10.6.17

Crônica diária


Indignado pergunto: para que serve o TSE?

A falta de COERÊNCIA dos magistrados do Tribunal Superior Eleitoral é de tal ordem, que fico me perguntando para que serve um prédio como o do TSE de Brasília, com sete Ministros, e com todos os custos envolvidos, para produzirem a PALHAÇADA que estamos vendo e ouvindo, no julgamento da chapa Dilma-Temer? Tribunal que fala grosso com vereadores e prefeitos, mas que afina quando trata de presidente. Uma vergonha. O melhor é acabar com esse Tribunal.
Renata Lo Prete, da GloboNews, fez o melhor comentário sobre esse julgamento:

"A chapa que foi absolvida por excesso de provas".

Comentários que valem um post

Roberto Klotz

No finalzinho da tarde o interfone tocou.
— Seu Klotz chegou correspondência para o senhor. Posso levar?
Já não estamos em 1970. Ninguém mais escreve cartas. Deve ser o boleto do condomínio. Não eu já paguei. O livro que pedi à Estante Virtual chegou ontem. Putz! Outra multa do Detran?
Foram dez minutos ansiosos por notícia ruim.
Dim dom.
Preciso trocar essa campainha anos 90.
O porteiro segura um tijolão no formato de um livrão.
Para quem lê e escreve muito a referência volumétrica óbvia é o livro.
O peso também era de livro.
Mas o tamanho!
O jeitão do pacote sugeria uma edição do Vade Mecum – aquela bíblia dos advogados que tem umas dez mil páginas. Talvez dois Vade Mecum.
Não sou advogado e uma das poucas leis que conheço é a da gravidade. Então precisaria abrir antes de deixar cair no meu pé.
Melhor do que ganhar na megassena é ganhar sete livros do Eduardo Lunardelli. 
YESSSS.
Eu nunca abracei o Eduardo. Eu nunca apertei a mão do Eduardo. Eu nunca vi o Eduardo. O que fiz para receber esse prêmio?
São sete livros escritos por ele. Tem crônica, romances, policial, mais crônica.  Inclui “O diabo desse anjo” que ainda está com a tinta fresca, de tão recente.
Obrigado. Obrigado mesmo, Estou envaidecido com o seu carinho.

Um abraço do tamanho da estrada que separa Brasília de São Paulo.
***************************************************************



Luiz carlos baptista deixou um novo comentário sobre a sua postagem "WALDO DOMINGOS CLARO, um jornalista, um eterno jov...":

Tive o prazer de trabalhar e conviver com o Waldo no "Estadão", na sessão Exterior. Competente, sempre alegre e amigo de todos. Saudades.

Postado por luiz carlos baptista no blog . em sexta-feira, 9 de junho de 2017 14:17:00 BRT 

*************************************************************

9.6.17

Roberto Klotz, e a minha PROVOCAÇÃO

Roberto Klotz, escritor e coordenador do DESAFIO DOS ESCRITORES DO DF, acaba de publicar o 6º DESAFIO, ou provocação, como costuma chamar. Aceitei todos. O sexto vai logo abaixo: CARTOMANTE DE BRASÍLIA. A caricatura é uma das últimas do blog VÍTIMA DA QUINTA.
Para quem ainda não sabe, Vítima da Quinta  tem 700 caricaturas (desde Fevereiro de 2008), onde homenageio personalidades, amigos queridos e inimigos desprezíveis.

Crônica diária

Cartomante em Brasília

Com oitenta e sete anos, quase completos, o padre Quevedo, hoje aposentado e morando numa casa para idosos em Belo Horizonte, cuida de sua precária  saúde. Nascido em Madri na Espanha, naturalizou-se brasileiro e como uma das maiores autoridades do mundo em Parapsicologia, dedicou sua vida em difundir suas teorias, estudos e pesquisas que visavam combater os posicionamentos de religiosos e paranormais que afirmam  poder  prever  o futuro, e considera tais práticas como ilusionismo, e charlatanismo. Por ironia do destino os videntes e cartomantes mais conhecidos também tem sotaque estrangeiro. Tratar do assunto, contra ou a favor, com sotaque,  parece aumentar a credibilidade.
Brasília desde sempre foi uma capital mística. O poder e o misticismo parecem estar sempre juntos. Dona Rosa, filha de candangos nasceu pelas mãos de parteira. Moravam no acampamento Vila Amaury, reservado para os trabalhadores da construção da cidade. Quando as águas da lagoa Paranoá submergiram a Vila, dona Rosa já não morava mais lá. Sua mãe abandonada pelo marido foi trabalhar como faxineira na Embaixada do Paraguai. A filha foi praticamente criada pelo pessoal da embaixada. Fala português tão bem (ou mal) quanto o espanhol. Até um pouco de Guarani. Nunca saiu do Distrito Federal, mas tem ares de viajada. Desde menina pequena e franzina encantava as pessoas com seu olhar vivo, e inteligência aguda. Possuía uma sensibilidade diferente. Adorava inventar histórias. Quando sua mãe morreu, já era mocinha, e recebeu para morar uma casinha na Asa Norte, como gratidão dos funcionários da embaixada. A alta sensibilidade da dona Rosa nunca a deixou se apaixonar por ninguém. Nunca se casou. Se tivesse tido orientação espiritual talvez a vocação fosse para freira. No início aconselhava gratuitamente os vizinhos, e depois os amigos dos vizinhos e logo sua fama de cartomante se espalhou. Dona Rosa é muito solicitada em Brasília. Poderia estar rica se cobrasse o que cobram seus concorrentes. Mas ela só aceita doações para sobreviver, e manter uma creche com trinta e seis crianças. Fala português,  a maior parte do tempo, mas quando esta atendendo um cliente, mescla o espanhol. E não faz isso por esperteza ou sagacidade, alegando serem determinações dos espíritos.
A maioria de carros de clientes, atualmente param em frente a casinha de dona Rosa, com motorista e chapa branca. Carros oficiais. Os políticos se socorrem da vidente em busca de luzes no futuro. Um deles chegou a propor uma sala próxima a seu gabinete no Congresso Nacional. Nunca aceitou nada além de módicas contribuições.
 Na manhã de um domingo, sem aviso telefônico prévio, parou na sua porta, um carro preto, com vidros fumê, e dele saíram três truculentos homens vestidos com ternos e gravatas igualmente pretas. Suas intenções eram claras nos gestos enérgicos e decididos.
--Viemos busca-la dona Rosa.
Ela parecendo conseguir ler os pensamentos dos seus algozes, não os questionou, apenas pegou uma pequena bolsa, e se disse pronta a acompanha-los.
Em grande velocidade, sem qualquer necessidade ou pressa aparente, mas como é de hábito os carros oficiais se locomoverem, o destino foi o Congresso Nacional.
Entraram pela rampa da garagem reservada aos parlamentares. Apesar de ser um domingo parecia haver muita gente trabalhando. Ela foi conduzida por três dos quatro homens de terno para o terceiro andar. Era a primeira vez que estava no coração do poder legislativo do seu país. Em que pese, seu pai ter trabalhado como candango naquela obra, jamais pensara um dia poder estar “a convite” num salão tão nobre.
A razão do “convite” em pouco tempo se esclareceu.  O presidente do Senado estava com uma pasta azul, com muitas folhas no seu interior. Ele e cinco assessores sentaram-se à mesa onde dona Rosa já os aguardava. Sentiu-se uma pessoa importante.  Lembrou as recepções que aconteciam na embaixada onde passou a infância.
Tomando a palavra, de forma afetada, como costumam se expressar os políticos nessa posição, o Senador foi direto ao ponto:
--É um prazer recebe-la dona Rosa, que tão prontamente atendeu nosso convite, e não é necessário enfatizar a gravidade do momento que vivemos.
--É mesmo, Senador? Exclamou, ingenuamente, dona Rosa.  
--Na verdade estamos aqui com um projeto de lei que irá modificar profundamente nossas instituições, e gostaria que a senhora nos dissesse o que será do nosso futuro.
--Senador, meus conhecimentos são sobre a alma humana, e não tenho   essas informações que deseja.
--...mas dona Rosa, dizem que a senhora enxerga o futuro...
--Senador, posso dizer algumas coisas sobre sua vida, e a vida de algumas pessoas aqui presentes, mas não sobre o futuro desse monte de papel. Os espíritos, e nesse ponto começou a falar em espanhol, não cuidam de leis.
Os cinco assessores do presidente, (três mulheres) até este ponto concentrados em seus postos, reagiram com largos sorrisos. Pareciam estar comemorando uma vitória. Como trocar seus doutos e profundos conhecimentos técnicos, por uma reles e inculta opinião de uma cartomante.
O senador, visivelmente contrariado, fechou a pasta, e levantando-se deu a reunião por encerrada. Contrariando a  praxe, nenhum assessor o acompanhou.  Ao contrário, todos com os olhos colados na frágil dona Rosa, continuaram sentados,  dispostos a conhecerem seus próprios futuros. A manhã passou muito rápida. Eram mais de treze horas quando o motorista de terno preto, sem nenhum dos outros três seguranças, levou a vidente de volta para casa.
Os cinco assessores saíram para almoçar, e a tarde foi toda dedicada às profecias  que haviam escutado naquela manhã de domingo. E nada parecia tão grave como o Presidente do Senado havia previsto. A vida de cada um deles seguiria o seu curso  normal. Casamentos, filhos, novos amores, e muito dinheiro.

Comentários que valem um post

 Vídeo enviado pela amiga Conceição Duarte
Quem ama escrever, ama se comunicar. Respeita as palavras e considera os amigos. É inquieto no mundo, precisa "falar". Hoje o autor, escritor, artísta plástico, marido de Paulinha, avô dedicado, pai e amigo, Eduardo Penteado Lunardelli com seus livros que estão aqui nesta postagem que segue abaixo, faz chegar dentro de casa seus sete livros. Admiro e admiro mil vezes Eduardo Penteado Lunardelli, que conheci na época dos blogs o "Varal de Ideias" dentre outros que ele administrava e mantinha. Sempre com muito bom humor e cultura de sobra, me encantou com
seus pensamentos ... Uniu por todos os mares, principalmente entre Portugal e Brasil, amigos que na rede blogueira fizeram contato e, até hoje, estamos ligados. Por falta de tempo e por minha culpa, não nos vemos com frequência, embora, sejamos ligados e sabemos bem uns dos outros. Ser amiga dele é uma honra. Ter um like de Eduardo é como termos uma nota 10 num TCC. Muito obrigada pelo rico presente! Lerei seus livros e sempre terei as melhores lembranças dos tempos que fomos blog blog e blog. ET - vc é tão impossível e inquieto que os blogs ficaram em banho maria, mas você e suas palavras continuaram fervendo! Valeu, meu lindo e charmoso Eduardo! Meu beijo a você, Paulinha, crianças e nossos amigos da rede! Amo vocês!!!

8.6.17

Leilão de Parede do Boi

Estamos organizando um leilão de parede em beneficio de José Carlos BOI Cezar Ferreira, grande mestre e referência para todos nós. O evento que vai acontecer no Auroras tem como objetivo a criação de um fundo de apoio que será administrado pela familia deste artista fundamental à nossa história. 67 artistas de várias gerações participam ativamente dessa ação especial.  Os lances mínimos dos trabalhos foram estipulados por seus próprios autores.  Para acessar a lista de trabalhos, clique aqui. 
Data: Sábado, 10 de junho
Horário: das 12h às 19h
Local: auroras
Endereço: Av. São Valério 426  –  São Paulo
manobristas à porta
Contamos com sua presença,
Abraços,
Ana Maria Tavares, Artur Lescher, Bruno Dunley, Dudi Maia Rosa, Fernando Stickel, Jac Leirner,  Leda Catunda, Pedro Ferreira e Ricardo Kugelmas.
Qual a dinâmica do leilão?
Cada trabalho terá a seu lado uma folha com a ficha técnica e o lance mínimo estipulado por seu autor. Os interessados devem colocar nessa folha o valor de seu lance. Os lances na parede são abertos e conhecidos de todos. Às 19h, os trabalhos serão arrematados pela pessoa que tiver realizado o lance mais alto.
Caso não possa estar presente, será possível também dar lances pelo telefone. Para maiores informações, entre em contato com Gisela Domschke no email: gdomschke@gmail.com

Aniversário do melhor caricaturista que conheço: Jan Op De Beeck


Crônica diária

Abacaxis, cerejas e pepinos

"Descascar o abacaxi.Termo vulgar.
Verbo complemento, transitividade direta;
Resolver um problema de difícil resolução. Temo popular brasileiro; problema que ninguém quer resolver, ou devido a dificuldade de se lidar com ele, ou por mera insatisfação no seu trato."
Mas outras expressões populares envolvendo frutas tem suas origens menos óbvias. Por exemplo: "Colocar o pé na jaca" que significa:
» beber ou comer demais, cometer excessos na comida e/ou na bebida
» cometer um erro, pisar na bola, fazer uma besteira, etc.
A pergunta que resta é por que na jaca, e não no mamão, na melancia, ou no morango?
 A resposta mais plausível é:
Porque a jaca tem tamanho suficiente para caber um pé inteiro, e atola-lo até o meio da canela. E casca macia, ao contrário do melão ou da melancia. E talvez pela associação do odor da fruta, que lembra chulé. 
Mas as frutas são ainda lembradas em expressões universais:
"A cereja do bolo", o toque final, o detalhe que faz a diferença.
"Chupa essa manga", utilizada após alguém receber uma notícia impactante. Digira isso ou lide com isso. 
"Laranja" é a pessoa em cujo nome está um negócio fraudulento. 
"Maçã" do rosto, bochecha.
"Mamão com açúcar" ou coisa simples de ser feita.
"Marmelada" é sinônimo de falcatrua, golpe.
"Docinho de coco", referindo-se à pessoa amada, doce.
"Pele de pêssego", numa referência a pele macia, saudável.  
"Plantar bananeira", colocar as mãos no chão e as pernas para o alto.

Com legumes também existem uma série de expressões:
"Plantar batata", "Resolver uns pepinos", etc

Comentários que valem um post



Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "As montanhas, de Cézanne e as minhas":

É preciso insistir.

Postado por Jorge Pinheiro no blog . em quarta-feira, 7 de junho de 2017 08:20:00 BRT 

*********************************************************************** 


Psico-Socio-Patologia deixou um novo comentário sobre a sua postagem "GERALDO ABBONDANZA":

Um exemplo de profissional e empreendedor do espirito , estive com ele em algumas ocasiões de negócios , aprendi com sua conduta sempre elevada e educada , um dia nos encontramos novamente !

Postado por Psico-Socio-Patologia no blog 1.BLOG.a+ em 7 de junho de 2017 13:57 
******************************************************************

Psico-Socio-Patologia <areafc@gmail.com>




para mim

7.6.17

As montanhas, de Cézanne e as minhas

MONTE SAINTE VICTOIRE

Cézanne pintou esta montanha 89 vezes, segundo Jorge Pinheiro, autor da imagem acima.

                                                           MONTANHA nº 5 medindo 22,5 x 13 x 6,5

MONTANHA nº 2 - Cerâmica esmaltada ( Executada pela Paula Canto )
                                 MONTANHA nº 3 -  Medidas: 45 x 10,5 x 11,5 cm

Eu já estou na sexta. Para 89 faltam 83....

Crônica diária

Um mínimo de coerência

Doze horas antes do início do julgamento do TSE sobre a chapa Dilma/Temer, faço estas reflexões temendo algumas hipóteses. Pedido de vista e seu consequente adiamento é uma das prováveis. Mas antes disso pode haver vinte minutos para o advogado de acusação, PSDB, autor do processo, falar sem convicção. Como defender um processo cujo maior prejudicado, no momento, é exatamente o presidente que o partido sustenta? Não há nenhuma coerência. Pelo contrário, todas as razões usadas para solicitar a cassação da chapa, e expostas nas oito mil páginas do processo, só fizeram se consolidar desde que protocolado anos atrás. Tanto é verdade que as especulações sobre o placar dessa votação tem oscilado de vitória folgada dos que advogam a cassação, até pela derrota dessa intenção. Mais uma vez, um pouco de coerência. Ou não são os fatos, dentro dos autos, que estão sendo julgados? Mas nada disso é verdade. Os votos serão dados levando em conta que o próprio autor do processo, PSDB,  hoje não tem o mesmo interesse na causa. Há razões institucionais, econômicas e sociais, como as reformas trabalhista e do INSS, ora em curso. E outras de caráter eleitoral, com relação ao substituto para o mandato tampão, e com reflexos nas eleições de 2018. 

Comentários que valem um post

 
 Fotos enviadas por Ricardo Blauth

Ducha Dorei compartilhou uma publicação na Linha do Tempo de Carlos Eduardo Calfat Salem.
"Ontem falei das vantagens do Facebook sobre os textos publicados em livros de papel.Hoje volto ao tema para exaltar esta era digital em que vivemos.Meu pai foi o pioneiro em inseminação artificial em Zebu,e pioneiro no plantio industrial e produção de óleo de girassol no Brasil.Era um inventivo,um homem de idéias,opiniões muito a frente de seu tempo"
Livro O diabo desse anjo,onde o cronista rende homenagem ao senhor seu pai!Recomendo a leitura aos meus queridos amigos do Facebook!!!

6.6.17

RICARDO BLUTH, leitor assíduo

O diabo desse anjo

Crônica diária

A estrela do diabo, Jo Nesbo

Dirão que ando apaixonado por esse escritor, músico e economista norueguês. Na verdade sou fã de seus livros e do personagem Harry Hole. "The Times" considera-o um mestre em criar tensão. E põe tensão nisso. Suas tramas policiais são engenhosamente construídas, com a intenção de levar o leitor, e a polícia, até a ultima linha, da última página com o mesmo suspense, interesse, e curiosidade da primeira linha do livro. São daqueles livros que não queremos que acabem. E para nossa sorte o investigador, alto, loiro, de olhos claros, constantemente, muito ou meio, alcoolizado, afetivamente carente, e considerado o melhor  da polícia de Oslo, volta a ser encarregado de solucionar novos e intrincados casos. O livro acaba, mas nos resta a esperança de que Jo Nesbo já esteja trabalhando no próximo.  

5.6.17

MYRA LANDAU

Mais um trabalho digital de Myra Landau. Maio 2017

Myra Landau
Myra Landau titulo e tao bom qto o resto...estou lendo e gostando :):):)

Crônica diária

Crimes de lesa-pátria

A operação Lava Jato anda lavando pelas beiradas. Como se comia mingau. Ela vai acabar chegando ao cerne. Com a prisão do "homem da mala", Rodrigo Rocha Loures, que jura não vai delatar o Temer, a República de Curitiba continua sua árdua e profícua tarefa de higienizar o mundo político. Político e empresarial corruptos. Sem distinção. Gente de todos os partidos. Empresas de todos os setores. Só esta faltando o homem do triplex. O mesmo do Sítio de Atibaia. Aquele que na cara do juiz Sergio Moro afirmou não exercer nenhuma influência no PT. E chegamos, no caso desse delinquente, a um impasse curioso. Todo mundo sabe que ele é o chefe da quadrilha. Grande parte esta na cadeia. Outros já cumpriram suas penas em regime fechado e estão soltos. Ele ainda não foi, e continua negando o óbvio. E diz não saber por que querem prende-lo. Diante desse impasse,  os procuradores deveriam solicitar à Justiça,  a venda do sítio e do triplex, por falta de um dono, e os valores arrecadados, incorporar ao patrimônio público. Isso, no entanto não o livra da cadeia, pelos crimes cometidos. E não há, na justiça brasileira, pena suficiente para tamanhos prejuízos à Nação. No caso dele os crimes são de lesa-pátria. 

Comentários que valem um post



Gaspar de Jesus deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":

Bom dia Eduardo
Apesar de eu cortar a barba com máquina há perto de cinquenta anos, agradeço a sua dica. Muitos homens poderão
aproveitar. Bom domingo.
Gaspar de Jesus

Postado por Gaspar de Jesus no blog . em domingo, 4 de junho de 2017 07:49:00 BRT

***************************************************************

4.6.17

Gaspar de Jesus, um leitor assíduo

Obrigado amigo Gaspar pelas imagens. Forte abraço.

Crônica diária



O assunto é barba

Hoje vou dar uma dica para quem faz barba regularmente. No meu caso faço todos os dias. Herdei o hábito do meu pai e do meu avô. Hoje em dia esta na moda barba de uma semana, barba de lenhador, e até de Papai Noel. Mas quem quiser fazer uma grande economia, e não ficar batendo perna atrás de sabão de barba, tenho uma receita incrível. Cansado de procurar em farmácias e supermercados o tubo de pasta para barbear, comprei pelo mesmo preço um sabonete de glicerina Granado, que fabrica com diversos aromas, e não quero outra coisa. Faz muito mais espuma, com cheiros agradabilíssimos, e duram doze vezes mais. Um sabonete dá para mais de um ano. O tubo de creme de barba durava um mês. Coloquei o sabonete numa cumbuquinha de vidro, dessas que se toma sorvete, e ficou um charme. Parece aquelas saboneteiras de barbeiro de antigamente. De Ágata. Mas não compre o sabonete de barbear (80g) da Granado, compre o comum de glicerina. E use pincel de barba. Todos os outros duram muito menos, sem nenhuma vantagem adicional.

Comentários que valem um post



João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "LARA no espelho":

Todas as meninas da família são muito bonitas, Eduardo !

Postado por João Menéres no blog . em sábado, 3 de junho de 2017 05:56:00 BRT 

*************************************************************************88

3.6.17

LARA no espelho



Fotos do autor do blog

Crônica diária

O baile das cigarras

O sonho muitas vezes é mais fantástico e criativo que a mais inventiva das imaginações. Eu estava em Brasília, mais precisamente na Rodoviária, e desci uma escada rolante,  no rumo da Pastelaria Viçosa desviando da multidão. Desci outra escada rolante, passei em frente ao “Na Hora” e antes de chegar nas catracas do Metrô, havia a esquerda, uma porta metálica discreta, sem placa indicativa do que se tratava. Abri e entrei. Dava direto num salão cinza, sem nenhuma outra porta, com  um bloco de mármore branco, no centro. Sobre o bloco de pedra, do tamanho de uma cama de solteiro, sob um pano cinza, da mesma cor das paredes, do teto e do carpete do piso, um cadáver coberto dos pés a cabeça. A luz era fria, de neon. Havia no salão, aparentemente de um velório, mais três pessoas. Num canto esperando para se despedir do morto dois homens de terno escuro. Ao meu lado uma mulher. Os dois homens caminharam até o defunto, cabisbaixos, levantaram o pano cinza que cobria a cabeça, fizeram o sinal da cruz, e voltaram a cobrir o rosto. Teoricamente seria a minha vez, mas como cavalheiro dei passagem para a mulher que estava ligeiramente atrás e a minha esquerda. Ela aceitou meu gesto, e se dirigiu na direção do bloco de mármore que tinha a altura de uma mesa. Ela estava comovida e com um véu azul claro cobrindo a cabeça. Não cheguei a ver seu rosto. Vestia uma roupa colante bege,  que acentuavam suas  formas. Era muito sensual. Primeiro ficou nas pontas dos pés que calçavam um sapato elegante e salto muito alto e fino. Colocou as nádegas sobre o bloco de pedra, e girando o corpo ficou em paralelo ao corpo do morto.  Em seguida puxou o pano cinza que cobria o falecido, e montou sobre ele. O morto estava vestido de fraque, com sapatos pretos impecáveis.  Ela tirou os seus, deixando caírem no chão. Tinha lindos pés que se apoiaram nos sapatos do morto para alcançar sua cabeça. Com seu corpo totalmente sobre o cadáver, parecia segredar-lhe alguma coisa. Foi nesse instante que percebi havia música muito baixa de um piano. Uma gravação com certeza. E as notas delicadas pareciam acompanhar o canto de uma cigarra. Aos poucos fui me dando conta que o som da cigarra era a voz nos ouvidos do morto. E essa cena durou alguns minutos. Tive a impressão de ver um tremor do falecido, ainda por baixo da mulher cigarra. Depois ela, delicadamente, virou-se para o lado e desceu do bloco branco e frio de mármore. Eu não desgrudava os olhos no morto. Ele realmente estremeceu, seus joelhos se curvaram. Seu peito parecia inflar, e suas pálpebras movimentaram. Num gesto brusco com os braços que estavam paralelos ao corpo, ele espichou os dedos da mão, como se houve levado um susto. Mais tremores, possivelmente em consequência das golfadas de sangue que voltavam a circular e irrigar todo o corpo. Sua cabeça estava pousada num pequeno travesseiro de cetim branco moveu-se ligeiramente, e seus olhos se abriram. Eu continuava estático na ponta do bloco de pedra. Nesse momento me dirigi para o lado ficando na altura das mãos do homem deitado. Ele ergueu a cabeça na minha direção e eu perguntei:
---Você não esta me reconhecendo? Ele franziu a testa, como se estivesse tentando lembrar. Então falei:
---Você foi quem me arrumou o primeiro emprego, esta lembrado? E ele esboçou um leve sorriso, ainda confuso.
---Bem vindo à vida, novamente. Eu disse essas palavras, e ele baixou a cabeça no travesseiro.
O piano e o canto da mulher cigarra continuavam fazendo a trilha sonora dessa cena. Ao contrário do barulho estridente, essa cigarra cantava com um fio agradável de voz. Calçou seus sapatos, e foi cantando ajudar o homem a descer do bloco de mármore. Ele aos poucos ia ganhando cor normal, menos pálida. Era branco de barba cerrada que parecia ter crescido nas ultimas horas. Vaidoso, a todo instante passava a mão tentando ajeitar o cabelo desfeito pelo travesseiro.  A mulher cigarra era, por conta do salto, um pouco mais alta que ele. Tirou o xale da cabeça, e assim do nada, tinha em mãos um envelope grande, desses de casamento ou convite de embaixada. Não me cobrem coerência. Em sonho tudo é possível. Mágico. Fantástico. Nada estava escrito no envelope. Mas ficou implícito, pelo fraque do ressuscitado, e pelo vestido colante da cigarra, que era um convite para o baile de gala do Itamaraty, que aconteceria naquela noite.
Saímos os três. Eles misturaram-se na multidão que se dirigia para o Metrô, e eu voltei a subir as duas escadas rolantes.  Já era noite, e fazia muito calor em Brasília. Nessa época do ano as cigarras tomam conta dos gramados e jardins da cidade. O barulho que fazem é ensurdecedor.  Tomei um táxi e de curiosidade fui para o Itamaraty. Lá o tradicional tapete vermelho recepcionava os chefes de estado, embaixadores, e convidados. O som das cigarras era audível por toda parte. Fiquei um tempo junto ao alambrado que separava o povo dos convidados, na esperança de ver o casal entrar. Depois de algum tempo desisti.  Ou se atrasaram ou já tinham entrado quando cheguei.
Aquela noite eu precisava comemorar.  Saí andando pelos gramados, sob a luz de uma lua enorme, e uma algazarra fantástica das cigarras.
Tocou o despertador, acordei, e olhei os digitais vermelhos do relógio. Eram 07:30.
A primeira coisa que fiz, antes de perder esta historia, foi ir ao computador e digita-la. Li ainda esta semana no “Manual do Escritor” do Roberto Klotz que se deve sempre anotar as novas ideias, antes que elas desapareçam.  Mas uma coisa que eu não disse foi que não iria continuar a escrever contos baseados nas “provocações”  do Desafio dos Escritores do DF. Fiquei indignado com as tarefas dessa ultima. Nunca entrei no Metrô de Brasília. Para dizer a verdade não sabia de sua existência. Depois, como  personagem  uma cigarra. E para completar  o descabimento, um convite sem nome para um baile no Itamaraty. Opa, estou passando 48 palavras das 1000 máximas exigidas. E isso perde ponto. Ainda bem que tive esse sonho. Sonhar absurdos é plausível. O que não dá é para escrever sobre cigarras sem criar uma fábula ou uma crônica.

Crônica do Alvaro Abreu


Faltou um personagem

No domingo fui assistir Real – O Plano Por Trás Da História, com a curiosidade de quem acompanhou bem de perto fatos ligados à criação do Plano Real. Na segunda, li comentários que explicam o cinema vazio. Como era esperado, o filme não inclui meu personagem preferido. Explico.

Tenho viva na memória uma conversa de varanda que tive com meu irmão Cláudio, engenheiro do BNDES, no Natal de 1992, sobre a economia brasileira. Para ele, a inflação estratosférica de então era de origem psicológica, gerada pelas incertezas dos mais fortes que, para se proteger, penalizavam os mais fracos que, por sua vez, agiam como fortes diante dos mais fracos do que eles. O governo era o fortão. Bem ao seu estilo, Cláudio falou que ia propor uma maneira de quebrar aquela corrente perversa.

Meses depois, durante uma reunião de dirigentes do banco com Betinho, que buscava apoio para seu programa contra a fome e pela vida, sua disposição cresceu. Tanto que, em julho, animadíssimo, me chamou ao Rio especialmente para conhecer seu trabalho: “Indexação Diária Negociada - contra o veneno da cobra, só mesmo o veneno da cobra”. Sugeri que diminuísse radicalmente a quantidade de páginas.

A versão resumida ficou pronta no final de agosto de 1993 e, na edição de 8 de setembro, a Tribuna da Imprensa publicou matéria sobre sua proposta. Dias antes, ele a enviara para Edmar Bacha, assessor de FHC, então ministro da fazenda, e para Pérsio Arida, recém-empossado presidente do BNDES. Junto com Pedro Malan, Gustavo Franco e outros economistas saídos da PUC-Rio  eles formavam o grupo convocado pelo governo Itamar para tentar sanar a inflação. Sabe-se que receberam o trabalho e há comprovação de que usaram como argumento a sua metáfora sobre o veneno da cobra. 

Até hoje ninguém foi capaz de dizer que seus fundamentos foram incorporados ao Plano Real, anunciado quase um ano depois. Pudera, como admitir que um mero engenheiro pudesse pretender resolver graves questões da economia? Cláudio não entrou no filme, mas a sua versão da história está lá na internet.

Vitória, 31 de agosto de 2017
Alvaro Abreu
Escrita para A GAZETA

2.6.17

Porta do apartamento


A dona Paula colocou uma rolha do vinho argentino na porta do apartamento. Viva o humor.

Crônica diária

 Política ou Econômica?

Tenho ouvido e lido duas vertentes a respeito da nossa crise. Uns dizem que é econômica e não política. Outro defendem exatamente o contrário. Eu não tenho nenhuma dúvida de que o nosso problema começou no segundo mandato do governo Lula. As políticas sociais equivocadas, e a indicação da Dilma como sua sucessora O dela, um mandato desastroso. Sua reeleição, produto de uma fraude eleitoral. O tempo perdido com o demorado rito do impeachment. Um ano de governo Temer, fruto da mesma chapa Petista, e cercado de envolvidos em corrupção, segundo delação dos irmãos Batista e dos donos das construtoras corruptoras. Tudo isso fez a nossa economia chegar onde chegou. Quatorze milhões de desempregados. Imóveis desalugados em todas as cidades brasileiras. Alguns sendo comercializados por menos de cinquenta por cento do seu valor a dez anos atrás. A indústria sucateada. O comércio festejando índices negativos. Não há como negar que a crise é política, e que foi ela quem levou a economia ao atual estado. Ainda que a Dilma culpasse crises internacionais, os fatos externos e internos provaram o contrário. As reformas trabalhista e previdenciária são fundamentais para a retomada do desenvolvimento, mas sem uma profunda reforma político partidária, não estaremos colocando o país nos trilhos. Estaremos apenas postergando uma solução. E ela um dia terá que vir. E não virá sem líderes capazes de defenderem ideias, programas e projetos claros e objetivos. Palavras como eleições diretas, ou indiretas, por si só não salvam a nação. É preciso ter em quem votar.

Comentários que valem um post


João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem ""O diabo desse anjo" entre as bundinhas":

O meu DIABO já chegou !

Obrigado ao Eduardo e aos Correios do Brasil ( saíu daí a 11 e chegou a 31 ).
20 dias é bem bom.

Postado por João Menéres no blog . em quinta-feira, 1 de junho de 2017 05:02:00 BRT

*************************************************** 
 Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem ""O diabo desse anjo" entre as bundinhas":

O meu acaba de chegar. Obrigado Eduardo.

Postado por Jorge Pinheiro no blog . em quinta-feira, 1 de junho de 2017 07:40:00 BRT

******************************************************************

myra deixou um novo comentário sobre a sua postagem ""O diabo desse anjo" entre as bundinhas":

adorei este post das bundinhas!!!!

Postado por myra no blog . em quinta-feira, 1 de junho de 2017 07:29:00 BRT 

*************************************************************************** 


 Gaspar de Jesus deixou um novo comentário sobre a sua postagem ""O diabo desse anjo" entre as bundinhas":

Bom dia Eduardo.
O"Diabo" que fez o favor de me enviar, chegou ontem, 31 de Março.
Estou-lhe super-agradecido.
Gaspar de Jesus

Postado por Gaspar de Jesus no blog . em quinta-feira, 1 de junho de 2017 10:35:00 BRT 

************************************************************

1.6.17

"O diabo desse anjo" entre as bundinhas


A minha biblioteca entre as "bundinhas" só faz aumentar.
Depois do sucesso do livro FLORES PARA A DELEGADA, lançado em Março passado,
 a Piacaba Editora lança O DIABO DESSE ANJO, com 300 crônicas.
As pessoas interessadas já podem solicitar seus exemplares através do telefone 11 30794433, ou 
por e-mail: epl.escrit@gmail.com . Enviamos por correio para todo o Brasil.

Crônica diária

Agora esta provado que todos mentiam

Nós sabíamos porque a imprensa noticiava que os procuradores de Curitiba viviam alardeando: "Querem acabar com a Lava Jato". Ouvimos isso  durante os últimos três anos. Primeiro foi a Dilma que negava tramar contra a operação curitibana. Negava, como também negou seu Ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso. Dizia que os malfeitores deveriam pagar pelos seus mal feitos. Tudo mentira. Ambos tramavam na surdina contra a operação. Lula no início também fingiu ser a favor. Mas como investigado mudou de opinião, ainda que não publicamente. Depois foi conduzido coercitivamente para um interrogatório e mudou de opinião. Passou a atacar o juiz Sergio Moro publica e abertamente. No Congresso não foi diferente. Os senadores e deputados perceberam que era uma questão de sobrevivência. Ou acabavam com a Lava Jato, ou ela colocaria todos na cadeia. Mas publicamente continuaram a desmentir essa intenção. Delcídio foi preso. Lula estava envolvido. Era o mandante. Depois do PT foi a vez do PMDB, da prisão do Eduardo Cunha, do Cabral, ex-governador do Rio, sua mulher, e chegaram no Aécio, e prenderam sua irmã e seu primo. Nessa altura a coisa ficou difícil de esconder. A Lava Jato passou a ser abertamente combatida por todo o Congresso. Mas não parou aí. A delação do irmão Batista envolveu direta e frontalmente o Presidente Temer. Para se defender, trocou o Ministro da Justiça, por um advogado claramente contrário à Lava Jato. Ao nomeá-lo deu carta branca para trocar o diretor da PF. Nada mais explicito. Contra essas forças políticas, no executivo, e no Congresso, para não falar no STF, não há a menor sombra de dúvida de que a Lava Jato esta com suas horas contadas. Venceu o mal, infelizmente. Não vai ser dessa vez que vamos passar o Brasil a limpo. E notem que neste pequeno texto não citei o Renan, Sarney, Rodrigo Maia, seu sogro Moreira Franco, Nelson Jobim, Jader Barbalho e seu filho Helder Barbalho, Gilberto Kassab,  Eliseu Padilha, Bruno de Araújo, Aloysio Nunes Ferreira, Marcos Antônio Pereira, Blairo Maggi, e outros 1895 políticos brasileiros. Imaginem a força e poder dessa gente toda.

Comentários que valem um post



ÁLVARO ABREU para mim
Boa tarde, Eduardo,

Vi que você cumpriu sua palavra.
Continuo muito impressionado.

Grande abraço.
************************************************8

Comentários que valem um post



Regina Collor Ja terminei a delegada!!! Gostei muito!!! A vida está muito atribulada ! Vou começar as cronicas!!! Beijo!
***********************************************

AS POSTAGENS ANTERIORES ESTÃO NO ARQUIVO AÍ NO LADINHO >>>>>

.

Only select images that you have confirmed that you have the license to use.

Falaram do Varal:

"...o Varal de Ideias é uma referência de como um blog deve ser ." Agnnes

(Caminhos e Atalhos, no mundo dos blogs)

..."parabéns pelo teu exemplo de como realmente se faz um blog...ou melhor tantos e sempre outstandings...".
(Vi Leardi )

Leiam também:

Leiam também:
Click na imagem para conhecer

varal no twitter

Não vá perder sua hora....

Blog não é tudo, tudo é a falta do blog ....
( Peri S.C. adaptando uma frase do Millôr )
" BLOG É A MAIOR DAS VERTIGENS DA SUBJETIVIDADE " - Maria Elisa Guimarães, MEG ( Sub-rosa )