14.8.16

Crônica diária

Cheirinho de pólvora

Os tempos mudam, e nem tudo para melhor. O tema do qual trato hoje, vou logo avisando, é muito polêmico, e não me venham com mimimi politicamente correto. Não vou aqui defender o desarmamento, porque sou contra. Quem mata não é a arma, mas o indivíduo. Um caminhão dirigido por um terrorista mata mais do que uma metralhadora sofisticada. Os aviões de onze de Setembro, nem é bom pensar. Posto isso, vou ao que me propus comentar. Tenho uma lembrança de infância que as crianças de hoje estão privadas. A do cheirinho de pólvora das espoletas dos revolveres de brinquedo. Dito assim até parece crime. Minha nora me censurou, dois anos atrás, por ter dado pistolas de água para meus netos, incluindo aí, minha neta Glória. Há nessas atitudes um exagero hipócrita. Não chego a defender o uso do lança perfume, que também me trás boas e inesquecíveis lembranças carnavalescas. O mundo apesar de hipócrita e mais chato, continua mais violento, e com cheiro de outra pólvora e entorpecentes cada vez maiores. A proibição pura e simples não tem resolvido as questões.

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Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":

A transmissão televisiva tem estado muito boa. E isso é o que interessa para quem está à distância. Os detalhes organizativos só os atletas e o COI podem avaliar. Vão ficar os elefantes brancos, mas isso é em todo o lado. Devia haver uma sede fixa para realizar estes jogos e não andar a criar problemas de 4 em 4 anos a países que se candidatam por pura vaidade.

Postado por Jorge Pinheiro no blog . em sábado, 13 de agosto de 2016 07:36:00 BRT 

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João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":

A abertura foi realmente linda de ver e não foi esquecida a História num espectáculo pleno de ritmo e cor.
Na aldeia olímpica, quartos minúsculos para duas pessoas e sem condições que obrigaram muitas delegações a prescindirem dessas instalações.
Uma tristeza cara.

Postado por João Menéres no blog . em sábado, 13 de agosto de 2016 04:17:00 BRT 

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Sonia de Amorim Mascaro para mim

Eduardo, vou adorar rever a minha caricatura tão criativa novamente no Varal!
Fiquei encantada quando vi!
A lembrança está tão presente que nem parece que foi em 2008!
Desde já obrigada.
Saudades também.
Bjs,
Sonia.
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13.8.16

Cataguases, e o Cesar de Alencar filho

 Há dias postei a foto do Flavio Cavalcante e seu filho. Meu amigo José Luiz Fernandes, que tem Cunha no nome, e portanto o diferencia do Izi Fernandes ( José Luiz Fernandes) que o Germano Fehr pensava ser o mesmo, me perguntou se eu tinha sido colega do filho do Cesar de Alencar. Respondi que sim. Em seguida me enviou a foto maior acima, onde o Cesar é o mais alto, na segunda fila ao lado direito.O da esquerda é o Chico Buarque. Essa foto já havia sido postada aqui no Varal. Mas fica o registro e os esclarecimentos devidos.

Crônica diária

O constrangimento de ser pobre




Alguns leitores me cobraram a falta de uma palavra sobre a Olimpíada. Realmente tenho sentido certo constrangimento em externar minha opinião. Como é festa, nada pior do que alguém estraga-la, criticando. Essa é a minha sensação. Quando Lula há sete anos lutou para trazer a Olimpíada para o Rio, eu já sentia essa vergonha. Pensei: "vai dar merda". Não porque previsse os desastres que vieram nesses anos após Lula. Mas porque não se convida para festa de pobre gente rica. Tenho muita pena do marido pobre, que num esforço hercúleo, muito acima de suas possibilidades econômicas, pressionado pela esposa e pela filha, que exigem festa de casamento para impressionar os vizinhos, parentes e família do noivo, da uma festa de casamento. Endivida-se pelo resto da vida, e a festa só serve para comentários desabonadores. Essa é a sensação que eu tenho do Rio promovendo a Olimpíada 2016. Estado pobre, em situação falimentar, tendo que patrocinar uma festa muito acima de suas condições econômicas financeiras. A prefeitura foi amparada pelo estado e união, que igualmente em dificuldades dificílimas ajudaram a fazer a festa. Não me refiro à abertura, que realmente estava impecável. Muito acima de qualquer expectativa de brasileiros conscientes. Refiro-me ao conjunto da obra. Obra essa apelidada de GAMBIARRA. Tudo improvisado na ultima hora. Ou remediado na hora seguinte. Com prazo de sete anos para sua execução. Instalações de atletas inacabadas. Energia e alimentação racionadas. Empresas contratadas e dispensadas no primeiro dia da abertura. Trabalho escravo, durante o evento. Exercito e força nacional colocando centena de homens para exercer funções para as quais não foram preparados. Filas, e falta de informação. Tudo muito comum e corriqueiro em festas locais, para publico interno. Tudo na base do improviso e da GAMBIARRA. Mas a festa é internacional. Dois bilhões de pessoas acompanham as Olimpíadas mundo afora. E a impressão que passamos foi de que o Rio é lindo, mas isso tudo mundo já sabia, e a festa foi em casa de pobre. Tanto assim que o COI altera critérios  para novas sedes, após a edição do Rio.  As cidades deverão apresentar condições reais, econômicas e financeiras, para arcar com o evento. Chega de festa de rico em casa de pobre.

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sonia a. mascaro deixou um novo comeRetrato":
ntário sobre a sua postagem "

Saudades também Eduardo! Quem bom nos revermos.
Linda essa sua tela! Me lembro muito bem dela, quando você a postou há algum tempo...
Abraços!



Postado por sonia a. mascaro no blog . em sexta-feira, 12 de agosto de 2016 16:49:00 BRT

12.8.16

Pé de Moça

Um dos meus blogs mais queridos. Pé de Moça.

Crônica diária

Miriam Mambrini, "O crime mais cruel"


Conheci a autora à bordo de um navio no Rio Negro, na ultima edição de "Navegar é preciso". Só trocamos palavras, depois de cinco dias juntos, na visita ao Teatro Amazonas. Por coincidência a sugestão que havia dado dias antes ao dono da Livraria da Vila, e promotora do evento é que faltava no projeto a apresentação dos participantes, enquanto o encontro estivesse em curso. Samuel Seibel ficou de pensar. Miriam, e uma amiga, foram muito simpáticas, e trocamos cartões. Nada mais falamos de nossas atividades literárias. Agora, cinco meses depois, acabo de ler um dos seus muitos livros, que através da internet tomei conhecimento. Escolhi um pelo título. É de 2006, "O Crime Mais Cruel". Confesso que me surpreendeu. Não que não fosse esperando nada. Mas era um romance policial de uma escritora. E nisso, insisto, não há nenhum preconceito. Só uma constatação. A "Rainha do Crime" é  Agatha Christie, e mulher. Surpreendeu-me porque Miriam escreve como escritor. Tem um poder de descrição enxuto, e graça e leveza na criação de personagens. Neste livro, pelo menos, sua preocupação foi trabalhar o drama psicológico dos personagens afetados por um determinado crime. Os outros componentes, do clássico romance policial, ficam em segundo plano. Não se pode julgar uma escritora, com a bagagem da Miriam, pela leitura de um livro só. Fico devendo leituras e resenhas de outros.

11.8.16

Retrato

Minha tela, com Sandra minha filha, minha neta mais velha Eduarda no colo da minha mãe. Século passado.

Crônica diária

 Uma coleção de crônicas

Como tudo na vida, depende da quantidade. Se você tem uma pedrinha rolada, ela por si só não quer dizer muita coisa. Na verdade não quer dizer nada. É só uma pedrinha rolada. Mas se você coleciona pedrinhas roladas de diversos lugares, e chega a ter milhares delas, já é uma coisa diferente. Terá no mínimo uma pedreira, e grande incomodo em guardar tanta pedra. Digo isso porque tenho. Coleciono pedrinhas. Certa vez chegou u´a amiga acompanhada de uma austríaca, linda, de olhos azuis, e me apresentou: "Olha Eduardo, esta é Lilian, minha amiga, e mexe com pedras". A moça era joalheira, e das boas, famosa.  Cumprimentei-a dizendo: " Eu também mexo com pedras, muito prazer." Todo esse introito para dizer que hoje minhas crônicas diárias, tão importantes, individualmente, quanto uma pedrinha rolada, somam mais de 1360 acometimentos. Estão reunidas em cinco volumes de trezentas. "Agudas e Crônicas", "Dance comigo", "O diabo desse anjo", "Textículos", e  em andamento "Intimidades Crônicas" já com 160 textos. Esse conjunto de observações, comentários, críticas, resenhas, frases, e desabafos ao longo de 1360 dias, cobre um universo de tempo, e de história, que ficam com o passar do tempo cada vez mais interessantes. Ao fazer a revisão dos três últimos, tive essa grata surpresa. Esta valendo a pena.

10.8.16

Sandra e filha criativa

Eduarda, minha neta, em foto da mãe, Sandra L. Moreira

Crônica diária

 "Legenda para fotos nunca feitas"


 Luiz Ruffato, filho de pipoqueiro em Cataguases, é um cronista de mão cheia. Dele estou lendo agora "Minha primeira vez". Sobre a coletânea falarei em outra oportunidade. Hoje quero comentar a crônica em que nos conta que nunca carrega máquina fotográfica em suas viagens. Prefere escrever legendas para suas impressões, paisagens, pessoas, coisas, à sua volta. Os cheiros, cores, barulhos, gostos, temperaturas que não poderiam ser fixadas em imagens, são registrados por palavras. Ao voltar da viagem espalha em sua mesa de trabalho os pedaços das lembranças.

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João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":

Se o Eduardo tem duas experiências marcantes a propósito de uma bicicleta, estou certo que os desse Concurso Cultural têm que arranjar duas bikes para ele !
Todos bem sabemos o jeito do Eduardo para contar histórias que sempre nos divertem.

Postado por João Menéres no blog . em terça-feira, 9 de agosto de 2016 04:03:00 BRT

9.8.16

Flavio Cavalcante Júnior

Fiquei amigo virtual do filho do Flávio Cavalcante, de quem fui amigo. Em sua página do FB tem uma foto sua com seu filho, neto portanto do Flavio, com as mesmas idades dessa acima. O neto também é Flávio. Quem nos apresentou foi Maria Vitória Lago, apesar do Livier Perroy ser nosso amigo comum. Espero passar a ler os textos que escreve, aos quais chama de "abobrinhas". Somos, portanto, dois quitandeiros.

Crônica diária

No tempo do Guaraná com rolha

No caixa do supermercado Quitanda, em Pinheiros, na cidade de São Paulo, recebi uns cupons para participar de um Concurso Cultural, isso mesmo, esse é o nome do certame: "Concurso Cultural de Incentivo à Mobilidade Urbana". Com um título tão pomposo, e o regulamento em quinze cláusulas, no verso da ficha de inscrição, solicitam aos participantes "uma experiência marcante que você viveu com sua bike". Como contar uma história em sete linhas? Não é sorteio. A melhor história vence, e seu autor (a), ganham uma bicicleta como premio. Não sendo sorteio, e não dependendo da sorte, resolvi pegar os cupons. Me deram logo vinte. Tenho, portanto, vinte reais oportunidades, de convencer os jurados, até dia 31 de Agosto deste ano. Eu pessoalmente tenho duas experiências marcantes com minha bike (como dizem hoje). Naquele tempo, década de 60 era bicicleta, mesmo. Mas tenho dezoito fichas para quem quiser contar as suas experiências em até sete linhas. No caso de vitória, a bicicleta será do autor da história, evidentemente. Serei apenas o portador. E minhas histórias são do tempo que Guaraná tinha rolha. Será que vão agradar?

8.8.16

Jardim in progress

Jardim exige cuidados diários. Esta sempre in progress. Piacaba, Julho 2016
A escultura em mármore é do  Boku Ionoie .

Coca

Autor desconhecido

Crônica diária

Luiz Ruffato e eu temos em comum mais do que a careca

Como prometi volto a falar do livro "Minha primeira vez" do Luiz Ruffato. Ele era filho de uma lavadeira e um pipoqueiro, e estudou, por pouco tempo, no Colégio de Cataguases, onde liderei uma greve e fui expulso. Ruffato é amigo e vizinho do Frei Beto. Ele é admirador do Guimarães Rosa. Sobre este ultimo já contei que  conheci sua literatura, em 1969, treze anos depois da publicação de "Grande sertão: veredas", e dois depois da sua morte. Foi o saudoso professor Gradin (Cataguases, Minas) quem dele me falou. Em São Paulo ainda ninguém conhecia esse gênio. E graças a ele levei um zero em prova de redação. O professor não era mais o Gradin, e a palavra que inventei, "jumengar" (andar de jumento, evidentemente) não agradou. Mas Ruffato também tem como vizinho o Humberto Werneck, que além de mineiro é primo do Ronaldo Werneck, ilustre poeta de Cataguases, e meu contemporâneo no Colégio. Quanto ao Frei Beto, escrevi recentemente que estivemos juntos num voo para Florianópolis, e fomos contemporâneos nos ensaios e primeiras apresentações do "Rei da Vela", no Teatro Oficina, onde ele era assistente do Zé Celso, e eu namorado da Ítala Nandi, Heloisa de Lesbos, na peça do Oswald de Andrade. Um dia desses vou procurar o Luiz para dizer que além de leitor, admirador, temos muitas histórias que se cruzam, sem contar que nossas famílias tem a mesma origem veneta, e ele cronista e eu aprendiz.

Comentários que valem um post

Fernando Ulhoa Levy Bom amigo, grande liderança, fomos contemporâneos na Cavalaria do CPOR em 1957. Luiz tinha uma nobreza de espírito, que Deus o acolha com muita Luz e Paz.
Muito bom seu comentário Eduardo. Forte abraço

7.8.16

Curvas

Autor desconhecido

Crônica diária

Nas alturas

Foi num diálogo com minha mulher que apareceu a frase que virou este texto. Disse a ela que havia conseguido, numa promoção uma passagem aérea por R$99,00. Ela se surpreendeu, e perguntou se os preços haviam baixado. Respondi que não, e que preços aéreos continuavam nas alturas. Pudera, querer voar com preços de metrô, não dá! E aqui não me referia ao metrô de superfície.

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Psicanalista deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Michel Temer":

O "cara" ta bem beneficiado aqui.
Ele é asqueroso !

Postado por Psicanalista no blog VITIMA DA QUINTA em 6 de agosto de 2016 08:20 

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Aloísio De Almeida Prado DUDU, obrigado !!!
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6.8.16

Visita de um casal amigo

Ontem o casal Maria Vitória e Aloísio de Almeida Prado me fizeram uma visita "de médico", como dizia minha mãe no século passado, quando os médicos ainda iam nas casas dos pacientes. Visita rápida. E me cobrou uma foto dele aqui no Varal. Cá esta, feita pela Cosmerina, nossa cozinheira.


E para que o Aloísio não reclame mais, aqui vai uma outra boa foto feita pela esposa Maria Vitória Lago, onde o mais importante não é o extraordinário Ipê roxo, ao fundo, nem a camisa combinando com as flores, muito menos o largo e gostoso sorriso, mas os meus quatro livros no peito.

Crônica diária

Luiz Suplicy Hafers nos deixou

Seguindo o princípio de que devemos homenagear os vivos, e não derramar elogios aos que se foram, reporto-me à crônica de 24/01/2014, quando exaltei as qualidades morais, as ideias do brasileiro, com postura de inglês, na elegância e atitudes do Luiz Suplicy Hafers, o Luizinho para os amigos. Morre aos 80 anos um paulista lúcido, batalhador e culto. Transcrevo a crônica de trinta e dois meses atrás, em minha derradeira homenagem.

Assisti pela TV uma recente entrevista do jornalista Luiz Nassif com o empresário Luiz Hafers. Um dos mais lúcidos e autênticos empresários brasileiros traçou um panorama realista da situação político econômica do país, se auto declarando um otimista cauteloso. Na verdade descreve o Brasil como terra arrasada, pensando em líderes e políticos. Homem de uma elegância ousada, tem porte e postura dos nobres ingleses. Fala baixo, e diz tudo o que pensa com clareza, humor e às vezes com grossos palavrões. Ex marinheiro no exercito americano, foi presidente de várias associações de ruralistas. Fazendeiro, cafeicultor e líder de sua classe, se distingue dela pela cultura. É considerado, por alguns de seus pares, como pouco confiável, ideologicamente, por ter em sua casa um retrato do líder chinês Mao Tsé-Tung. Trata-se de uma obra do Andy Warhol . Lamenta não ter podido votar a favor de nenhum candidato, nos últimos vinte anos. Vota contra. Vota tentando evitar o pior. " A fome é quieta".
24/01/2014

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Silvares deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Pera e Ovo na capa":

Subtileza!

Rima com beleza:D



Postado por Silvares no blog . em sexta-feira, 5 de agosto de 2016 10:22:00 BR

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5.8.16

Torso

Torso - Jardim da Piacaba

Crônica diária

Nilcea, cliente das Lojas Marisa

De uns três meses para cá meu celular recebe mensagens do departamento de cobrança das Lojas Marisa, para a Nilcea. A de hoje cobra R$72,41 vencidos dia 17/07/2016. "Caso o valor já tenha sido quitado, desconsidere este aviso". Como é o terceiro comunicado nesse sentido, concluo que a Nilcea atrasa, mas paga. Nunca cobraram mais de um mês vencido. O que me incomoda é o fato de nossos telefones terem o mesmo número. Será o prefixo diferente? Essa linha, quando celular era disputadíssimo, ganhei do amigo Luiz Briquet que era influente na telefônica. Como o número era tido do diabo (999***666) ninguém queria nem de graça. Pelo visto a Nilcea também não é supersticiosa. Mas o que devo fazer? Se ligo para o meu número, não é o da Nilcea que toca. Ligar para as Lojas Marisa não vai adiantar. Vão me responder em gerúndio, que o número do cadastro é aquele, e que a mensagem é automática. O melhor é esperar pelo fim do crediário da Nilcea. Ela atrasa, mas paga.

4.8.16

Pera e Ovo na capa

Outra possibilidade de imagem na capa do TEXTICULOS -  Pequenos textos pode ser essa. Tratamento de foto Guilherme Lunardelli

Crônica diária

Ana C
 
Em 4 de Junho de 2013 escrevi umas linhas intituladas "Ana Cristina Cesar, "A teus pés", e não fui elogioso à escritora. Na verdade não gostei nada, a não ser de uma frase: "Estou bonita que é um desperdício". E lamentei seu prematuro suicídio. Esta madrugada à exatos três anos e um mês depois, volto a escrever sobre ela. Assisti as ultimas cenas de um documentário onde suponho, a mãe e o pai, prestam depoimentos sobre a vida da poetiza. Seu nome este ano foi bastante ventilado por conta da Flip tê-la homenageado. Por tudo que se falou dela, tornou-se menos desconhecida. Eu a encontrei pela primeira vez nos livros do Caio F. notadamente na ótima biografia que escreveu Paula Dip. Ana C. era amiga e da mesma geração do Caio F. Dos poucos minutos da reportagem, chamou-me atenção o fato de aos dez anos a criança Ana C. ter escrito um livro com o título: "Memórias". Ela tinha pressa. Segundo sua mãe, pensava, falava, escrevia, suava e vivia literatura. Segundo seu pai, aos vinte já tinha lido no original os melhores poetas franceses, ingleses no original, e no original enfatizava o pai, os espanhóis. Feminista, e segundo a mãe linda e sensual, mostra uma foto onde ela aparece nua, como um bacalhau encostada na estante do seu quarto, com os braços encobrindo os peitinhos, que o RE seio impunha. Ana C. será famosa. Sua poesia ficará. Apesar de continuar achando que agradará, preferencialmente as almas femininas. Assim como Clarice Lispector.

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valter ferraz deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":

Pior que o niver é o "findi" para designar o final de semana.

Postado por valter ferraz no blog . em terça-feira, 2 de agosto de 2016 19:39:00 BRT

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 Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Valter Ferraz e "MORTE NO BRÁS - Volume II":

Mais um!

Postado por Jorge Pinheiro no blog . em quarta-feira, 3 de agosto de 2016 06:38:00 BRT

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3.8.16

Valter Ferraz e "MORTE NO BRÁS - Volume II

O Prefácio é meu.

Crônica diária

Luz de geladeira

O primeiro que ouvi usar foi o deputado Eduardo Cunha. Hoje li o Ricardo Noblat usando. Já pegou. A pessoa que gosta de holofotes, de aparecer, não resiste nem a luz da geladeira. Abre e começa a falar.

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João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Moça reclinada":

Esta MOÇA parece estar pedindo textículos !

Postado por João Menéres no blog . em terça-feira, 2 de agosto de 2016 02:52:00 BRT

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Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Moça reclinada":

Puxa... ia dizer o mesmo. Faltam "os ditos".

Postado por Jorge Pinheiro no blog . em terça-feira, 2 de agosto de 2016 07:43:00 BRT 

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2.8.16

Moça reclinada

Estamos estudando incluir uma imagem de uma das minhas esculturas na Capa do próximo livro TEXTÍCULO Pequenos textos. Tratamento de imagem Guilherme Lunardelli.

Crônica diária

A frase

 A vingança do goleiro é bater pênalti, e marcar gol.

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Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":

Primeiras vezes que ouvi não entendi nada do que era o tal de "niver". Precisei de explicações e confesso, também não gosto. Por cá também temos várias expressões que se vão popularizando e que são de extremo mau gosto. É a vida!

1.8.16

BRASÃO da PIACABA

Arte final Guilherme Lunardelli

Crônica diária

Nas altas rodas e baixo intelecto
O título pode induzir o leitor a pensar nas altas rodas políticas e no baixo clero. Mas não. Vou tratar, mais uma vez, das minhas implicâncias. Minhas birras. E volto ao assunto a propósito do comentário que fiz sobre o título para uma coletânea de crônicas "Just for fun". Apesar de gostar muito, tinha dúvidas se não pareceria pedante, pernóstico usar uma língua importada. Alguns poucos, é verdade, me incentivaram alegando que a expressão era bastante conhecida, mais abrangente e sonora do  que "Só por prazer". A razão da minha dúvida é por conta da implicância que tenho com gente que usa  "niver" no lugar de aniversário. Acho um horror. É típico de baixo intelecto em altas rodas. Hoje é usado até por gente de classe menos favorecida. Nela, pode ser até desculpável, mas não menos horrível. "Never" digam "niver". Por favor

AS POSTAGENS ANTERIORES ESTÃO NO ARQUIVO AÍ NO LADINHO >>>>>

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