16.6.16

Revista da Livraria da Vila

Número de Junho/2016 Paulinha e eu com o boto do Rio Negro.

15.6.16

Crônica diária


Chapelaria

Os jovens nem sabem o que é isso. Chapelaria não existe mais, a não ser em vetustos clubes, hotéis ou teatros. Passei por uma delas, dia desses, e me lembrei das famílias Prada e Ramenzoni. Estudei com alguns no Colégio Dante Alighieri. Mas as atuais Chapelarias só servem para guardar casacos, raquetes, mochilas, skate, patins, e malas.  Daí lembrei de nomes de famílias que nos remetem ao que fizeram ou produtos por eles fabricados. Tirando os Matarazzo que tinha indústria de quase tudo, os Filizzola nos reportam às balanças, os Caloi às bicicletas, os Kopenhagen à doceira, como bem lembrou a leitora Elianne Mesavilla, há dias passados, quando falávamos de marzipan. Martinelli foi o edifício mais alto de São Paulo num passado recente. Prado, nos remete aos cristais. Não há como não associar Suplicy ao café. Mas pode nos lembrar o ex senador Eduardo, que também é Matarazzo. A senadora Marta sua mulher, e sexóloga, é que não é uma coisa nem outra. Ela é irmã do Zizio Smith de Vasconcellos, meu contemporâneo.  O Eduardo jogou futebol no campinho da Rua Canadá, onde eu e meu irmão Paulo, também, jogávamos. Nosso goleiro era o Boris Casói, jornalista que nos remete ao bordão "uma vergonha". Gillette e Bic são nome de famílias. Arno, eletrodomésticos, e meu vizinho de rua, Pirani é meu amigo e seu avô fundador do magazine, Zanini e Dedini metalúrgicas, Teperman, tapetes e móveis. Bertolli é primo da minha ex mulher e fabricante do famoso azeite de oliva. Isso para não falar do Henry Ford, e Gurgel automóveis, Casa Almeida irmãos, roupa de cama, Zillo Lorenzetti, açucareira e chuveiros, Fasano, restaurante e Maksoud, hotel, Gigetto, cantina, Lindenberg construtora de edifícios neo clássicos, Spinelli e Busso calçados, Aurélio, camiseiro, Fracalanza, faqueiros de prata, Armani, vestuário, Castelo Branco, Dutra e Anchieta, rodovias, Vargas, lona de freio, Michelin, pneus, Odebrecht, construtora e corrupção, Dr. Ross, pílulas de vida,  Fleury, laboratório de análises, Sabin, vacina, Ono, mestre de aikido,  Gracie, jiu jitsu, Cooper, corrida, e por aí vai.        

Cuide dos seus

Foto enviada por José Luiz Fernandes

Crônica diária






A casa do porco bar

Há oito meses funciona na Rua Araujo, 124, esquina da General Jardim a mais badalada casa de carnes suínas paulistana. O sucesso é absoluto. Comandada por um dos grandes chefs da cidade, o rio-pardense Jefferson Rueda, cuja mulher, Janaína Rueda (do Bar da Dona Onça, no térreo do Copan), já fazia sucesso na redondeza. Paulinha e eu fomos conhecer e tivemos muita sorte, haviam dois únicos lugares em mesa comunitária, ou espera de duas horas para u´a mesa. Três rapazes, cada um de um estado brasileiro, acompanhados de uma linda moça colombiana. O salão tem visual moderninho ao estilo dos endereços do Brooklyn, em Nova York, numa combinação de neon, concreto, piso de cimento queimado e azulejos retangulares, com decoração aérea de origamis de porco, evidentemente. As mesas comunitárias em forma de linguiça. Cadeiras simples, mas confortáveis. Entre os detalhes que fazem diferença estão copos e pratos de pedra-sabão feitos sob encomenda. Servem uma cerveja totalmente em sintonia com a temática da casa, a deliciosa session IPA Horny Pig, produzida pela Blondine. Paulinha e eu tomamos um vinho tinto chileno que combinava perfeitamente com as carnes e o frio da cidade. Muitas receitas tem uma pegada oriental, a exemplo do sensacional sushi de papada de porco. Outra estrela do menu é o Porco a San Zé, assado inteiro e lentamente por pelo menos 8 horas. Vem acompanhado de tutu de feijão, tartar de banana, farofa e couve cortada bem fininha. O serviço é por conta de uma moçada simpática, atenta, e muito eficiente. Orientam os clientes novatos a navegarem pelo extenso menu. Para primeira viagem, e foi pelo que optamos, recomendam uma série de pequenas e deliciosas porções, que ao final e cabo dão uma perfeita ideia do que se pode fazer com carnes de porco, inteligência, um toque oriental, e produtos nacionais. O restaurante bar, tem uma janela voltada para a calçada onde servem sanduíches, courinho de porco pururuca, sucos e bebidas, a preços bem acessíveis.  Quanto a nós, comemos maravilhosamente. Voltaremos muitas e muitas vezes. Há estacionamento ao lado. Recomendamos como um dos melhores restaurantes de São Paulo.

14.6.16

Le Corridor des Âmes.

Crônica diária


Nefasta e grave experiência de esquerda
 
É bem provável que o Brasil não tenha passado em sua história por momentos tão confusos como os atuais. Dois presidentes eleitos, uma afastada por admissibilidade de impeachment, seu vice no exercício provisório no poder. Provisório que nem ela, e ninguém, imaginam possa  reverter. Em menos de dez dias o país é governado por outras figuras. Majoritariamente brancos, homens, e com grande experiência política e administrativa. Foi o suficiente para gerar críticas das esquerdas comprometidas com o passado e o atraso, e jornalistas mal informados ou preconceituosos. No exterior, apesar das difamações alardeadas pela presidente deposta provisoriamente, o mundo dos negócios respirou aliviado com o fim do PT e assemelhados. O desastre econômico, e social deixado pelos treze anos de equívocos petista demandarão um bom número de anos para serem corrigidos e sanados. A crise atual não tem parâmetros na história brasileira. Mas os descalabros não ficam por conta só do impeachment. O presidente da Câmara dos Deputados, primeiro na linha sucessória, por determinação do STF encontra-se em casa, afastado até segunda ordem das suas funções. Será caçado seu mandato? Ninguém pode apostar. Será preso pela Operação Lava Jato, é bem provável. Mas a Câmara continua, nesse ínterim, acéfala por conta de que o vice presidente é um veterinário do baixíssimo clero, do Estado do Maranhão, e que tem cometido atos estapafúrdios todos os dias. Por sua vez, no Senado, o Presidente Renan, acompanhado do Senador e ex líder e ministro dos últimos três governos  Romero Jucá,  são denunciados pelo procurador da justiça Janot. Os ex presidentes Fernando Collor e José Sarney também foram arrolados pelo Janot.  A operação Lava Jato veio para dar, com a coragem de jovens procuradores do Paraná, e do valente e competente juiz de primeira instância, Sergio Moro, um banho de moralidade na política, julgando e prendendo quem esta a seu alcance. E não ficou só nos políticos, muito pelo contrário, começou pelos empresários e homens mais ricos do país. Os chamados colarinho branco, estão na cadeia e confessando seus crimes, e delatando os envolvidos na corrupção endêmica brasileira. Só, e para completar os absurdos, o chefe absoluto disso tudo esta solto e ainda não foi denunciado. Não sobrou um partido político a salvo das denuncias e processos. Só resta uma nova constituinte, para reinaugurar uma nova república, com novos partidos, novos políticos, reforma eleitoral, para dar continuidade a hercula tarefa de reconstruir o que sobrou do Brasil, dessa nefasta e grave experiência populista de esquerda.

13.6.16

The Things That Excite Me

Crônica diária

Crime imperfeito

A ossada que o cronista Carlos Heitor Cony tanto cobrava, finalmente apareceu. Dana  de Teffé, judia, checa, ex bailarina do Marquês de Cuevas, maior corpo de balé da época, e depois espiã dos alemães, russos, ingleses e mexicanos entre as décadas de 30 e 40, aporta no Brasil em 1951. Foi casada pela terceira vez com o rico desportista e embaixador Manoel de Teffé von Hoonholtz. Depois de separada com 48 anos, contratou o advogado Leopoldo Heitor de Andrade Mendes, para cuidar dos seus interesses financeiros. Dizem que mantinham uma relação amorosa. Muniz Sodré afirma que o advogado munido de uma falsa procuração teria se apropriado de sua fortuna. No ano de 1961, 29 de junho para ser mais preciso, Dana sai de seu apartamento no Rio de Janeiro, com  Heitor e viajam para São Paulo pela Dutra quando na altura de Angra dos Reis, segundo o relato do Leopoldo o carro foi assaltado e ela sequestrada por espiões comunistas. Nunca mais foi vista viva ou morta. Leopoldo foi preso e julgado por assassinato. Fugiu da prisão e dez dias depois recapturado em Mato Grosso. Em novos julgamentos foi absolvido por falta de um corpo.  Escavaram o Brasil em busca de uma ossada. Nunca nada foi encontrado desde a década de 60. Esta semana acharam enterrada, na casa de Dana, em Paraty, uma ossada junto de um relógio gravado com seu nome. Leopoldo morreu em 2001. Mais um caso para o delegado Joaquim Dornelas, personagem dos romances policiais do Paulo Levy desvendar. Quem poderia ter enterrado na própria casa, uma vítima, com o relógio de Dana? A ossada seria a de um ladrão de relógios? Ou o Leopoldo conseguiu enganar por todos esses anos a polícia e justiça brasileira?

PS- Sempre é bom lembrar que o citado advogado Leopoldo Heitor esteve envolvido no momentoso caso do  Sacopã, (1952) onde um jovem foi assassinado e levantou-se a suspeita de um triangulo amoroso envolvendo um oficial da FAB. Leopoldo Heitor apresentou à imprensa um cliente que dizia ter dado uma carona para a vítima que iria ao encontro com Bandeira. Com esse testemunho o militar foi condenado a quinze anos de prisão. Em 1972 conseguiu provar sua inocência, e também que o "cliente" de Leopoldo Heitor era um farsante. Outro autor foi levantado em 1959 pelo então deputado Tenório Cavalcanti, como responsável pelo crime, demonstrando a importância que o caso teve no país. Leopoldo Heitor volta às manchetes em 1957 acusado de peculato. Foge com a mulher para a Argentina até a revogação da sentença em 1960. Em 1961 tem o caso com Dana de Teffé. 


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Valter Ferraz Obrigado, caro amigo Eduardo Penteado Lunardelli, por gastar seu dinheiro com meu livrinho. Dá uma sensação boa vê-lo em suas mãos assim. Nós, autores, gostamos disso, não é mesmo? Quanto a resenha já a considero feita e agradeço as boas palavras. O lenço no rosto foi para disfarçar o vermelho que afogueou, poesia nunca foi o meu forte, embora na adolescência eu tenha cometido algumas. Cesar Lavalle é um cara gente boa e ainda vai me ajudar na jornada. Grande abraço

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Cassia Rocha
Cassia Rocha Vizinho, na Inglaterra a gente compra marzipan de meio-quilo, para cobrir bolo de fruta —feito de frutas secas e algumas cristalizadas, ovos, pouco açúcar, pouca farinha, é guardado em lata fechada e regado com cognac/brandy durante meses ou anos (minha mãe produzia safras de 3 anos, agora já não se ocupa mais dessas coisas). Aí é confeitado com uma camada de marzipan, outra de fondant (puro açúcar). http://www.waitrose.com/shop/DisplayProductFlyout...
Cassia Rocha
Cassia Rocha Quando for a Londres, dê um pulinho no Waitrose ou no Sainsbury's —Marks&Spencer's também tem, embora não online. Esta é mais uma coincidência que nos aproxima, e podemos até combinar: o primeiro que for, traz para o outro! Marzipan é coisa pra conversar com a boca durante longos minutos...
 
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12.6.16

Flores de Junho

Para ver a imagem completa click sobre a foto - SP- Junho de 2016

Crônica diária

 Marzipã, bala de coco e de café

Ontem falei do caro e pouco conhecido vinho santo da Toscana. Hoje comento sobre uma das coisas de que sou fã: marzipã. Desde criança sou um consumidor de marzipã. Quando adulto, e já pai de dois filhos, recebia de presente da minha mãe umas caixinhas com miniaturas de frutas de marzipã. Ela dizia que era muito difícil me presentear, e é verdade, mas que sempre que via, e cada vez menos, vitrines com bichinhos ou frutas de marzipã, lembrava de mim. Ontem comprei um chocolate recheado de marzipan de origem alemã. Indescritível. Uma fina camada de chocolate amargo, recheado com generosa massa de marzipan. Como sabem o marzipã é produzido à base de massa de amêndoas, clara de ovo e açúcar. Como amêndoa  é importada, o marzipã nacional também é caro. 
Sua origem é duvidosa – uns dizem que vem de Veneza, outros de Lübeck, na Alemanha, em 1407 quando houve grande falta de grãos. O rei então ordenou aos padeiros da região que desenvolvessem um alimento utilizando as matérias primas disponíveis. Foi então desenvolvido esse “pão de amêndoas” para evitar a fome na região, mas a versão mais comum é de que tem origem bizantina e chega à Europa no século VII. Para quem nunca provou recomendo. Na falta de marzipã, uma bala de coco, ou de café, feita em casa, são muito boas.  

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Blogger valter ferraz disse...
Obrigado pela resenha, caro amigo. O lenço é para tentar disfarçar a vergonha de cometer poesia, que não é a minha praia, porém aquilo que fizemos na adolescência sempre vem à tona, de uma maneira ou de outra.
Um grande baraço.

sábado, 11 de junho de 2016 03:22:00 BRT
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 Luciana de Camargo maravilha...numa das vezes, experimentei numa formaggeria em Roma, uma mistura de gorgonzola, passas, amendoas e Vin Santo, que depois era enformada naquelas pequenas formas de bolo, colocada na geladeira, desenformada e servida com torradas...mas com os cantuccini realmente é uma delícia! auguri, Eduardo Penteado Lunardelli!
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Foto enviada por José Luiz Fernandes
José Luiz Fernades
 Deveria haver uma espécie de Tratado de Tordesilhas que limitasse os Lunardelli ao litoral sulista, ou seja, nada acima de Peruíbe,Mongaguá ou – vá lá – Parati.  Ponta de Corumbau já é uma demasia de propriedades praianas. Se a Dilma voltar, ela vai baixar uma MP dando um jeito nisso.

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11.6.16

LAÇOS DE SANGUE - Cesar Lavalle



No terceiro dia útil recebi como previsto. Algumas palavras a respeito: LAÇOS DE SANGUE - Tentativas Poéticas - CESAR LAVALLE - Não sei exatamente por que Valter Ferraz se escondeu atrás de um pseudônimo. Escondeu como criança que coloca um lenço sobre o rosto e pergunta aos pais: "Vocês me viram por aí?" Embora, na contra capa diga que não é um livro de poesia, discordo. É de poesia e letra de música. Compostas entre 1974 a 1981, tem como tudo, o frescor da idade. Parabenizo o autor ainda que com o lenço sobre o rosto. O fino livro de fina poesia editado pelo Clube de Autores, onde também o Valter Ferraz editou (e eu não sabia) Contos Absurdos (2012) e Escolhidos (2013), ganhou o prêmio CLIPP- 2012 e 2013 no Salão do Livro de Presidente Prudente/SP.

PS- Aproveitando o comercial do livro do Cesar Lavalle, que pode ser encontrado unicamente no Clube de Autores, pela internet, posto a tela que aparece ao fundo na imagem acima. De minha autoria, óleo sobre tela,  100x100cm - Série paisagens - circa 1998
Coleção do artista

Crônica diária


 Vin Santo 

Nem tudo que é bom na vida é caro. Por exemplo, um pudim de beira de estrada, ou queijo mineiro com goiabada cascão são muito bons, e não custam muito. Ao contrário tudo que é caro, geralmente, é muito bom. Hoje vou tratar do pouco conhecido no Brasil, Vin Santo, vinho típico da Toscana. É caro, mesmo lá. Produzido com uvas "malvasia" ou "trebbiano" tem seus cachos escolhidos na época da colheita, pendurados em ganchos na "vinsantaia" para "apassire", ou ato de perder líquido e aumentar a concentração de açúcar. Essa etapa pode durar vários meses. Depois ocorre a vinificação e envelhecimento que ocorre em pequenos barris de carvalho de não mais que cinco hectolitros. Só podem ser comercializados depois do terceiro ano após a colheita. Importante não confundir vinho licoroso que é aquele que recebe álcool, com o vinho santo, onde o teor alcoólico é natural e fica entre quinze e dezessete por cento. Para consumir o vinho na Toscana, usam um biscoito duro de amêndoas, que é embebido e amolecido na taça com o vinho, para ser saboreado. Esse biscoito é chamado de "cantuccini" ou Panforte (di Siena). Quanto à origem do nome há controvérsias, entre elas a da cidade de Siena, onde um frade em 1348 curava vítimas da praga com o vinho usado na celebração das missas. Daí a fama do vinho se espalhou como milagroso e o nome de santo.  Em São Paulo alguns bons mercados comercializam o vinho e o biscoito. Vale a pena cometer essa extravagância. Sempre fica mais barato do que ir degusta-lo na origem.

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Blogger Li Ferreira Nhan disse...
Também aprecio a Stella.
sexta-feira, 10 de junho de 2016 05:26:00 BRT
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Ha Ha Ha, só agora (15:14 h do dia 10/06/2016) caiu a ficha! Eu não tinha entendido sua SUTIL observação. Me perguntava como a Li conhece a autora da imagem. A tal da Stella. Muito bom comentário. Bjs Li Ferreira Nhan
PS- Para quem não conhece as marcas de cerveja, adianto a charada: Stella é a marca da cerveja na garrafa da imagem. O autor é desconhecido.
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10.6.16

Mais um VARAL

De quando em quando lembram de mim e recebo um VARAL de presente. 
A foto é de autor desconhecido.

Crônica diária

O que a FAB tem com isso

Nesse lento e absurdo prazo para julgamento de um Presidente da República a nação fica com um presidente afastado por até 180 dias, e seu substituto, interino, gozando de todas as faculdades que o cargo lhe faculta. Entre os bônus esta o uso de avião para seus deslocamentos. Acontece que a presidente afastada também requisita aeronaves para os seus deslocamentos. Simultaneamente o presidente da câmara dos deputados, primeiro na linha sucessória,  esta afastado por determinação do STF mas continua com todas as prerrogativas do cargo. Entre elas a de um jatinho para suas viagens ao Rio. O presidente em exercício da Câmara, de nome Maranhão, de formação veterinário, também tem requisitado jatos para suas andanças. A FAB não tem jatos suficientes. Quer o fim desse imbróglio o quanto antes. Não seria o caso da Marinha dar u´a mãozinha? Colocar os quatro num navio e manda-los sei lá pra onde?

9.6.16

Sonia Aquino

Lembra uma famosa pose da MM

Crônica diária



País da piada pronta

O japonês da federal esta na cadeia. Ícone da moralidade, personagem da marchinha do ultimo carnaval, Newton Ishii, esta preso por corrupção. Aquele policial de óculos escuro, e ostensivamente fardado, que acostumamos ver ao lado de todos os presos da operação Lava Jato, agora esta na cadeia. Quem vai prender o Lula? O Mercadante? E todos os outros citados pelo Janot? Agora entendo a demora do Juiz Teori Zavascki em determinar a prisão do Renan, do Sarney, do Jucá, e do Cunha? Não é por conta de interferência em outro poder. Não é por receio em interferir no processo do impeachment. Não é com medo de criar maiores problemas para o novo governo Temer. É porque não tem o japonês para efetuar as prisões. Eita, Brasil. 

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Gaspar de Jesus deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Pesca da Tainha":

Eu já não tenho palavras para elogiar a sua PIACABA Eduardo. Taínhas saídas do mar, quase parecem robalos. Homens que as apanham quase à mão e cegonhas brancas que pescam junto deles... nem parece neste Mundo.


Postado por Gaspar de Jesus no blog . em quarta-feira, 8 de junho de 2016 08:43:00 BRT

8.6.16

Pesca da Tainha

Click na imagem para vê-la em tamanho maior
Click na imagem e veja a foto completa
Pesca da tainha na praia de Ibiraquera, Maio, 2016

Crônica diária -



Caretas no espelho

Em outdoors da cidade notei uns caras fazendo caretas. Gente famosa da televisão fazendo bicos e bocas. Não tinha inicialmente texto. Assim era a campanha publicitária da Gillette. No início criava a curiosidade com aquelas caretas. Depois informava sobre o novo barbeador com vários movimentos. Além do tradicional movimento para cima e para baixo, o novo tem para as laterais. Quem se contorce, pelo menos em teoria, é o barbeador e não a cara do usuário. Essa era a mensagem. Corri nas farmácias. Ainda ninguém tinha recebido a novidade. Encomendei para meu filho que estava em Miami. Recebi o barbeador e lâminas para um ano. Cada uma dura um mês. Mas continuo fazendo as tradicionais caretas na frente do espelho. Boa campanha, como o leitor percebe.

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"...o Varal de Ideias é uma referência de como um blog deve ser ." Agnnes

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..."parabéns pelo teu exemplo de como realmente se faz um blog...ou melhor tantos e sempre outstandings...".
(Vi Leardi )

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