título Os 300 de Esparta. 300 foi particularmente inspirado pelo filme de 1962 "Os 300 de Esparta", um filme que Miller assistiu quando criança.[1] A história tem roteiro, desenho e arte-final de Frank Miller e foi pintada por Lynn Varley. Foi vencedora do Eisner Awards em 1999, na categoria "Melhor Minissérie".[2] Em 2006 a Dark Horse tinha planos de relançar 300 num único volume, no formato horizontal (widescreen) tal e qual a obra foi planejada para ser publicada mas tal não foi possível. No Brasil foi reeditada pela Devir. A Graphic Novel descreve a Batalha das Termópilas, ocorrida em 480 a.C., quando 300 guerreiros espartanos comandados pelo Rei Leónidas lutaram até à morte para refrear o avanço do exército persa do Xerxes I no território grego. O combate atingiu o status de lenda, face à enorme desproporção entre as forças espartanas e persas. Em 2007 estreou nos cinemas o filme 300, baseado nesta Graphic Novel. 

Nada disso, minha querida Tomaselli, 300 crônicas porque eram as que eu tinha no momento. 

 

27.12.20

Crônica diária

 Baru

 Para suas festas familiares e com todas as restrições que a pandemia exige,  vou recomendar uma castanha, que pode ser colocada  na salada, no pernil,  na farofa, ou como aperitivo, no lugar do amendoim, ou castanha de caju, desde que tomem cuidado com o dentes. Seu nome é baru. Também popularmente conhecida por cumbaru; cumaru; coco-feijão, e é o fruto de uma planta da família botânica: Leguminosae - Papilionoideae, cuja origem é da mata e cerrado do Brasil Central. Parece uma semente de azeitona. Seu sabor lembra o amendoim e castanha de caju. Muito rica em proteína. Da um ar exótico e bem brasileiro na sua refeição. 

Ricardo Blath e sua postagem

 

... tenho um Grande AMIGO, que chamo de Mestre, que distribui seu tempo entre São Paulo e Ibiraquera, aqui na Grande Garopaba
... em 2008, meu Amigo Eduardo começou um blog, existente até hoje, onde escolhia “Vítimas” que desenhava e postava ... fui uma das suas primeiras “vítimas” e creio que este seu desenho seja uma raridade, por ser colorido e de corpo inteiro
.... hoje
Eduardo Penteado Lunardelli
tem em seu currículo, bem mais de mil celebridades e amigos caricaturados por ele
.... é de fatos assim que acredito, que a vida de privilegiados, como eu, se nutre de prazeres e emoções...!

AS POSTAGENS ANTERIORES ESTÃO NO ARQUIVO AÍ NO LADINHO >>>>>

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