16.1.18
Crônica diária
Sanduíche
Ontem quando discorri sobre minhas birras, citei a implicância com os que titulam sanduíche como lanche. Lanche é uma refeição leve a qualquer hora do dia, inclusive um bom e saboroso sanduíche. As sanduicherias é que são lanchonetes. E nelas além de sanduíches se pode encontrar coxinhas, pasteis, pão de queijo, joelho, sucos, refrigerantes e café. Mas nada supera um bom sanduíche. Os pães podem e devem variar de acordo com o recheio. O cachorro quente tem pão macio, salsicha, e batata palha. O Bauru tem carne, queijo, ovo, alface e tomate no pão francês. A ciabatta com ou sem gergelim podem conter um pouco de tudo, a saber: carne moída, rosbife, a milanesa, carne de porco ou de frango, queijo (de várias qualidades), presunto ( cru ou cozido) , mortadela (com ou sem pistache), alface, rúcula, tomate, ovo, pepino em conserva, pimenta dedo de moça, e o que mais quiserem. Molhos variados. E um sanduíche maravilhoso, comum na Itália, que aprendi a comê-lo quando estudava no Dante Alighieri, é pão francês com chocolate de ovo de páscoa. Chocolate fino. Amargo. Antes de critica-lo, provem. Depois me digam.
Ontem quando discorri sobre minhas birras, citei a implicância com os que titulam sanduíche como lanche. Lanche é uma refeição leve a qualquer hora do dia, inclusive um bom e saboroso sanduíche. As sanduicherias é que são lanchonetes. E nelas além de sanduíches se pode encontrar coxinhas, pasteis, pão de queijo, joelho, sucos, refrigerantes e café. Mas nada supera um bom sanduíche. Os pães podem e devem variar de acordo com o recheio. O cachorro quente tem pão macio, salsicha, e batata palha. O Bauru tem carne, queijo, ovo, alface e tomate no pão francês. A ciabatta com ou sem gergelim podem conter um pouco de tudo, a saber: carne moída, rosbife, a milanesa, carne de porco ou de frango, queijo (de várias qualidades), presunto ( cru ou cozido) , mortadela (com ou sem pistache), alface, rúcula, tomate, ovo, pepino em conserva, pimenta dedo de moça, e o que mais quiserem. Molhos variados. E um sanduíche maravilhoso, comum na Itália, que aprendi a comê-lo quando estudava no Dante Alighieri, é pão francês com chocolate de ovo de páscoa. Chocolate fino. Amargo. Antes de critica-lo, provem. Depois me digam.
Comentários que valem um post
João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
Não posso estar mais de acordo consigo, Eduardo !
Assino por baixo, logicamente.
Postado por João Menéres no blog . em segunda-feira, 15 de janeiro de 2018 07:43:00 BRST
Não posso estar mais de acordo consigo, Eduardo !
Assino por baixo, logicamente.
Postado por João Menéres no blog . em segunda-feira, 15 de janeiro de 2018 07:43:00 BRST
15.1.18
Crônica diária
Minhas birras
Segundo o dicionário: birra - substantivo feminino
- 1.ato ou disposição de insistir obstinadamente em um comportamento ou de não mudar de ideia ou opinião; teima, teimosia.
- 2.sentimento ou demonstração de aversão ou antipatia, especialmente quando renitente e motivado por algum capricho, paixão ou suscetibilidade; implicância, má vontade
E eu as tenho. Detesto gente que fala e (pior) escreve fazendo graça. O tipo "piadista" o tempo todo. Aquele que se tem como engraçado e se vê na obrigação de não desapontar o interlocutor ou seu leitor. Muitos se creem herdeiros do Millôr, do Stanislaw Ponte Preta, do Jô Soares, do Luis Fernando Veríssimo, ou do Wood Allen. São tolos, bregas, chatíssimos.Não tolero gente que fala e (pior) escreve me tratando de "cara", como seu leitor ou interlocutor. Nem os que chamam as empregadas domésticas de "secretárias". É um grave desprestígio para a classe das secretárias. Sou, portanto, completamente contra essa babaquice de "politicamente correto". E não me venham dizer "janta" no lugar do correto jantar. Nem "sertanejo" no lugar de "caipira". Muito menos "esposo" ou "esposa" no lugar de meu marido ou minha mulher. Intolerável ouvir ou (pior) ler "niver" no lugar de aniversário, e "ex" referindo-se ao ex-marido, ou ex-mulher. Diga o nome da pessoa e não esse execrável "ex". Eles não merecem esse desprezo irônico só porque foram infiéis ou putas. Não gosto quando chamam sanduíche de "lanche". Ando implicando também com o leitor que vive procurando Wally. Isso mesmo. Não leem para se informar, rir, ou pensar, querem é achar um erro de grafia, concordância ou sintaxe. Estão sempre procurando Wally, ou a falta de uma vírgula ou crase. E fazem questão de corrigir o autor exibindo sua prenda publicamente. Detesto quando a pessoa liga por telefone e não se identifica de pronto. Acha que tenho obrigação de reconhecer a voz pelo simples "alò". Ou que meu telefone tenha o nome e número do chamada. E muito pior os que tentam me fazer adivinhar. Gente com quem não falo há anos. São birras que me tiram do sério. Não aguento mais ouvir ou (pior) ler arengas, sempre mal humoradas, de pessoas tristonhas da esquerda burra, repetitiva, revanchista, apátrida, e cínica do Brasil. Pronto. Hoje desopilei meu fígado.
PS- Depois de ter lido "Nem vem" da escritora Lydia Davis acho que poderia substituir a palavra "birra" por "idiossincrasia". Ela e eu, temos em comum.
14.1.18
Parecem as minhas MONTANHAS
Adrian Bradshaw / EFE
Montañas de otro mundo. La región kárstica alrededor de Yangshuo, en la China meridional.
Aproveito a oportunidade para convidar aos meus leitores visitarem um dos meus primeiros blogs só de imagens que foi o baleiafranca.blogspot.com
Vale a pena reve-lo
Montañas de otro mundo. La región kárstica alrededor de Yangshuo, en la China meridional.
Aproveito a oportunidade para convidar aos meus leitores visitarem um dos meus primeiros blogs só de imagens que foi o baleiafranca.blogspot.com
Vale a pena reve-lo
Crônica diária
John Kennedy Toole
Volto a escrever sobre o autor de um dos dez melhores livros que já li:
"Uma confraria de tolos". Sua história pessoal é incrível. Aos dezesseis
anos, ao terminar a escola secundária, escreveu uma novela chamada "A bíblia de neon". Ela só foi publicada postumamente, anos depois do
fabuloso "Uma confraria de tolos", que por sua vez também só conseguiu um
editor após sua trágica morte. Aos trinta e dois anos colocou u´a
mangueira no escapamento do carro e a outra ponta entre o vidro e a
porta do automóvel. Morreu envenenado, sem conseguir um editor. Sua mãe
levou anos para conseguir quem quisesse lançar o livro que ganharia o
prêmio Pulitzer, e centena de edições em dezena
de línguas em todo o mundo. A mãe mais tarde descobre os originais da
novela juvenil "A bíblia de neon", não traduzida e não publicada no
Brasil. Tenho em mãos um exemplar de 1989, ano em que foi publicado nos
Estados Unidos, e traduzido para o espanhol, e editado em Barcelona.
Precocemente Toole já demonstrava seu estilo. Com extraordinária
imaginação onde já se percebe o tom irônico e sátiro presentes na "Uma
confraria de tolos".
Comentários que valem um post
olavo moraes barros neto deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Olavo Moraes Barros Neto":
Sem falsa modéstia, é prazeroso ter uma criação "foto" ser publicada.
Mais ainda, ter a grata surpresa de ler um pensamento "próprio" fixado na contra capa em uma de suas obras.
Postado por olavo moraes barros neto no blog . em sábado, 13 de janeiro de 2018 11:42:00 BRST
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13.1.18
Olavo Moraes Barros Neto
Enviou esta foto com o seguinte texto:
"Por motivos outros, pouco tenho saído da toca. Só em ocasiões inadiáveis. Hoje foi uma.
Rompendo
com *meu ócio "mesmo estando de férias permanentes " atualizei minha
biblioteca. Com muita curiosidade, as horas passarão a ser
amenas,alegres deixando meu imaginário voar mais alto.
Obrigado Amigo. " Olavo
Quem agradece a foto sou eu.
Crônica diária
Alho, bobo e trouxa
Em 12 de dezembro de 2014, portanto três anos atrás, o número de
leitores desta página era muito menor. E nesse dia escrevi como foi
cunhada a frase: "Frango sem alho não rola". Maravilhosa expressão dita
por uma analfabeta de forno e fogão. Essa é uma das características do
povo brasileiro. Inculto, mas esperto. Bem humorado, já foi mais. E por
que voltei ao assunto? Porque estão fritando alguma coisa com alho na
cozinha. São quase uma da tarde, e esse cheirinho é uma delícia. Mas
olho pela janela e chove fininho, a tal garoa paulistana. Aí me remeto
ao dia 6 de novembro de 2016, quando publiquei outra frase ouvida nas
dependências da minha casa:"...chuva de molhar bobo". E essa usei
recentemente, trocando o bobo por "trouxa", para variar.
Crônica do Alvaro Abreu
Casório nas montanhas
Vencidas as festas de Natal e de passagem de ano, foi a vez de celebrar o casamento de meu filho Bento com Dani, que me chama de soôgro, pais dos meus netos Manu, Theo e Gabriel. As festividades aconteceram durante esse último fim de semana, em um hotel fazenda na região de Pedra Azul. As famílias e os vinte pares de padrinhos dos noivos chegaram na sexta-feira, para a abertura das comemorações em alegre jantar de boas vindas. Os demais convidados, perto de duzentos, chegaram no sábado, a tempo de aproveitar o fim de tarde no gramado à beira de um lago de águas espelhadas, onde um pequeno coreto havia sido montado diante de cadeiras enfileiradas. Gente querida vinda de muitos lugares, a maioria na faixa dos 30 anos: amigos de infância, vizinhos de convívio intenso com o casal em Fradinhos, colegas de escola e de palcos iluminados, parceiros da criação artística em bandas de rock, em ilhas de montagem, em estúdios de gravações, na produção de shows, em sets de filmagens e muito mais.
Vistos de longe, pareciam membros efetivos de uma animada turma de irmãos da vida toda, uma verdadeira brodagem, como dizem. Homens usando paletó esporte e belas jovens senhoras em vestido longo em tons pastéis que, perfumados e radiantes por estarem ali, se cumprimentavam efusivamente. Dava pra ver que todos estavam sob ótimas expectativas de viver uma noitada sensacional, sem hora pra acabar. Muitos trouxeram filhos pequenos, por saberem que seriam cuidados enquanto durasse a festa.
Durante a solenidade, depois de ouvir atentamente palavras proferidas pelo maridão, que fizeram chorar alguns marmanjos e muitas mulheres, a noiva contou que aquele era um típico caso de amor à primeira vista, acontecido em uma noite em que os dois estavam tocando em bares vizinhos, a quinze anos atrás. Após a confirmação dos votos, os noivos, vivamente emocionados, desfilaram sob aplausos entusiasmados dos amigos queridos, dando por encerrado um longo e bem sucedido test drive matrimonial, plenamente fortalecidos para tocar a vida lá em São Paulo.
Vitória, 10 de janeiro de 2018
Alvaro Abreu
Escrita para A GAZETA
12.1.18
Crônica diária
Sou um conservador
Ganhei do meu filho um celular novo. Só a marca é diferente do meu Nokia. Agora é um Samsung, exatamente igual ao velho. Foi só trocar os chips e funcionou. Claro que eu não sei fazer, e quem fez foi o Caio. Ele de novas e velhas tecnologias entende tudo. Depois configurou. Só não conseguiu colocar uma campainha com som normal e audível. Detesto esses sons alternativos. Ando meio surdo. A campainha tem que estar no máximo do volume. Aquela que não deve soar em missa, peça de teatro ou sala de cinema. Mas esses três ambientes tenho frequentado pouco. E quando vou desligo. Mas a minha mulher conseguiu encontrar o jeito de ajustar o som. Antes que perguntem, informo que não veio catálogo. Hoje em dia basta o "menu", no próprio, para quem entende. Depois foi uma nova luta para carregar a bateria. O antigo carregava em duas horas. Este novo esta a mais de cinco horas na tomada...e nada. Vamos ver quanto tempo leva. E se vai informar, como informava o antigo, que a bateria esta carregada. Tudo isso dá motivo para uma crônica. E mais uma vez concluo que sou um conservador. Não fosse presente de filho, e um modelo exatamente igual ao meu antigo, não trocaria por um novo, só pelo trabalho que dá. Carro é a mesma coisa. Só troco quando não dá mais. De preferência pela mesma marca, modelo e cor, só o ano de fabricação que muda. E mesmo assim, vem completamente diferentes. Onde esta a alavanca que regula o banco? Onde esta o botão que abre o porta-malas? Onde fica o liberador da tampa do combustível? Mas no caso dos carros ainda vem com manual.
Ganhei do meu filho um celular novo. Só a marca é diferente do meu Nokia. Agora é um Samsung, exatamente igual ao velho. Foi só trocar os chips e funcionou. Claro que eu não sei fazer, e quem fez foi o Caio. Ele de novas e velhas tecnologias entende tudo. Depois configurou. Só não conseguiu colocar uma campainha com som normal e audível. Detesto esses sons alternativos. Ando meio surdo. A campainha tem que estar no máximo do volume. Aquela que não deve soar em missa, peça de teatro ou sala de cinema. Mas esses três ambientes tenho frequentado pouco. E quando vou desligo. Mas a minha mulher conseguiu encontrar o jeito de ajustar o som. Antes que perguntem, informo que não veio catálogo. Hoje em dia basta o "menu", no próprio, para quem entende. Depois foi uma nova luta para carregar a bateria. O antigo carregava em duas horas. Este novo esta a mais de cinco horas na tomada...e nada. Vamos ver quanto tempo leva. E se vai informar, como informava o antigo, que a bateria esta carregada. Tudo isso dá motivo para uma crônica. E mais uma vez concluo que sou um conservador. Não fosse presente de filho, e um modelo exatamente igual ao meu antigo, não trocaria por um novo, só pelo trabalho que dá. Carro é a mesma coisa. Só troco quando não dá mais. De preferência pela mesma marca, modelo e cor, só o ano de fabricação que muda. E mesmo assim, vem completamente diferentes. Onde esta a alavanca que regula o banco? Onde esta o botão que abre o porta-malas? Onde fica o liberador da tampa do combustível? Mas no caso dos carros ainda vem com manual.
11.1.18
Crônica diária
No tempo de escola não conta
Leonardo por telefone, reclamou que cito com muita frequência o Ruy
Castro. É verdade. Mas justifico-me dizendo que uma das razões é que sou
leitor assíduo do cronista, jornalista, e escritor mineiro ipanemado
desde muito pequeno. Saiu de Minas sem conhecer uma vaca. Foi faze-lo
num hall de hotel em Ipanema. Já era adulto e namorava a Heloisa Seixa
que testemunhou o encontro. E foi a primeira e ultima vaca que diz ter
visto na vida. Rubem Braga, que o Leonardo reclama que também cito
muito, nunca quis ser conde. Digo, também, porque o Ruy não queria ser
príncipe. Tem a mesma idade do Charles da Inglaterra, e vem acompanhando
a vida do herdeiro do trono que pelo jeito nunca nele sentará. E não
inveja o "jaburu maternal" Camilla, sua mulher. Mas o Leonardo ainda
lembra minhas muitas citações do Nelson Rodrigues que citava, por sua
vez, Aloysio Salles, advogado, grã-fino e boêmio carioca que dizia "O
homem só gosta do que comeu em criança". E para finalizar o Leonardo,
brincando evidentemente, me pede para voltar a contar a frase do boêmio e
empresário paulista Américo Marques da Costa (o pai), que ao dizer que
"No tempo de escola não conta", dava uma sonora e gostosa gargalhada. A
que se referia o Américão? A qualquer insinuação de que naquele tempo os
garotos de calça curta passavam a mão na bunda dos colegas. "No tempo
de escola não conta." Hoje chama bullying.
PS-
"Ipanemado" é uma licença poética em homenagem ao Guimarães Rosa, que li
aos dezoito anos, por sugestão do meu professor de Português, em
Cataguases, Prof. Gradin. Na época e sob forte influência do Rosa,
escrevi numa redação "jumengar", andar de jumento, evidentemente, e fui
repreendido.
Comentários que valem um post
João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Piacaba, grifada em amarelo":
Agora sim. Aqui se vê todo o paraíso onde se situa a Piacaba, onde mora esse insuperável Eduardo !
E até se vê a barra aberta por onde o mar entra, por vezes, na lagoa.
Postado por João Menéres no blog . em quarta-feira, 10 de janeiro de 2018 07:47:00 BRST
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10.1.18
Crônica diária
A sorte é lançada a todo instante
Ontem fui conhecer o filho de uma amiga. Esta com cinco dias de vida.
Uma coisa maravilhosa a natureza. Perfeitinho. Como foi cesariana a
criança nem deformada fica. Dormia na santa paz. Para mamar deu um
trabalhão para acordar. As mamadas devem ser regulares e com as horas
certas. Determinação da pediatra. Ele reclama, reluta e depois de
deixa-lo completamente nu, acorda de mau humor e mama. Mama e volta a
dormir. Um santo. Matéria prima virgem para vir a ser qualquer coisa na
vida. Um novo, ou talvez até melhor, Einstein. Um outro Michelangelo ou
Picasso. Um indivíduo com educação de príncipe inglês. Um João XXIII ou
um samurai. Pode vir a ser um Marcello Mastroianni ou Godard. Ou quem
sabe um Steve Jobs ou Luciano Pavarotti. Tudo depende do DNA e da
educação que receber. Das duas coisas e de muita sorte. Mas tudo, a
partir de agora é possível. É massa virgem para ser modelada a critério
dos pais, do meio, e da sorte. De muita sorte. A maioria, quase absoluta
dos casos, nem o DNA, nem a capacidade e meios dos pais, e nem a sorte
conjugam esforços para dar certo. É uma pena. A chance, a natureza
oferece a cada instante. Cabe a nós humanos aproveita-la da melhor
maneira possível.
Comentários que valem um post
João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
Os seus TEXTÍCULOS são excelentes nacos de leitura.
Postado por João Menéres no blog . em terça-feira, 9 de janeiro de 2018 12:52:00 BRST
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Gaspar de Jesus deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Três imagens de beira mar":
A 1ª Foto é muito boa!
Parabéns Eduardo.
Postado por Gaspar de Jesus no blog . em terça-feira, 9 de janeiro de 2018 16:03:00 BRST
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9.1.18
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Falaram do Varal:
"...o Varal de Ideias é uma referência de como um blog deve ser ." Agnnes
(Caminhos e Atalhos, no mundo dos blogs)..."parabéns pelo teu exemplo de como realmente se faz um blog...ou melhor tantos e sempre outstandings...".
(Vi Leardi )










