Aos anos que falo sobre a beleza da sua neta Eduarda !
Linda de morrer, parabéns.
Postado por João Menéres no blog . em sábado, 14 de maio de 2016 06:52:00 BRT *******************************************
Armando Camargo Penteadoas cronicas desse primo de meu pai... sempre inteligentes, bem divertidas e
bem fundamentadas .... continue e nos de o privilegio de poder ler e
pensar ..
Sim, desgraçadamente o brasileiro tem merecido esses comentários. O Brasil é mesmo o "país da piada pronta!"
Quanto
ao Temer, é o vice da Dilma. A eleição foi da chapa, do pacote todo.
Petistas e afins o elegeram tb. É o que tem prá agora.
Quanto a mulheres/negros/e afins, caramba, há um país i n t e i r o arrasado; nos poupem de mimimis!
Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em sábado, 14 de maio de 2016 17:52:00 BRT **************************************
João, "apelido" no Brasil é uma alcunha. No caso, o marido da atriz, por
cuidar do dinheiro/ produção da peça teatral teve o apelido de
"Delúbio", o tal "tesoureiro-sindicalista-de-
esquerda-do partido dos trabalhadores" que, amigo pessoal do lula e ladrão como ele, foi réu no Mensalão do pt.
Portanto, aqui, "apelido" possui outro significado. Curiiosidades da nossa língua portuguesa que eu adoro. Beijos :)
Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em sábado, 14 de maio de 2016 18:06:00 BRT
********************************************
Li Ferreira Nhandeixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
Edu, a "tal esquerda" anda mesmo sem um pingo de humor.
Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em sábado, 14 de maio de 2016 18:08:00 BRT
Seguindo esse raciocínio, as mulheres possuem a Menopausa Criativa. ;))
Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em sábado, 14 de maio de 2016 18:12:00 BRT
Durante a viagem pelo Rio Negro,
perguntei à professora e escritora Noemi Jaffe que era uma das palestrantes
convidadas qual a diferença entre crônica e artigo. A pergunta procedia, a meu
ver, porque durante a sua palestra questionei se o que o Arnaldo Jabor fazia
não era crônica. A resposta dela foi de que ele era articulista, emitia
opinião. Logo entendi que cronista não emite. E ela respondeu que a crônica é
"datada". Um texto curto em que o autor comenta (em geral com humor)
um fato do cotidiano. Foi mais ou menos isso que respondeu. O artigo, mais longo
do que a crônica, é opinativo, e sobre qualquer assunto independente de
ser atual. Não sei se concordo muito com essas definições, porque costumo
colocar minha opinião nas micro crônicas que escrevo diariamente. Hoje vou
contar uma passagem hilariante da viagem. Vai ser uma crônica, porque não tão
curta, como de costume, mas cheia de humor e absolutamente datada. Foi a semana
passada. A atriz Clarice Niskier que nos brindou com a peça A Lista, em
sua "mesa" contou que estavam a bordo seu filho e marido. Seu marido,
que por absoluto acaso, foi meu parceiro no banco do bote, num dos passeios
pelos igarapés do rio Negro, passou a ser o produtor das suas peças. E como era
ele quem mexia com todo o dinheiro da companhia recebeu o apelido de Delúbio. O
público morreu de rir. Eu que já me considerava "amigo" por ter
passado horas sentado ao lado no bote, conversando sobre o Pará, de onde ele
era oriundo, resolvi daí pra frente chamá-lo pelo apelido. Claro que ele não
gostou. O resto da viagem me evitou.
Com toda a amizade que tenho ao povo brasileiro em geral e a alguns
brasileiros muito em particular, todo este espectáculo é politicamente
degradante. Não levem, por isso, a mal que relembre duas expressões
caracterizadoras. De Gaulle dizia que o Brasil não era uma país sério.
Por cá diz-se frequentemente que os brasileiros são portugueses à solta
(expressão que não abona em favor de nenhum dos povos). Desejo-vos a
maior sorte do mundo e acabem com essa aberração anti-democrática de ter
vice-presidente.
Postado por Jorge Pinheiro no blog . em sexta-feira, 13 de maio de 2016 08:08:00 BRT
Eduardo Penteado LunardelliRespondo, com permissão do Valter Ferraz,
ao seu amigo Zeferino Duarte Brandão . Temer cortou menos ministérios
do que pretendia para poder acomodar as exigências dos partidos que irão
lhe dar sustentação. Convidou duas mulheres (loiras) para ocuparem
ministérios importantes. Para Agricultura convidou a senadora Maria
Amélia do Rio Grande do Sul. Ela não aceitou. A ex ministra Ellen Grace
também declinou do convite. E o Temer veio para salvar o país destroçado
econômica, moral, política e eticamente. Não para fazer gracinha
colocando gente completamente despreparada em cargos de ministro só para
cumprir tabela com cotas raciais e outras bobagens. Só há de se
lamentar na composição desse primeiro time os filhos do atraso, da velha
e corrupta política nas figuras dos filhos do Sarney e do Jader
Barbalho. Mas engolir sapos faz parte da política.
Hoje trato do vermelho no estrito significado da cor, e não da ideologia
por ela comprometida. Pobre do vermelho. Foi a atriz Clarice Niskier
quem nos contou, em sua palestra a bordo do barco que navegava sobre o Rio Negro, da garotinha de oito anos, que ao ser indagada sobre o
nome da cor-de-rosa, não teve dúvida em nomeá-la como um "vermelho
pálido".
Tariel DjigaouriCaro,
reconheço que é criativo o que seus posts demostram diariamente.
Mas...localizar a criatividade à próstata foi surpreendente. Primeiro em
termos fisiológicos, pergunte aos que não tem mais este orgão se o
problema não é justamente o fato de urinar
frequentamente demais, incluíndo os períodos noturnos. Depois, a
ausência da glândula ocasiona a interrupção da capacidade de ejaculação
por falta da porra que empurra o sémem para sua destinação. Assim,
talvez sua criatividade seja associada a sua capacidade de...procriar. *****************************************
Perguntarão o que tem a próstata, órgão
eminentemente masculino, a ver com a criatividade? Tudo, respondo. Não fosse
ela eu não estaria levantando no meio da noite para urinar. Essa interrupção
compulsória do sono, para uma atividade fisiológica básica, me faz voltar para
o leito com a cabeça dando largar margens à imaginação. Lá fora o escuro do
silêncio, e no quarto a esperança de que o sono volte, as ideias
prosperam. Ontem a noite tive essa clara certeza, a próstata tem méritos
no ato da criatividade. É a responsável por esse tempo de reflexão. Perdoem-me
as mulheres, que devem criar por conta do útero, que não temos.
Muitas ligações do coração do mundo ao coração da Myra !
Gosto imenso desta obra de tão fértil ARTISTA !!!
Se foi presente, o Eduardo está de parabéns. Se não foi, estamos nós todos.
Postado por João Menéres no blog . em quarta-feira, 11 de maio de 2016 03:29:00 BRT
Talvez os juízes estivessem a pensar em todos os ladrões de colarinho
branco que roubam por mera ganância e nunca chegam a ser, sequer,
acusados. Talvez estivessem a pensar nesses gajos e se tenham distraído.
Postado por Silvares no blog . em terça-feira, 10 de maio de 2016 11:55:00 BRT ********************************
Lourdes Mercadante MarmontelEduardo Penteado Lunardelli,
lendo sua Carta aberta, minha admiração foi crescendo a tal ponto, que,
se você fosse candidato a presidente, teria o meu voto sem reservas. Na
minha ignorância política, pouquinho melhorada agora, de tanto ouvir
uns e outros, era justamente o que desejo para nosso Brasilzão tão lindo
e tão maltratado com a ganância dos governos. Que o Temer te ouça, como
sendo a boca do nosso povo!!!
O Brasil vale muito a pena, é um país magnífico, tem resistido a tudo e a todos ao longo destes séculos de pilhagem. Mudar de país é recurso imediatista de quem pensa mais em si, embora em outros casos não haja saída (V. Suzana Herculano-Houzel). Voltei só por isso. Apesar de ter vida organizada, estável e produtiva na Inglaterra, tendo feito o que tinha pra fazer lá, voltei pra contribuir aqui. É isso, Eduardo!
Com a credencial de ter feito a campanha contra o governo Dilma desde o
primeiro dia após as fraudadas eleições de 2014, quero deixar
registradas minhas ideias ao futuro presidente Temer. Temo, sem
trocadilho, que o vice começará mal se não observar algumas premissas.
Deverá contar com cento e trinta milhões de eleitores e não com os 513
deputados e 81 senadores. Eles de fato não nos representam. Foram
eleitos, mas só pensam em si próprios. O povo já deixou isso claro
quando pelas redes sociais se manifestou sobre o nível e forma como os
deputados exerceram seus votos contra ou a favor da admissibilidade do
pedido de impeachment. O Temer deveria assumir com a consciência
tranquila que foi constitucionalmente eleito com cinquenta e quatro
milhões de votos. Para passar para a história, como disse gostaria,
precisa fazer reformas corajosas. Essas são, em sua maioria, apoiadas
pelos quase duzentos milhões de eleitores, ainda que seus
representantes, demagogicamente, se posicionem contra. Reforma da
previdência, reforma política, reforma partidária, corte drástico da
máquina publica, manutenção de apenas oito ministérios. Mas dirão que
sem o apoio do Congresso essas reformas não passam. Passam sim, se o
povo sair às ruas com suas panelas areadas e portando a bandeira que
interessa, a verde-amarela. Não há congresso que não obedeça as vozes
das ruas. Só assim o Temer terá feito o que dele se espera, e passará
para a história.
PS- Esta crônica foi escrita dia 8/05/2016 No dia seguinte o Antagonista publica o que segue:
O que a sociedade espera de Temer
Brasil
07:02
Michel Temer, segundo a Folha de S. Paulo, teve a acesso a
pesquisas de opinião que “mostraram a reprovação do chamado toma lá dá
cá e apontaram amplas expectativas de enxugamento da máquina e corte de
ministérios”.
Ele precisou de pesquisas para se dar conta disso?
A reportagem continua:
"Quem
esteve com o peemedebista diz que ele demonstrou preocupação em
'desapontar a sociedade' por não implementar 'o que esperam dele'".
Implemente, Temer.
Hoje, dia 10 de Abril, a imprensa informa que Temer resolveu cortar 10 ministérios, ouvindo assim o clamor popular.
A Suprema Corte italiana absolveu Roman Ostriakov, ucraniano, que havia
roubado uma linguiça e quatro pedaços de queijo, no valor de quatro
euros, por absoluta necessidade de se alimentar. A corte considerou que
esse direito humano sobrepõe o de propriedade. Esse fato abre uma
discussão interessante. Quem pode negar o direito de um ser humano,
esfomeado, saciar sua fome? Por outro lado o direito à propriedade é
sagrado. Seja ela pública ou privada. Um dilema complicado de se
resolver. Levando ao pé da letra a decisão desses magistrados, famintos
poderiam formar filas nas portas dos supermercados, tendo eles o
direito de pegarem uma linguiça e um queijo, e não poderão ser
impedidos.
A cordialidade tão decantada do povo brasileiro sempre foi mais
folclórica do que real. Agora, depois de quatorze anos do PT no poder, o
Brasil que recebemos deles é o do ódio de parte a parte. Lula e Dilma
dividiram a nação entre "nós" e "eles". Nós os vermelhos, jararacas,
corruptos e mortadelas, e eles, os coxinhas, as "zelites". A
intolerância passou a ser a característica mais marcante dos que estão
sendo banidos do poder. Ao verem ruir de forma tão humilhante o projeto
de socializar o país, disseminam o ódio, pregam a luta de classe, e
ameaçam incendiar o Brasil. Do partido político que tornou se uma
Organização Criminosa não poderia se esperar outra atitude. Dilma não se
suicidará porque lhe falta capacidade para escrever uma carta
testamento, e se o fizesse seria u´a monótona repetição da palavra
"golpe". O Lula irá para cadeia por conta de uns poucos crimes entre
todos que cometeu. Negará tudo, e depois da pena cumprida, continuará
alegando "não saber de nada". Temer foi eleito pelos cinquenta e quatro
milhões de votos dados à chapa do PT. O PT, e os petistas, não tem nada a
reclamar. Rasgam a constituição e atentam contra a democracia quando
não aceitam o que nela esta previsto: o impeachment será aplicado ao
governante que cometer crime de responsabilidade. E ponto final.
Se não fosse a grosseria do trato da Polícia Federal na saída do
aeroporto de Manaus, a vantagem que essa viagem proporciona é a total
falta de opções que o turista tem de comprar lembrancinhas. O pavor da
maioria dos maridos é o impulso, quase doentio, que as esposas tem de
fazer compras na viagem. Aquela mulher contida, econômica, quase
avarenta durante todo o ano, na viagem se revela uma perdulária
desenfreada. Manaus não dá essa opção. Antigamente recebia turistas para
conhecer o Teatro Amazonas (1896), todo rosa como a cor dos botos do
rio Negro, e comprar eletro eletrônicos fabricados na Zona Franca. Nem
isso mais é vantajoso. Para não dizer que não há absolutamente nada que
valha a pena comprar na região, preciso abrir uma exceção para o
artesanato da Fundação Almerinda Malaquias que promove a valorização da
identidade cultural e artística regional. Os trabalhos em madeira naval
reciclada são dignos de nota.
O motivo por que se paga pedágio na Ponte para entrar em Niterói, e não na direção do Rio...Foto feita no Parque da Cidade (logo acima da Praia de Charitas), Niterói, RJ
Enviada por José Luiz Fernandes, foto de Marcus Vinicius
Havia me prometido não entrar na lama da política, e ficar nas águas
negras do rio amazônico, entre botos cor-de-rosa e araras azuis. Mas as
notícias que a equipe de governo do Temer planta, me preocupam.
Ministério de notórios e não de notáveis. O corte de ministérios, que
inicialmente fora anunciado pelo então vice presidente, esta se
resumindo a dois ou três. Para sinalizar mudanças de fato Temer deveria
contar apenas com oito ministérios. Enxugar a máquina pública
radicalmente. Diminuir o Estado. Reformar o que tivesse que ser
reformado. E entregar o poder em 2018 ao seu sucessor eleito
democraticamente. Aí sim entraria para a história. Mas é pedir muito de
um PMDBista. É sonhar com o melhor dos mundos. Para enfrentar o inferno
que o PT e seu aliado PCB irão criar na oposição, esta loteando os
mesmos ministérios existentes, com nomes de notórias investigações
policiais e judiciais. Vamos começar um novo governo com mais do mesmo. O
vice Temer, que ao contrário do que seus inimigos petistas o acusam,
teve os mesmos cinquenta e quatro milhões de votos da chapa da Dilma.
Tem toda legitimidade constitucional para exercer o poder na sua
plenitude. Ou ele se apresenta como salvador da pátria, ou Dilma volta
daqui a cento e oitenta dias para acabar de enterrar o país.
Depois de cinco dias, menos do que uma semana, fora do mundo dito
civilizado, numa viagem pelo rio Negro, me nego falar (escrever) sobre
política. No rio Negro não tivemos acesso à internet, TV, ou sinal de
celular. O isolamento é como, ou pior, do que se estivéssemos na lua. Na
volta encontramos o processo do impeachment em pleno desenvolvimento e a
presidente Dilma conclamando o povo a acreditar em golpe. Me recuso
entrar nessas águas. Águas sujas de lama do PT. Prefiro continuar
falando das águas ácidas e escuras do rio Negro onde se pode banhar ao
lado de botos cor-de-rosa. E nos banhamos ao lado, e de mãos dadas com
escritores e intelectuais de esquerda. Vermelhos. Eramos 120 passageiros
num hotel flutuante. Não se falou um minuto sobre política. Pelo menos
publicamente. Não ouvi a palavra golpe. Cuspe foi citado duas vezes, e a
plateia das "mesas literárias" deu risada. Esse foi o momento mais
"ideológico" da excursão. Depois disso muita alegria com a música e
simpatia do Zeca Baleiro, e com a arte dramática da atriz Clarice
Niskier, que encenou a peça A lista. Clarice também não tocou em
política, mas fez a plateia rir muito quando na sua "mesa" contou o
apelido do marido e produtor do espetáculo: Delúbio, numa referência ao
tesoureiro do PT. Zeca Baleiro igualmente só fez uma referencia ao
momento político dizendo que: "tudo isso vai passar, vamos ficar bem".
Continuo me questionando como pessoas instruídas, socialmente
agradáveis, podem continuar acreditando, e pior, defendendo o governo da
Organização Criminosa que quebrou o país?
O livro que estou a escrever vai demorar pelo menos mais 1 ano. Todos os
dias releio tudo o que escrevi e modifico sempre coisas. Tenho o livro
permanentemente na cabeça para poder alterar o que quiser a qualquer
hora do dia. Depois de escritos nunca leio os meus livros. Obrigado pela
crónica.
Postado por Jorge Pinheiro no blog . em quarta-feira, 4 de maio de 2016 06:52:00 BRT
Eu também escrevo, Eduardo. Mas uso outros caracteres ! E também, algumas vezes, edito de um jacto, embora preferencialmente deixe essa minha "escrita" a dormir. Há situações que espero não sejam copiadas ou aproveitadas. E aguardo que sejam tragadas pelo tempo. Só depois as publico. Feitios !...
Postado por João Menéres no blog . em quarta-feira, 4 de maio de 2016 05:24:00 BRT
Valter FerrazGraciliano
dizia que escrever deve observar o ritual que as lavadeiras utilizam
para lavar as roupas. Lavar, bater, esfregar. Lavar novamente. Torcer,
enxaguar uma, duas, tres vezes. Novamente levar ao sol para "quarar".
Depois, enxaguar novamente e só depois
disso tudo ir aos varais para secar. Deveríamos observar esse tempo para
a escrita, mas temos pressa, somos ávidos por leitores. Ao final
acabamos por dar razão ao Umberto Eco. Eca!
Clotilde LunardelliAcho
que cada escritor tem um jeito de escrever suas crônicas. Não existe
regra.Eu sou sua fã. Procuro todos os dias sua crônica no face.
********************************************* Ducha DoreiQue
maravilha acordar e ter um amigo que se dispõe a escrever algo
interessante e sempre muito útil,embora o ser humano esteja caindo o
nível!São as qualidades humanas com seus valores fundamentais,que dão
força para viver melhor!Obrigada Eduardo pelo seu carinho aos leitores
do FB.
O artista sueco Carl Fredrik Reuterswärd, escultor do revólver com o cano amarrado em um nó exposto na sede da ONU em Nova York, morreu aos 81 anos, informou a prefeitura de Landskrona (sul da Suécia), onde ele morava.
Obra foi feita após a morte de John Lennon (Foto: Jonathan Nackstrand/AFP)
O artista, que sofreu um acidente vascular cerebral em 1989, faleceu na
terça-feira (3), anunciou Kjell Thoresson, secretário de Cultura do
município, cujo museu abriga uma exposição permanente de suas obras.
Reuterswärd concebeu o Colt Magnum 357 com o cano amarrado em um nó como símbolo da paz após o assassinato em Nova York de seu amigo John Lennon, morto a tiros em 8 de dezembro de 1980 por Mark Chapman.
Luxemburgo, que adquiriu uma das primeiras versões da escultura, doou a peça em 1988 às Nações Unidas.
Esta crônica (ou o que seja isso que escrevo diariamente) será dedicada
aos meus amigos leitores e escritores Valter Ferras, Jorge Pinheiro,
Aloísio de Almeida Prado, e todos os que escrevem e sabem o prazer que
isso proporciona. Na viagem ao Rio Negro, nesta sexta edição, entre
outros intelectuais estava a professora de português, e escritora Noemi
Jaffe. Na mesa de que participou teve oportunidade de falar por uma hora.
Respondeu perguntas. Da sua exposição extraí um detalhe. Aliás ela mesma
disse que o importante num texto são os pequenos detalhes. Para
exemplificar citou suas celulites. Mas o importante de sua fala foi
afirmar que o tempo é fundamental. É preciso escrever por largo tempo.
Depois deixar o texto em repouso e voltar a ler e reescrevê-lo, pelo
menos mais duas vezes. Depois há um tempo para ser editado. Outro para
ser distribuído. Só depois de todo esse tempo o bom texto chega ao
leitor, que também deve ler com tempo. Essa lição para mim foi
importante. Não que não soubesse dessas premissas, mas nunca as observei.
Escrevo de um jato, e muitas vezes nem releio meus textos. Tenho
urgência.
Fazia muitos anos que havia estado na cidade. Foi no início da Zona
Franca. A cidade era velha e pobre, mas havia uma grande esperança e
movimento no ar. Volto agora e encontro uma cidade um pouco maior, mas
igualmente velha, feia, e pobre. Indústrias fechando. Comércio que era
animado, hoje expondo quinquilharias chinesas. Um verdadeiro Paraguai.
Tudo que é produzido, ou ainda é produzido na cidade é exportado para o
sul, onde é redistribuído para o resto do país. Isso mesmo, tudo que a
fábrica de Manaus monta, vai para São Paulo e Rio e volta para Manaus.
Acrescido de impostos e frete, evidentemente. Ahh, mas tem uma arena
nova. Um verdadeiro elefante branco plantado no centro da cidade. Até
alguns jogos da Olimpíada do Rio 16 serão jogados em Manaus.
Inacreditável que se tenha que subsidiar uma população inteira que teima
em viver de seu cartão postal que é o Teatro Amazonas de 1896.
São tantas as abordagens e assuntos que
gostaria de tocar sobre a recente viagem ao Rio Negro que fico sem saber
por qual delas começar. Ontem o meu parceiro e amigo escritor Jorge
Pinheiro comentou: " Aguardamos as crônicas. Pessoalmente interrogo-me
sobre o interesse em ouvir conferências literárias no meio do Amazonas.
Será?" A ele respondi que não foram conferências literárias, mas um
intenso e proveitoso convívio literário. Não havia conferências ou palestras,
mas o que chamam de "mesa". Um entrevistador e um entrevistado.
Assunto? Tudo sobre o escritor, sua obra, seu método, suas manias,
enfim, conversa de escritor para escritores, uma vez que a imensa
maioria dos cento e vinte participantes ou eram escritores publicados,
ou pretensos escritores, ou escritores frustrados. Haviam alguns
cônjuges de escritores/as. Além desse clima literário, uma atriz e um
compositor, e cantor, de música popular. Não menos importante, passeios
pelas águas do rio Negro, e pelas matas da Amazônia. Guias locais
fantásticos. Histórias impagáveis. Natureza em sua plenitude. Banhos com
botos cor de rosa. Saguis que vem comer banana em sua mão, em plena
selva. Preguiças, araras, e seringueiras. Tudo isso num imenso silêncio,
longe da dita civilização. Sem internet, sem celular, e sem repelentes
porque não há os inconvenientes mosquitos ou pernilongos. As águas
escuras do rio são muito ácidas e eles não procriam.
Por que será que quase todos os funcionários da Polícia Federal de
plantão nos embarques de aeroporto se comportam de maneira tão
grosseira, deseducada e autoritária? Por que a formação policial tem que
ser sempre no mesmo padrão do marginal, do bandido? Não seria melhor
que fossem, até como exemplo, mais educados? A maneira que nos tratam na
revista de aeroportos é similar à que empregam na revista de
motoqueiros, ou de motoristas suspeitos, levando-os de mãos para cima,
de frente a um muro e de pernas abertas. Foi assim que me senti, com os
pés afastados sobre um tapetinho de braços abertos. E o comando do
funcionário, que pago com meus impostos, era seco, autoritário, como se
estivesse tratando com um traficante ou preso da Operação Lava-Jato. Com
seu detentor de metal constatou que o apito da cabine sinalizava o meu
relógio e a fivela do meu sinto. Ainda assim me fez retirar ambos e
voltar a passar pela cabine. Quando de péssimo humor perguntei para que?
Ele rispidamente, como das intervenções anteriores, vociferou: É o
procedimento.
José Luiz deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
O fato de sua viagem ter inspiração literária trouxe-me à lembrança um
mineiro de Monte Carmelo: MARIO PALMÉRIO. O autor do monumental
CHAPADÃO DO BUGRE viajou pelo Rio Amazonas e seus afluentes durante
vários anos. Anda um tanto esquecido pelo público, mas este é o ano do
centenário de seu nascimento.
Postado por José Luiz no blog . em domingo, 1 de maio de 2016 21:25:00 BRT
Esse é o título do livro que ganhei do Paulo meu irmão, e estou lendo. O
autor Hanif Kureishi nasceu em Londres, em 1954 filho de pai
paquistanês e mãe inglesa. Em 2008 foi incluído na lista do Times como
um dos cinquenta melhores autores britânicos desde 1945. Aqui abro um
parenteses para perguntar se teríamos hoje condições de fazer uma lista
com esse número de bons escritores no Brasil desde 1945. Tenho minhas
dúvidas. Voltando ao livro quero ressaltar o humor e cinismo com que
trata o tema. Um jovem escritor é contratado para escrever a biografia
de um famoso e decadente escritor. A biografia serviria para revitalizar
seu prestígio. Desse seu sétimo romance extrai-se pérolas como as que
transcrevo: "Larkin o afeito às bundas das suas alunas adolescentes e
seu ódio paranoico dos negros." ou "Os coitos de Eric Gill com mais ou
menos todos os membros da sua família, inclusive o cachorro." ou "Proust
torturava ratazanas e doou os móveis da família a bordéis." ou "Dickens
emparedou viva a esposa e a impedia de ver os filhos." ou "Sartre
morava com a mãe, Simone de Beauvoir, como uma cafetina, arranjava
garotinhas para ele." ou "Mailer apunhalou sua segunda mulher." ou "Duas
amantes de Ted Hughs se suicidaram." ou "A literatura era um campo de
extermínio, nunca nenhuma pessoa decente empunhou uma pena." ou "Os
escritores sempre põe sua arte em primeiro lugar, como deve ser. Mas em
geral estão livres à tarde, altura em que a mente deles cede vez para os
órgãos genitais."
"...o Varal de Ideias é uma referência de como um blog deve ser ." Agnnes
(Caminhos e Atalhos, no mundo dos blogs)
..."parabéns pelo teu exemplo de como realmente se faz um blog...ou melhor tantos e sempre outstandings...". (Vi Leardi )
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