11.3.16

Crônica diária



Rui Castro

Por absoluto acaso, ou não exatamente por isso, mas porque minha neta me tirou da cama de madrugada, assisti as ultimas duas partes do programa Roda Vida com o escritor e jornalista Rui Castro. Não preciso confessar que sou seu fã. Li quase todas as biografias que escreveu, e leio sempre, que encontro, suas crônicas. Nesse programa, respondendo perguntas, sintetizou como se deve escrever uma crônica. Escreve quatro por semana. Disse que o cronista, em determinadas condições, é aquele que "faz conversa afiada". E nisso ele é muito bom. Lembra que é preciso não deixar o leitor fechar o livro, ou abandonar um texto no meio. Uma pitada de humor sempre funciona. Mas o mais importante foi sua declaração de absoluta indignação com o que esta acontecendo no país depois de treze anos de governo petista. E só pode entender o silêncio dos artistas e intelectuais, que sempre apoiaram o Lula, e seus liderados nessa Organização Criminosa, como sendo por espanto. E eu me pergunto: e os que ainda não silenciaram e continuam defendendo? E os que insistem em continuar tentando estabelecer comparações com o FHC, ou aos políticos do PSDB? Aí é má fé, ou burrice.

PS- José Luiz Fernandes enviou o link do Programa Roda Viva com Rui Castro:https://www.youtube.com/watch?v=h8ff_GL1dNY 

10.3.16

Bomba em Wall Street



Bomba em Wall Street, 16 de setembro de 1920
 (A explosão, atribuída a anarquistas italianos, deixou 38 mortos e centenas de feridos.)
Enviada por José Luiz Fernandes

Crônica diária



Você é o que as pessoas acham

O tema é controverso. Mas vou tentar defender a tese de que o indivíduo acaba sendo aquilo que esperam dele. Quando sua fama em determinado circulo de pessoas é o de ser um cara engraçado, qualquer coisa que diga é recebida com sorrisos. Ao contrário a fama de chato aniquila  qualquer sujeito. Às vezes o camarada nem é tão chato, mas não tem chance de se redimir. Não haverá nenhuma boa vontade com eles. Daí a importância do que os outros acham de você. E sua responsabilidade em corresponder. Seja um cara engraçado ou chato.

9.3.16

Detalhes de ferro

PARIS, anos 60
(Quem se lembra de grades  de ferro semelhantes, na base das árvores das calçadas da Avenida Rio Branco, no Rio? Sabem quantas dessas grades ainda existem naquela avenida?)
Enviada por José Luiz Fernandes

Crônica diária

Chega de mentiras
Esta na hora de mentira virar crime grave, inafiançável, caçar mandatos, e impugnar eleições. Por mentir na CPI da Petrobras o presidente da câmara Eduardo Cunha deveria perder o mandato. Por mentir durante toda a campanha de 2014 a Dilma deveria ter a eleição impugnada. E o Lula, maior mentiroso de todos os tempos, merece pagar pelos crimes que cometeu ao longo de sua carreira como sindicalista, deputado, e presidente do país por duas vezes, além de continuar mandando e mentindo sobre os dois governos da sua sucessora. Mentiroso contumaz. Chefe da Organização Criminosa se livra de todas as imputações, que lhes são feitas, acobertado por subalternos comprados a peso de ouro. Mente e compra pessoas para assumirem sua culpa. Foi assim no crime de Santo André. Foi assim no mensalão. Esta sendo assim no petrolão. A penúltima mentira que contou para toda nação foi de que deporia em qualquer instância assim que chamado. Mentira. Tem se negado a depor sistematicamente. Tem entrado com pedido de habeas corpus no STF para evitar depoimentos. E quando, por essas constantes e reiteradas razões, o digno juiz Sergio Moro determina seu depoimento coercitivamente, sabia o que estava fazendo. E de fato, ao abrir a porta do tríplex, onde mora em São Bernardo do Campo, foi logo dizendo para o policial federal que portava o mandato: "Só saiu daqui algemado." Foi dissuadido pelo seu advogado. Três horas depois, na sede do partido e Organização Criminosa, PT, disse ter ido depor sentindo-se preso. E que atenderia ao chamado do Moro a qualquer instante. Mentiu mais uma vez. A pergunta que faço é se podemos aceitar um indivíduo com esse traço de personalidade candidatar-se a presidente mais uma vez?

8.3.16

Fiu fiu...

FLORENÇA, 1951
Americano Jovem passagem na Praça da República 
Foto por Ruth Orkin  
Enviada por José Luiz Fernandes
 

Crônica diária

Livros curtos

Outra vantagem de livros curtos é que faço uma, ou no máximo duas referências a eles. Livros que levo uma semana ou mais para ler, acabam gerando muitas crônicas a respeito. Quando o escritor tem talento de sobra parece esbanjar esse dom. Prolongam suas narrações, suas histórias.  Orhan Pamuk , o escritor turco, é um desses. Qualquer coisa se torna literariamente aceitável. Uma receita de bolo vira poesia. Seus personagens de bigode preto (porque todo turco que se preze usa bigode preto) e perderam seus gestos ancestrais por culpa do cinema de Hollywood, sobrevivem à centenas de páginas esmiuçando seu passado, gerações, famílias, parentes, amores, traições, sucessos e desgraças que em nada acrescentam à história central. É só literatura pela literatura. Só o desbragado prazer de escrever.

7.3.16

I Guerra Mundial

I Guerra Mundial, Enviada por José Luiz Fernandes

Crônica diária

Crise

Agora ninguém tem mais dúvida. A crise se chama Dilma. Os recentes acontecimentos de quinta e sexta passadas demonstraram claramente. A delação premiada do senador e líder do governo Delcídio do Amaral com graves acusações à presidente, o resultado do julgamento do mérito da ação contra Eduardo Cunha no STF tornando-o réu, e finalmente a intimação coercitiva do Lula para depor na PF, e a imediata alta das bolsas de valores e queda do dólar, demonstraram cabalmente que a crise é a Dilma. Como todo mundo sabe o mercado financeiro retrai quando prevê mal tempo pela frente. O contrário é verdadeiro. Enquanto o dólar caminha em sentido contrário. Ambos indicaram que o fim do governo petista esta à vista. Esperamos que seja o mais breve possível.

6.3.16

Mais azulejos em Lisboa



Azulejos na Avenida Calouste Gulbenkian, Lisboa (concepção de João Abel Manta). Enviada por José Luiz Fernandes

Crônica diária

A garçonnière

Eram dois primos solteiros e tinham 20 e 23 anos de idade. Alugaram um pequeno apartamento só para levar suas garotas. Como moravam nas casa dos pais, e eles não permitiam esses "namoros" em casa, e nos automóveis, além de incômodos,  estava ficando cada dia mais perigoso, por conta da polícia e de assaltos, alugar uma garçonnière foi a solução encontrada. O prédio no centro velho da cidade tinha vinte andares e quatro apartamentos por andar. Um porteiro durante o dia, outro à noite. Uma única chave ficava na portaria. A mulher de um do zelador se incumbia da limpeza. Uma única vez em dois anos aconteceu de um dos primos ir tarde da noite e encontrar o outro ocupando a cama. O apartamento consistia na verdade de uma sala/quarto onde só havia a grande cama coberta com uma colcha quadriculada de azul e branco, duas pequenas poltronas pretas, carpete e cortina. Um banheiro e no corredor uma pia e a mini geladeira. Na parede do quarto enfrente à cama uma grande foto de um desenho de nus, do artista argentino radicado na Bahia, Caribé. Aconteceu uma outra vez do primo mais velho ter emprestado o apartamento para uma festinha de despedida de solteiro de um amigo. Esqueceu de avisar ao primo. Fora esses dois incidentes tudo corria às mil maravilhas. Dividiam as despesas e acabava ficando mais barato do que pagar um motel. E era muito mais personalizado, mais discreto, mais seguro e mais fino. Certo fim de noite o primo mais jovem estava com uma menina da sua idade, e era a primeira vez que transavam. Haviam bebido e dormido um pouco depois do sexo. Resolveram se vestir e ir embora porque ambos trabalhavam na manhã seguinte. Assim que abriram a porta do apartamento, a porta do elevador também se abriu, e dele saiu um casal da mesma idade. Era raro cruzar com alguém no hall ou na portaria. Poucas pessoas moravam no edifício. A maioria era usada como garçonnière mesmo. O casal saiu do elevador e se encaminhou direto para a porta aberta. Houve uns segundos de impasse. Os quatro se entre olhando sem nada falarem. Por fim o rapaz do elevador pediu licença e entrou com a moça como se o apartamento fosse seu. O primo estranhou aquela determinação e arriscou uma pergunta: "Vocês são amigos do Carlos Alberto?" A resposta foi negativa, mas ele já estava encantado com a beleza da moça do estranho. Abriu um largo sorriso e disse: " Sejam bem vindos". As duas meninas se entre olharam e sorriram também. Os três já estavam no centro do quarto, o primo fechou a porta, viu a linda moça, de saia muito curta, sentar na beira da cama desarrumada, tirando os sapatos. O primo ligou o som, abaixou a intensidade da luz, e perguntou o que gostariam de beber.

Comentarios que valem um post

Li Ferreira Nhan deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":

  15 meses? Aguardo desde maio de 2005, desde o "mensalão do pt", o fim dessa corja.
Estão chegando "lá", mas, como conheço bem essa cambada de ladrões e assassinos, só terei
esperança quando tudo, mas tudo mesmo for
esclarecido e revelado. Por hora espero com
olhos abertos e muito cautela; eles não brincam
em serviço.
Hoje, após o depoimento à PF, o molusco
discursou na sede do partido. Assisti pela tv ao
descontrole, a verborragia mentirosa e repetitiva
dele; já começa a demonstrar a falta de gás, o
desepero.
Depois foi pra casa em São Bernardo; tomar
fôlego e avaliar a repercussão dos fatos; sem as
caravanas de "militantes pagos" por sindicatos,
o que se viu na sede do partido foi a ausência
da sua antiga militância. Reunião, avaliação e a
decisão: o chefe tem que voltar, convocar,
agregar; nada de pausa para descanso! O "capo"
descansou e gozou demais esse tempo todo:"agora chega; à luta companheiro! "
É assim que funciona, é assim que eles tramam.
...
Desejo muito que o país volte a trabalhar.
Desejo muito parar de demitir.

Claro, o outro comício de hoje só poderia ser na sede do sindicato dos bancários. Foi um déjà vu, um assustador déjà vu. E chega; melhor e mais prudente continuar caladinha.

Dia 13 estaremos lá! 

5.3.16

Praça dos Restauradores



Praça dos Restauradores, Lisboa (concepção de João Abel Manta). Enviada por José Luiz Fernandes

Crônica diária



Estamos chegando ao fim

Com quinze meses de atraso finalmente aconteceu. Lula foi coercitivamente levado de camburão para depor na Polícia Federal. Essa foi uma auspiciosa notícia. Uma resposta à altura a troca de Ministro da Justiça. A Polícia Federal demonstrando que não se intimidou. A delação premiada do senador e ex-líder do governo Delcídio do Amaral deflagrou, definitivamente, o derradeiro ato que antecederá ao impeachment da Dilma. Eduardo Cunha respondendo como réu, em processo no STF, coloca o primeiro na lista sucessória em condições críticas. A Organização Criminosa que assaltou o país durante treze anos terá que prestar contas à Justiça, e ao povo brasileiro. Dia 13 próximo o povo terá a oportunidade de chancelar ou não o desejo de mudança.

4.3.16

Azulejos em Lisboa

 Painel de azulejos (Carlos Botelho), Avenida Infante Santo, Lisboa
Painel de azulejos (concepção de Sá Nogueira), Avenida Infante Santo, Lisboa (c.1959). Ambas enviadas por José Luiz Fernandes

Crônica diária

Olhem quem esta aqui

Esse é o título do hilariante capitulo do livro do turco Orhan Pamuk. A história se passa em Istambul e um dos personagens esta a caminho de casa, altas horas da noite, quando é abordado por um velho que sem mais nem menos abre um álbum com fotos de atrizes do cinema turco. Surpreso com a abordagem inesperada pega o álbum e vai girando as páginas. Uma foto grande a esquerda é de uma atriz famosa, à direita fotos menores, em diversas poses das falsas atrizes. A semelhança é notável. O velho subitamente toma o álbum das mãos do personagem e notando o interesse convida-o para conhecer as falsas atrizes. Ele aceita e vão para uma casa próxima do lugar. Lá ele é apresentado pelo velho, à cafetina, pelo nome de um famoso ator de cinema turco. Esse nome é a senha para convidar a falsa atriz, que imita em detalhes a verdadeira, que com esse ator ela contracenou em seu mais famoso filme. Daí para frente a prostituta repete falas das cenas do tal filme. E cobra do cliente respostas compatíveis. Muito divertido. O personagem atraído para uma aventura amorosa acaba fazendo parte de uma chanchada romântica pornográfica.

Comentários que valem um post

Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":

E os gatos não são cães. É outra conclusão interessante.

Postado por Jorge Pinheiro no blog . em quinta-feira, 3 de março de 2016 07:18:00 BRT 
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3.3.16

Poluição

Autor desconhecido. Rio e o Museu do Futuro. Enviado por José Luiz Fernandes

Crônica diária

Ainda sobre os 64 "misteriosos conselhos"

No texto de ontem não me referi a nenhum dos 64 "conselhos" para aumentar o "mistério". Meus leitores, principalmente aqueles que escrevem, devem estar curiosos para saber do que tratam. Na verdade foi essa curiosidade, levantada pela Maria Tomaselli, que me levou a comprar e ler "O livro negro" do Orhan Pamuk. Se tivesse que abordar os 64 "conselhos", um em cada crônica, levaria dois meses e três dias. Ninguém merece. Nem mesmo os mais misteriosos conselhos. Por essa razão vou me limitar a transcrever três ou quatro desses conselhos, aleatoriamente, sem elege-los como  melhores. 
Conselho número 3 - "Nunca escreva levando em conta a inteligência do leitor, mas a sua própria."
                             18- "O leitor é tão ingrato com os gatos."
                         19- "Os gatos são animais inteligentes e nada ingratos; só sabem que não podem                                      confiar nos escritores que gostam de cachorros."
                             20- "Não vá falar nem de cães nem de gatos, e se atenha aos acontecimentos           nacionais."
Numa outra passagem do extenso romance o autor cita a frase: "O escritor que se leva muito a sério, quando morre não tem dinheiro para o funeral."

2.3.16

LITTLE ITALY, Manhattan, por volta de 1900

.Autor desconhecido. Enviada por José Luiz Fernandes

Crônica diária

Os 64 " conselhos misteriosos"
 Foi a amiga Maria Tomaselli, lá de Porto Alegre, quem me escreveu recomendando "O livro negro" do escritor turco Orhan Pamuk. Referia-se ao longo romance (523 páginas) que levara quatro anos para escrever (1985/1989) e que o personagem central é um cronista diário. Claro estava a associação com minhas crônicas. Comprei o livro por um bom preço no sebo Estante Virtual que recomendei à Maria e faço aos meus leitores. O livro parece não ter sido nunca lido. Esta em perfeito estado. E nele encontrei os 64 "misteriosos conselhos" para um escritor de crônicas. Aqui, hoje, não vou abordar nenhum dos 64 conselhos. Vou mais uma vez me indignar com escritores que contam uma história em 523 páginas quando poderiam fazê-lo em 100. Talvez não tivesse (aqui no caso do Orhan) levado quatro longos anos. A cada dia estou mais certo que não há história que precise mais do que duzentas páginas. Assim como não há crônica que precise mais do que dez linhas.

Comentários que valem um post


Li Ferreira Nhan deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Aperitivo com leitura":

Edu, fui no arquivo do Varal, vi e revi teus piões; maravilha!

Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016 23:03:00 BRT 
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 Uouo Uo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Raphael Montes":


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1.3.16

Inocentes

Precoces. Autor desconhecido. Foto enviada por José Luiz Fernandes

Crônica diária



Sonho de menino
 
Quando eu era ainda imberbe e lia embevecido as crônicas de Rubem Braga e LM (Luis Martins) nos jornais matutinos da época, imaginava que um dia poderia vir a ser um cronista. Claro que jovens pensam largo e suas imaginações superam qualquer limitação. Por culpa do destino e não por determinação ou empenho obsessivo acabei depois de velho escrevendo uma crônica diária. Com o passar do tempo fui tomando gosto e hoje faço com grande prazer. Parodiando o jornalista gaúcho Milton Ribeiro, "meus sete leitores" são fieis, pacientes, tolerantes, compreensivos e gentis. O amigo José Luiz Fernandes, lá de Niterói, me chama de "cronista da Piacaba" e me homenageia enviando fotos de mulheres nuas, seminuas, e outras vestidas, mas todas sensualmente manuseando livros, que ele diz serem meus...É um reconhecimento em pagável e impagável. E por fim minha querida amiga Maria Tomaselli, lá de Porto Alegre, me recomenda "O livro negro" do turco Orhan Pamuk cujo personagem principal é um cronista. Ela acaba, com essa referência, reconhecendo o gênero como uma forma de literatura. Até então me cobrava um romance. "Nada pode ser mais espantoso do que a vida. Exceto a literatura".Ibn Zerhani.

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Silvares deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Iraniana votando":

Na verdade, a humanização das mulheres, entre nós, também não foi pêra doce. O direito a voto das mulheres portuguesas é bastante recente (ver aqui http://jugular.blogs.sapo.pt/3620156.html). Agora falamos muito mas ainda ontem...
Vivemos em sociedades machistas e, em terra de macho, fêmea sofre.

Postado por Silvares no blog . em domingo, 28 de fevereiro de 2016 12:07:00 BRT 
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AS POSTAGENS ANTERIORES ESTÃO NO ARQUIVO AÍ NO LADINHO >>>>>

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"...o Varal de Ideias é uma referência de como um blog deve ser ." Agnnes

(Caminhos e Atalhos, no mundo dos blogs)

..."parabéns pelo teu exemplo de como realmente se faz um blog...ou melhor tantos e sempre outstandings...".
(Vi Leardi )

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