24.2.16

Comentários que valem um post


            OU VOCÊ VAI, OU ELA FICA
                         13 - 03
João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Divulguem":

Do Jornal online Observador :
"O real é, de resto, a moeda com o pior desempenho nos últimos 12 meses, tendo perdido 28% num contexto de recessão que deve rondar os 4% neste e no último ano, e com a inflação e a taxa de desemprego acima dos 10%."

Postado por João Menéres no blog . em terça-feira, 23 de fevereiro de 2016 19:02:00 BRT

23.2.16

Divulguem

             



        OU VOCÊ VAI, OU ELA FICA
                                 13 - 03

Crônica EXTRA

CUIDADO COM O SALVADOR DA PÁTRIA

O PT nada mais é do que uma Organização Criminosa que arruinou o país.
Delcídio do Amaral com sua ridícula touca branca, parece uma velha avó de ilustração de livro infantil é o primeiro senador da república, líder do governo, que preso passa três meses na cadeia, sai e volta para o senado, mesmo continuando em prisão domiciliar. Uma aberração em todos os sentidos.
Um ano e dois meses depois das eleições fraudulentas, sem nenhuma governabilidade, a presidente continua tentando salvar a própria pele.
Na absoluta falta de um líder, e na abundância de evidências e de motivos claros e explícitos para o impeachment, ou o povo sai às ruas no próximo dia 13, ou vamos chegar a 2018 com o país em frangalhos, a economia destroçada, a inflação nas alturas. Todos os ingredientes propícios para um novo falso salvador da pátria.

Agora um trio

Essa escultura dos jardins da Piacaba, SC, sofreu a baixa de um dos figurantes.  Agora brotam folhagens no seu lugar. Fev. 2016

Crônica diária



Lixa não tem manual

Como posso escrever uma crônica diária? Essa foi a pergunta de uma leitora. Respondo que escrever uma crônica ou qualquer outra coisa diariamente não tem uma receita, um manual de instruções. Assim como lixar as unhas não tem um manual, escrever só se aprende fazendo. Escrever se aprimora. E o que mais ensina um pretendente a escritor é a leitura. Ler muito, e ler de tudo, é sempre um ótimo caminho para se desenvolver um estilo. Mas alguns conselhos básicos valem a pena notar. Seja a mais objetiva, direta e simples possível. Não é fácil. A tendência natural de quem se propõe escrever é complicar. Outra dica eficaz é reler várias vezes o mesmo texto, e fazer cortes, enxugar, e até reescrevê-lo mais de uma vez. O perigo é perder a espontaneidade. Evite o dicionário. Use palavras do seu dia a dia. Procure escrever como fala. Procure falar bem. E voltando à vaca fria, para se falar bem é preciso ler bastante.

22.2.16

Raphael Montes

Para não perder o velho hábito (vide Vítima da Quinta), não resisti e caricaturei o jovem e promissor escritor brasileiro Raphael Montes. Leiam Suicidas, Dias perfeitos. Vale muito a pena.

Crônica diária



Suicidas

Como prometi, volto a falar, e falar bem, do jovem escritor Raphael Montes. Depois de ler o seu ultimo livro "Dias perfeitos", e de ter assistido ao programa do Jô, onde foi entrevistado, fiquei sabendo que levou três anos para escrever o "Suicidas". Pareceu-me tempo demasiado para 487 páginas de pura ficção. Mas ao terminar, infelizmente, a deliciosa leitura, sou obrigado a concordar que o tempo se justifica nos mínimos detalhes de uma trama muito bem urdida. O livro tem uma construção inteligente, com o suspense de tirar o fôlego, mas não capaz de fazer o leitor desistir de seguir a leitura, ávido de novas, fortes, e surpreendentes emoções. A primeira página à ultima não falta imaginação, ação, mistério e boa literatura. O livro chegou a finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2013, e faz jus ao título de um dos melhores romances policiais brasileiros. O autor só tinha 21 anos quando escreveu. Aí reside o perigo. Tão jovem, tão festejado, pode por a perder uma brilhante carreira literária. Juízo Raphael, e muitos livros num futuro próximo.

Comentários que valem um post

Rui Silvares Um dia esses sírios serão, também, europeus, tal como há tantos judeus que agora são judeus e mais outra coisa, conforme o local onde se fixaram. Eu próprio desconfio que sou judeu mas não sei bem, não tenho a certeza. Nem os meus pais, nem os meus avós. A origem dilui-se no tempo.

21.2.16

Meu filho

Em foto recente, Guilherme de barba

Crônica diária



O impeachment não pode ser conjuntural

O Senador (pau pra toda obra) Romero Jucá, articulador do acordo entre Michel Temer e Renan Calheiros, disse ao Estadão( 09/02/2016) que o impeachment não morreu: “Em política nada está morto. Em política cada dia é uma conjuntura diferente. Impeachment é consequência de uma conjuntura. Às vezes esquenta, às vezes esfria”. Discordo completamente do senador. Impeachment é um instrumento real, prevista na constituição, e independe das temperaturas políticas. Ou deveria independer. Basta um fato que o justifique, deveria ser aplicado. No caso da Dilma não faltam fatos. Eles excedem em quantidade e gravidade qualquer fato gerador do processo.  O que falta é substituto. Razões para impincha-la há de sobra. O que não anima os políticos são as alternativas.

20.2.16

Exercício


Crônica diária

 Orgulho e amor próprio

Esses dois componentes, de certa forma úteis para o equilíbrio emocional das pessoas, nem sempre corresponde à opinião de terceiros. Ou quase nunca. Formamos conceitos de nós próprios, ou de nossas famílias, que se auto alimentam, que se fortalecem, e que viram verdades indestrutíveis. Apesar de cada indivíduo ser uma mísera ilha no vasto oceano humano, ela, essa pequena ilha, é que importa. Pelo menos para quem a habita. Essas considerações de ordem filosóficas ficam até sem muito sentido nos dias de hoje. Acabo de ler uma história verdadeira da relação de um filho escritor e culto, e de um pai judeu rústico, honesto e tosco. O núcleo familiar dos judeus americanos, dos filhos e descendentes dos que escaparam com vida dos campos de concentração, mostram a importância desse orgulho e amor próprio. Sem esses dois componentes não teriam sobrevivido a tantas provações. O mesmo esta acontecendo com os milhares de refugiados da guerra da Síria, dos muçulmanos que invadem a Europa diariamente. Uma força maior, sobre humana, os encoraja e os impulsiona, quase irracionalmente, numa fuga suicida, rumo ao desconhecido, mas com a esperança de que vai valer a pena.

Wanderley e Lara

Renata Almeida postou: "primeiro corte da Lara com o melhor!!" Eu comentei:"Ele vai acabar ficando famoso por cortar o cabelo da Lara...srsrsr". Vocês duvidam?

19.2.16

Mais um VARAL da Maria de Fátima


"eu estendais (certos estendais !) associo a Lunardelli e ao varal que, sendo de ideias me recorda sempre o pé de moça e aquele outro que nem sendo pornográfico é bem concreto Emoticon smile
por isso não se admire de, enquanto eu dure pela net e desse lado do oceano haja Eduardo, receber destes mimos indiscretos e pouco próprios de serem enviados de uma senhora a um cavalheiro..."
(Claudio Dantas)
 Santos Maria de Fátima

Crônica diária

Lembram dos seriados?
Quando tinha uns dez anos adorava assistir aos domingos os seriados pela TV. Será que já tinha TV naquele tempo? Então era no cinema da fazenda que assistíamos durante as férias. Os filmes eram em 16 milímetros, preto e branco, e vinham pela estrada de ferro Noroeste do Brasil como encomenda em duas grandes latas metálicas presas por uma correia de couro.  Chegavam no sábado a tarde e eram despachadas na segunda pela manhã. Todo fim de semana um capitulo novo. Ou um seriado de caubói ou de uma história inter estrelar. Passados todos esses anos, assisti na vida alguns poucos capítulos de novelas das oito na Globo. Poucas é verdade. Mas fui pego, estas semanas, por um seriado chamado The Fall (irlandês), que passa dois capítulos, da primeira série, todo domingo a partir das 21:30. Isso no canal fechado da Globosat. Um entretenimento e tanto.

18.2.16

Cinco dias úteis



Foto de JBarroso enviada por José Luis Fernandes que deu o título. Não entendi o por que da sexta calcinha não ter sido considerada...

Crônica diária

Celular e carnaval

Dia 13 ultimo falei da dificuldade do povo (pobres e ricos) aceitarem a Arquitetura Moderna que completa 88 anos no Brasil. Não é portanto tão moderna assim, apesar de não continuar sendo a "contemporânea". Hoje falo, ao contrário, como outros conceitos se popularizaram, e a meu ver, perderam muita qualidade. Os exemplos são muitos, em todas as áreas de atuação social. Há oitenta e oito anos, os homens e as mulheres se vestiam muito melhor, e elegantemente, que hoje. Houve uma padronização e homogeneização do jeans, tênis, e mini saias, que não separam mais as patroas das empregadas, as moças ricas das filhas das menos favorecidas. O traje unissex é uma das realidades contemporâneas. Camisa, calça e tênis. Mas outras comodidades sociais como dormir no emprego virou vexame. As moças, analfabetas na maioria, preferem perder quatro horas do seu dia, além das oito trabalhadas, em meios de transportes mal cheirosos, apinhados, caros, e desconfortáveis, a comer e dormir no emprego. São pessoas de uma classe que nada possuem, mas não deixam de usufruir celulares, computadores, sem saber escrever uma lista de compras para um mercadinho. Hoje um maior número de pessoas ingressou na zona de consumo, sem antes ter adquirido, através da escola, da educação,  informações básicas. A pirâmide aumentou enormemente sua base, mas perdeu altura. Perdeu qualidade. Perdeu o sonho de aspirar grandes coisas. Passou a se contentar com pão e circo. Celular e carnaval. Passou a falar no gerúndio. Odiar os ricos, hostilizar os mais abastados. Como se isso, que era uma aspiração de todos, passa-se a ser um pecado condenável. 

Comentários que valem um post


Fernando Cals Diriam os mais antigos: uma plêiade de notáveis blogueiros!
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Valter Ferraz
Valter Ferraz Eduardo Penteado Lunardelli, vale a velha máxima: a internet aproxima os que estão longe e afasta os que estão perto.

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17.2.16

Carnaval no Rio

Enviada por José Luis Fernandes

Crônica diária


Ignorância pré-histórica

Há pessoas rústicas, toscas, e completamente tomadas de uma abundante ignorância pré-histórica. Poderão dizer que acabei de adjetivar com as piores tintas um ser humano. Não. Há mais coisas a se dizer sobre esses ignóbeis animais sem rabo. Meu primeiro patrão, quando eu tinha pouco mais de dezoito anos, foi o Deputado Federal Herbert Levy. Quem me impôs no cargo de secretário particular para assuntos políticos foi meu antecessor e jornalista Waldo Domingos Claro. O Dr. Herbert não teve escolha. Eu dei o meu melhor, e em troca convivi com um homem extraordinário. O máximo que cheguei a ouvir de blasfêmia foi: " É um animal de rabo", referindo-se a uma grave e perigosa manobra de um inábil motorista à nossa frente. Foi nessa época que convivi, por força do cargo, com  políticos tais como o Prefeito Prestes Maia, os Governadores Carlos Lacerda, Adhemar de Barros, e Abreu Sodré. Deste ultimo ouvi pessoalmente a dificuldade que um homem público tem, depois de quatro anos no governo sem tocar na maçaneta de uma porta. E isso dito por um homem de família abastada e educada. Imaginem vocês os Lulapolíticos! Como não esperar que depois de oito anos no Palácio da Alvorada, onde entrou com duas malas, e saiu com uma frota de caminhões, o Lula e Marisa Letícia pudessem viver no muquifo de Santo André. Ou mesmo no cafona tríplex do Guarujá. Ou ainda no pobre e melancólico sítio, com a imagem em cimento, do cristo, e lago com dois cisnes pedalinhos? Lambanças previsíveis. Completamente compreensíveis. Só não toleradas com erário público. Por isso volto a dizer que há pessoas rústicas, toscas e completamente ignorantes pré-históricos. Corruptos e corruptores.

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"...o Varal de Ideias é uma referência de como um blog deve ser ." Agnnes

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