11.8.16
Crônica diária
Uma coleção de crônicas
Como tudo na vida, depende da quantidade. Se você tem uma pedrinha
rolada, ela por si só não quer dizer muita coisa. Na verdade não quer
dizer nada. É só uma pedrinha rolada. Mas se você coleciona pedrinhas
roladas de diversos lugares, e chega a ter milhares delas, já é uma
coisa diferente. Terá no mínimo uma pedreira, e grande incomodo em
guardar tanta pedra. Digo isso porque tenho. Coleciono pedrinhas. Certa
vez chegou u´a amiga acompanhada de uma austríaca, linda, de olhos
azuis, e me apresentou: "Olha Eduardo, esta é Lilian, minha amiga, e
mexe com pedras". A moça era joalheira, e das boas, famosa.
Cumprimentei-a dizendo: " Eu também mexo com pedras, muito prazer." Todo
esse introito para dizer que hoje minhas crônicas diárias, tão
importantes, individualmente, quanto uma pedrinha rolada, somam mais de
1360 acometimentos. Estão reunidas em cinco volumes de trezentas.
"Agudas e Crônicas", "Dance comigo", "O diabo desse anjo", "Textículos",
e em andamento "Intimidades Crônicas" já com 160 textos. Esse conjunto
de observações, comentários, críticas, resenhas, frases, e desabafos ao
longo de 1360 dias, cobre um universo de tempo, e de história, que
ficam com o passar do tempo cada vez mais interessantes. Ao fazer a
revisão dos três últimos, tive essa grata surpresa. Esta valendo a pena.
10.8.16
Crônica diária
"Legenda para fotos nunca feitas"
Luiz Ruffato, filho de pipoqueiro em Cataguases, é um cronista de mão
cheia. Dele estou lendo agora "Minha primeira vez". Sobre a coletânea
falarei em outra oportunidade. Hoje quero comentar a crônica em que nos
conta que nunca carrega máquina fotográfica em suas viagens. Prefere
escrever legendas para suas impressões, paisagens, pessoas, coisas, à
sua volta. Os cheiros, cores, barulhos, gostos, temperaturas que não
poderiam ser fixadas em imagens, são registrados por palavras. Ao voltar
da viagem espalha em sua mesa de trabalho os pedaços das lembranças.
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João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
Se o Eduardo tem duas experiências marcantes a propósito de uma bicicleta, estou certo que os desse Concurso Cultural têm que arranjar duas bikes para ele !
Todos bem sabemos o jeito do Eduardo para contar histórias que sempre nos divertem.
Postado por João Menéres no blog . em terça-feira, 9 de agosto de 2016 04:03:00 BRT
Se o Eduardo tem duas experiências marcantes a propósito de uma bicicleta, estou certo que os desse Concurso Cultural têm que arranjar duas bikes para ele !
Todos bem sabemos o jeito do Eduardo para contar histórias que sempre nos divertem.
Postado por João Menéres no blog . em terça-feira, 9 de agosto de 2016 04:03:00 BRT
9.8.16
Flavio Cavalcante Júnior
Fiquei amigo virtual do filho do Flávio Cavalcante, de quem fui amigo. Em sua página do FB tem uma foto sua com seu filho, neto portanto do Flavio, com as mesmas idades dessa acima. O neto também é Flávio. Quem nos apresentou foi Maria Vitória Lago, apesar do Livier Perroy ser nosso amigo comum. Espero passar a ler os textos que escreve, aos quais chama de "abobrinhas". Somos, portanto, dois quitandeiros.
Crônica diária
No tempo do Guaraná com rolha
No caixa do supermercado Quitanda, em Pinheiros, na cidade de São Paulo,
recebi uns cupons para participar de um Concurso Cultural, isso mesmo,
esse é o nome do certame: "Concurso Cultural de Incentivo à Mobilidade
Urbana". Com um título tão pomposo, e o regulamento em quinze cláusulas,
no verso da ficha de inscrição, solicitam aos participantes "uma
experiência marcante que você viveu com sua bike". Como contar uma
história em sete linhas? Não é sorteio. A melhor história vence, e seu
autor (a), ganham uma bicicleta como premio. Não sendo sorteio, e não
dependendo da sorte, resolvi pegar os cupons. Me deram logo vinte.
Tenho, portanto, vinte reais oportunidades, de convencer os jurados, até
dia 31 de Agosto deste ano. Eu pessoalmente tenho duas experiências
marcantes com minha bike (como dizem hoje). Naquele tempo, década de 60
era bicicleta, mesmo. Mas tenho dezoito fichas para quem quiser contar
as suas experiências em até sete linhas. No caso de vitória, a bicicleta
será do autor da história, evidentemente. Serei apenas o portador. E
minhas histórias são do tempo que Guaraná tinha rolha. Será que vão
agradar?
8.8.16
Jardim in progress
Jardim exige cuidados diários. Esta sempre in progress. Piacaba, Julho 2016
A escultura em mármore é do Boku Ionoie .
A escultura em mármore é do Boku Ionoie .
Crônica diária
Luiz Ruffato e eu temos em comum mais do que a careca
Como prometi volto a falar do livro "Minha primeira vez" do Luiz
Ruffato. Ele era filho de uma lavadeira e um pipoqueiro, e estudou, por
pouco tempo, no Colégio de Cataguases, onde liderei uma greve e fui
expulso. Ruffato é amigo e vizinho do Frei Beto. Ele é admirador do
Guimarães Rosa. Sobre este ultimo já contei que conheci sua literatura,
em 1969, treze anos depois da publicação de "Grande sertão: veredas", e
dois depois da sua morte. Foi o saudoso professor Gradin (Cataguases,
Minas) quem dele me falou. Em São Paulo ainda ninguém conhecia esse
gênio. E graças a ele levei um zero em prova de redação. O professor não
era mais o Gradin, e a palavra que inventei, "jumengar" (andar de
jumento, evidentemente) não agradou. Mas Ruffato também tem como vizinho
o Humberto Werneck, que além de mineiro é primo do Ronaldo Werneck,
ilustre poeta de Cataguases, e meu contemporâneo no Colégio. Quanto ao
Frei Beto, escrevi recentemente que estivemos juntos num voo para
Florianópolis, e fomos contemporâneos nos ensaios e primeiras
apresentações do "Rei da Vela", no Teatro Oficina, onde ele era
assistente do Zé Celso, e eu namorado da Ítala Nandi, Heloisa de Lesbos,
na peça do Oswald de Andrade. Um dia desses vou procurar o Luiz para
dizer que além de leitor, admirador, temos muitas histórias que se
cruzam, sem contar que nossas famílias tem a mesma origem veneta, e ele
cronista e eu aprendiz.
Comentários que valem um post
Fernando Ulhoa Levy Bom
amigo, grande liderança, fomos contemporâneos na Cavalaria do CPOR em
1957. Luiz tinha uma nobreza de espírito, que Deus o acolha com muita
Luz e Paz.
Muito bom seu comentário Eduardo. Forte abraço
Muito bom seu comentário Eduardo. Forte abraço
7.8.16
Crônica diária
Nas alturas
Foi num diálogo com minha mulher que apareceu a frase que virou este texto. Disse a ela que havia conseguido, numa promoção uma passagem aérea por R$99,00. Ela se surpreendeu, e perguntou se os preços haviam baixado. Respondi que não, e que preços aéreos continuavam nas alturas. Pudera, querer voar com preços de metrô, não dá! E aqui não me referia ao metrô de superfície.
Foi num diálogo com minha mulher que apareceu a frase que virou este texto. Disse a ela que havia conseguido, numa promoção uma passagem aérea por R$99,00. Ela se surpreendeu, e perguntou se os preços haviam baixado. Respondi que não, e que preços aéreos continuavam nas alturas. Pudera, querer voar com preços de metrô, não dá! E aqui não me referia ao metrô de superfície.
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Psicanalista deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Michel Temer":
O "cara" ta bem beneficiado aqui.
Ele é asqueroso !
Postado por Psicanalista no blog VITIMA DA QUINTA em 6 de agosto de 2016 08:20
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Aloísio De Almeida Prado DUDU, obrigado !!!
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6.8.16
Visita de um casal amigo
Ontem o casal Maria Vitória e Aloísio de Almeida Prado me fizeram uma visita "de médico", como dizia minha mãe no século passado, quando os médicos ainda iam nas casas dos pacientes. Visita rápida. E me cobrou uma foto dele aqui no Varal. Cá esta, feita pela Cosmerina, nossa cozinheira.
E para que o Aloísio não reclame mais, aqui vai uma outra boa foto feita pela esposa Maria Vitória Lago, onde o mais importante não é o extraordinário Ipê roxo, ao fundo, nem a camisa combinando com as flores, muito menos o largo e gostoso sorriso, mas os meus quatro livros no peito.
Crônica diária
Luiz Suplicy Hafers nos deixou
Seguindo o princípio de que devemos homenagear os vivos, e não derramar elogios aos que se foram, reporto-me à crônica de 24/01/2014, quando exaltei as qualidades morais, as ideias do brasileiro, com postura de inglês, na elegância e atitudes do Luiz Suplicy Hafers, o Luizinho para os amigos. Morre aos 80 anos um paulista lúcido, batalhador e culto. Transcrevo a crônica de trinta e dois meses atrás, em minha derradeira homenagem.
Seguindo o princípio de que devemos homenagear os vivos, e não derramar elogios aos que se foram, reporto-me à crônica de 24/01/2014, quando exaltei as qualidades morais, as ideias do brasileiro, com postura de inglês, na elegância e atitudes do Luiz Suplicy Hafers, o Luizinho para os amigos. Morre aos 80 anos um paulista lúcido, batalhador e culto. Transcrevo a crônica de trinta e dois meses atrás, em minha derradeira homenagem.
Luiz Suplicy Hafers
Assisti pela TV uma recente entrevista do jornalista Luiz Nassif com o
empresário Luiz Hafers. Um dos mais lúcidos e autênticos empresários
brasileiros traçou um panorama realista da situação político econômica
do país, se auto declarando um otimista cauteloso. Na verdade descreve o
Brasil como terra arrasada, pensando em líderes e políticos. Homem de
uma elegância ousada, tem porte e postura dos nobres ingleses. Fala
baixo, e diz tudo o que pensa com clareza, humor e às vezes com grossos
palavrões. Ex marinheiro no exercito americano, foi presidente de várias
associações de ruralistas. Fazendeiro, cafeicultor e líder de sua
classe, se distingue dela pela cultura. É considerado, por alguns de
seus pares, como pouco confiável, ideologicamente, por ter em sua casa
um retrato do líder chinês Mao Tsé-Tung. Trata-se de uma obra do Andy
Warhol . Lamenta não ter podido votar a favor de nenhum candidato, nos
últimos vinte anos. Vota contra. Vota tentando evitar o pior. " A fome é
quieta".
24/01/2014
24/01/2014
Comentários que valem um post
Silvares deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Pera e Ovo na capa":
Subtileza!
Rima com beleza:D
Postado por Silvares no blog . em sexta-feira, 5 de agosto de 2016 10:22:00 BR
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5.8.16
Crônica diária
Nilcea, cliente das Lojas Marisa
De uns três meses para cá meu celular recebe mensagens do departamento
de cobrança das Lojas Marisa, para a Nilcea. A de hoje cobra R$72,41
vencidos dia 17/07/2016. "Caso o valor já tenha sido quitado,
desconsidere este aviso". Como é o terceiro comunicado nesse sentido,
concluo que a Nilcea atrasa, mas paga. Nunca cobraram mais de um mês
vencido. O que me incomoda é o fato de nossos telefones terem o mesmo
número. Será o prefixo diferente? Essa linha, quando celular era
disputadíssimo, ganhei do amigo Luiz Briquet que era influente na
telefônica. Como o número era tido do diabo (999***666) ninguém queria
nem de graça. Pelo visto a Nilcea também não é supersticiosa. Mas o que
devo fazer? Se ligo para o meu número, não é o da Nilcea que toca. Ligar
para as Lojas Marisa não vai adiantar. Vão me responder em gerúndio,
que o número do cadastro é aquele, e que a mensagem é automática. O
melhor é esperar pelo fim do crediário da Nilcea. Ela atrasa, mas paga.
4.8.16
Crônica diária
Ana C
Em 4 de Junho de 2013 escrevi umas linhas intituladas "Ana Cristina Cesar, "A teus pés", e não fui elogioso à escritora. Na verdade não gostei nada, a não ser de uma frase: "Estou bonita que é um desperdício". E lamentei seu prematuro suicídio. Esta madrugada à exatos três anos e um mês depois, volto a escrever sobre ela. Assisti as ultimas cenas de um documentário onde suponho, a mãe e o pai, prestam depoimentos sobre a vida da poetiza. Seu nome este ano foi bastante ventilado por conta da Flip tê-la homenageado. Por tudo que se falou dela, tornou-se menos desconhecida. Eu a encontrei pela primeira vez nos livros do Caio F. notadamente na ótima biografia que escreveu Paula Dip. Ana C. era amiga e da mesma geração do Caio F. Dos poucos minutos da reportagem, chamou-me atenção o fato de aos dez anos a criança Ana C. ter escrito um livro com o título: "Memórias". Ela tinha pressa. Segundo sua mãe, pensava, falava, escrevia, suava e vivia literatura. Segundo seu pai, aos vinte já tinha lido no original os melhores poetas franceses, ingleses no original, e no original enfatizava o pai, os espanhóis. Feminista, e segundo a mãe linda e sensual, mostra uma foto onde ela aparece nua, como um bacalhau encostada na estante do seu quarto, com os braços encobrindo os peitinhos, que o RE seio impunha. Ana C. será famosa. Sua poesia ficará. Apesar de continuar achando que agradará, preferencialmente as almas femininas. Assim como Clarice Lispector.
Em 4 de Junho de 2013 escrevi umas linhas intituladas "Ana Cristina Cesar, "A teus pés", e não fui elogioso à escritora. Na verdade não gostei nada, a não ser de uma frase: "Estou bonita que é um desperdício". E lamentei seu prematuro suicídio. Esta madrugada à exatos três anos e um mês depois, volto a escrever sobre ela. Assisti as ultimas cenas de um documentário onde suponho, a mãe e o pai, prestam depoimentos sobre a vida da poetiza. Seu nome este ano foi bastante ventilado por conta da Flip tê-la homenageado. Por tudo que se falou dela, tornou-se menos desconhecida. Eu a encontrei pela primeira vez nos livros do Caio F. notadamente na ótima biografia que escreveu Paula Dip. Ana C. era amiga e da mesma geração do Caio F. Dos poucos minutos da reportagem, chamou-me atenção o fato de aos dez anos a criança Ana C. ter escrito um livro com o título: "Memórias". Ela tinha pressa. Segundo sua mãe, pensava, falava, escrevia, suava e vivia literatura. Segundo seu pai, aos vinte já tinha lido no original os melhores poetas franceses, ingleses no original, e no original enfatizava o pai, os espanhóis. Feminista, e segundo a mãe linda e sensual, mostra uma foto onde ela aparece nua, como um bacalhau encostada na estante do seu quarto, com os braços encobrindo os peitinhos, que o RE seio impunha. Ana C. será famosa. Sua poesia ficará. Apesar de continuar achando que agradará, preferencialmente as almas femininas. Assim como Clarice Lispector.
Comentários que valem um post
valter ferraz deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
Pior que o niver é o "findi" para designar o final de semana.
Postado por valter ferraz no blog . em terça-feira, 2 de agosto de 2016 19:39:00 BRT
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Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Valter Ferraz e "MORTE NO BRÁS - Volume II":
Mais um!
Postado por Jorge Pinheiro no blog . em quarta-feira, 3 de agosto de 2016 06:38:00 BRT
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Pior que o niver é o "findi" para designar o final de semana.
Postado por valter ferraz no blog . em terça-feira, 2 de agosto de 2016 19:39:00 BRT
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Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Valter Ferraz e "MORTE NO BRÁS - Volume II":
Mais um!
Postado por Jorge Pinheiro no blog . em quarta-feira, 3 de agosto de 2016 06:38:00 BRT
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3.8.16
Crônica diária
Luz de geladeira
O primeiro que ouvi usar foi o deputado Eduardo Cunha. Hoje li o Ricardo Noblat usando. Já pegou. A pessoa que gosta de holofotes, de aparecer, não resiste nem a luz da geladeira. Abre e começa a falar.
O primeiro que ouvi usar foi o deputado Eduardo Cunha. Hoje li o Ricardo Noblat usando. Já pegou. A pessoa que gosta de holofotes, de aparecer, não resiste nem a luz da geladeira. Abre e começa a falar.
Comentários que valem um post
João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Moça reclinada":
Esta MOÇA parece estar pedindo textículos !
Postado por João Menéres no blog . em terça-feira, 2 de agosto de 2016 02:52:00 BRT
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Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Moça reclinada":
Puxa... ia dizer o mesmo. Faltam "os ditos".
Postado por Jorge Pinheiro no blog . em terça-feira, 2 de agosto de 2016 07:43:00 BRT
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2.8.16
Comentários que valem um post
Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
Primeiras vezes que ouvi não entendi nada do que era o tal de "niver". Precisei de explicações e confesso, também não gosto. Por cá também temos várias expressões que se vão popularizando e que são de extremo mau gosto. É a vida!
Primeiras vezes que ouvi não entendi nada do que era o tal de "niver". Precisei de explicações e confesso, também não gosto. Por cá também temos várias expressões que se vão popularizando e que são de extremo mau gosto. É a vida!
1.8.16
Crônica diária
Nas altas rodas e baixo intelecto
O título pode induzir o leitor a pensar nas altas rodas políticas e no baixo clero. Mas não. Vou tratar, mais uma vez, das minhas implicâncias. Minhas birras. E volto ao assunto a propósito do comentário que fiz sobre o título para uma coletânea de crônicas "Just for fun". Apesar de gostar muito, tinha dúvidas se não pareceria pedante, pernóstico usar uma língua importada. Alguns poucos, é verdade, me incentivaram alegando que a expressão era bastante conhecida, mais abrangente e sonora do que "Só por prazer". A razão da minha dúvida é por conta da implicância que tenho com gente que usa "niver" no lugar de aniversário. Acho um horror. É típico de baixo intelecto em altas rodas. Hoje é usado até por gente de classe menos favorecida. Nela, pode ser até desculpável, mas não menos horrível. "Never" digam "niver". Por favor
O título pode induzir o leitor a pensar nas altas rodas políticas e no baixo clero. Mas não. Vou tratar, mais uma vez, das minhas implicâncias. Minhas birras. E volto ao assunto a propósito do comentário que fiz sobre o título para uma coletânea de crônicas "Just for fun". Apesar de gostar muito, tinha dúvidas se não pareceria pedante, pernóstico usar uma língua importada. Alguns poucos, é verdade, me incentivaram alegando que a expressão era bastante conhecida, mais abrangente e sonora do que "Só por prazer". A razão da minha dúvida é por conta da implicância que tenho com gente que usa "niver" no lugar de aniversário. Acho um horror. É típico de baixo intelecto em altas rodas. Hoje é usado até por gente de classe menos favorecida. Nela, pode ser até desculpável, mas não menos horrível. "Never" digam "niver". Por favor
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Falaram do Varal:
"...o Varal de Ideias é uma referência de como um blog deve ser ." Agnnes
(Caminhos e Atalhos, no mundo dos blogs)..."parabéns pelo teu exemplo de como realmente se faz um blog...ou melhor tantos e sempre outstandings...".
(Vi Leardi )











