17.12.15
O melhor
é ser avô
Dizem que
é porque só usufruímos dos breves e prazerosos momentos de convívio com os
netos. É verdade. Cumprimos apenas as tarefas que nos permite a idade. Não se é
avô sem antes termos sido pais. Mas na idade em que tivemos filhos, as
atividades, atribuições e deveres, consumiam todas as nossas energias e
atenções. Não percebíamos a beleza e graça de uma criança. Tínhamos exatamente
energia, ilusão, e esperança, tudo que nos falta hoje. Não restava o tempo para
contemplação, admiração, e observação que dispomos agora. Os netos recém
nascidos são criaturas absolutamente divinas, puras, honestas, verdadeiras.
Aproveitai-os. Depois terão seus defeitos ou qualidades e voltarão a nos
proporcionar esperanças, ilusões e certezas. É a terceira fase da nossa
existência. Segunda geração. Tudo que nossa energia não conseguiu realizar
enquanto produtivos, nossos filhos foram nossas ilusões, esperanças e certezas,
e elas se renovam pela terceira vez. Quanto menos energia física, ilusões,
e esperanças, mais certeza de que os nossos netos são melhores do que fomos. A
natureza foi sábia em nos proporcionar o prazer de conviver, sem obrigações,
com os netos que são o mais vivo e importante registro de nossa existência. A
prova de que viver vale a pena. Nos próximos dias nasce o nosso sexto neto.
Renovam as esperanças, ilusões e certezas.
16.12.15
Crônica diária
O devido processo legal
A diferença entre regime de exceção e uma democracia republicana é que as instituições representadas pelos três poderes funcionem em harmonia e independência. O dono do poder é o povo que se manifesta livremente através do voto. Os eleitos são seus representantes no congresso, e no poder executivo. O judiciário não é eleito pelo povo, mas dele se espera imparcialidade e respeito as leis. Notadamente à lei maior, a constituição. Tudo isso é na teoria. Acontece que a carne é fraca. Os políticos são seres humanos e cheios de defeitos. Entre suas maiores deficiências esta o egoísmo, a falta de responsabilidade pública, o imediatismo, e a certeza da impunidade. Vale dizer: pensam em si próprios antes da nação ou do interesse dos seus eleitores. A maioria das vezes defendem, depois do interesse próprio, o interesse dos que financiaram suas campanhas. As empresas ou pessoas que financiam campanhas, muitas vezes, tem interesses opostos ao dos cidadãos comuns. Algumas vezes interesses escusos. Quem pode o mais, pode o menos. Quem colocou no poder uma determinada pessoa e partido, pode e deve destituí-lo quando achar necessário. Para tanto a constituição prevê mecanismos. O povo vota livremente e quando não esta satisfeito com os resultados práticos do exercício das funções, sai às ruas, e vai aos meios de comunicação social, expressas sua insatisfação. Seus representantes, deputados e senadores são coagidos a agir. O processo é denominado impeachment, e tem um rito. O impeachment pode ser proposto por qualquer brasileiro. Não é rápido porque garante o amplo direito de defesa dentro do que chama "devido processo legal". É um procedimento eminentemente político. Mas como implica na necessidade de haver um crime, para ser aberto, é jurídico, também. Por essa razão quem preside o Senado, na sessão de julgamento, é o presidente do STF. Acontece que as opiniões se dividem quanto à caracterização do crime previsto na lei. Lá se fala de crime que o acusado tenha cometido em benefício próprio. Usar dinheiro sujo, pixulecos da Petrobras, em campanha eleitoral é crime, e os beneficiados são os candidatos eleitos. Logo no caso das eleições de 2014 houve crime. A Dilma e o Temer podem perder o mandato. Podem ter sua chapa impugnada pelo TRE. Ironicamente todos os outros monstruosos crimes cometidos pela Dilma no exercício da presidência do conselho da Petrobras, das pedaladas de 2014 e de 2015, não são considerados crimes passíveis de impeachment. Como no caso presente, o impedimento da Dilma e Temer, quem assumiria seria o presidente da câmara, investigado na operação Lava Jato, e ora procrastinando uma decisão da comissão de ética para não ter seu mandato cassado. Que situação se encontra o Brasil!
A diferença entre regime de exceção e uma democracia republicana é que as instituições representadas pelos três poderes funcionem em harmonia e independência. O dono do poder é o povo que se manifesta livremente através do voto. Os eleitos são seus representantes no congresso, e no poder executivo. O judiciário não é eleito pelo povo, mas dele se espera imparcialidade e respeito as leis. Notadamente à lei maior, a constituição. Tudo isso é na teoria. Acontece que a carne é fraca. Os políticos são seres humanos e cheios de defeitos. Entre suas maiores deficiências esta o egoísmo, a falta de responsabilidade pública, o imediatismo, e a certeza da impunidade. Vale dizer: pensam em si próprios antes da nação ou do interesse dos seus eleitores. A maioria das vezes defendem, depois do interesse próprio, o interesse dos que financiaram suas campanhas. As empresas ou pessoas que financiam campanhas, muitas vezes, tem interesses opostos ao dos cidadãos comuns. Algumas vezes interesses escusos. Quem pode o mais, pode o menos. Quem colocou no poder uma determinada pessoa e partido, pode e deve destituí-lo quando achar necessário. Para tanto a constituição prevê mecanismos. O povo vota livremente e quando não esta satisfeito com os resultados práticos do exercício das funções, sai às ruas, e vai aos meios de comunicação social, expressas sua insatisfação. Seus representantes, deputados e senadores são coagidos a agir. O processo é denominado impeachment, e tem um rito. O impeachment pode ser proposto por qualquer brasileiro. Não é rápido porque garante o amplo direito de defesa dentro do que chama "devido processo legal". É um procedimento eminentemente político. Mas como implica na necessidade de haver um crime, para ser aberto, é jurídico, também. Por essa razão quem preside o Senado, na sessão de julgamento, é o presidente do STF. Acontece que as opiniões se dividem quanto à caracterização do crime previsto na lei. Lá se fala de crime que o acusado tenha cometido em benefício próprio. Usar dinheiro sujo, pixulecos da Petrobras, em campanha eleitoral é crime, e os beneficiados são os candidatos eleitos. Logo no caso das eleições de 2014 houve crime. A Dilma e o Temer podem perder o mandato. Podem ter sua chapa impugnada pelo TRE. Ironicamente todos os outros monstruosos crimes cometidos pela Dilma no exercício da presidência do conselho da Petrobras, das pedaladas de 2014 e de 2015, não são considerados crimes passíveis de impeachment. Como no caso presente, o impedimento da Dilma e Temer, quem assumiria seria o presidente da câmara, investigado na operação Lava Jato, e ora procrastinando uma decisão da comissão de ética para não ter seu mandato cassado. Que situação se encontra o Brasil!
15.12.15
Crônica diária
Uma luz no horizonte
Nem sempre escrevo tudo o que penso. Para espanto de algum petista adversário, não ficamos repetindo frases feitas. Em geral
importadas. Há mais de dois meses tive uma longa conversa, depois de
mais de trinta anos sem nos falar, com o Fernando Ulhôa Levy, um
espécime raro, que apesar de quase surdo, fala baixo, pausadamente e com
muita inteligência e propriedade. Fala como falam os Papas. Cheio de
fé, esperança e humildade. Na longa conversa chegamos a traçar cenários
possíveis para o desenrolar do drama político/econômico do país. E foi
naquele papo que lembrei o nome do Jarbas Vasconcelos para Presidente da
República. A situação do deputado Eduardo Cunha ainda não havia chegado
onde chegou. Ele passou a não ter nenhuma condição ética ou moral para
presidir a câmara e ser o segundo na linha sucessória da Presidência da
República. Mas parece que os fatos estão levando meu desejo tornar-se
realidade. Se o Cunha renunciar para salvar o mandato parlamentar, o que
por si só já é vexatório para o parlamento, abre-se uma oportunidade
ímpar de fazer do seu companheiro de partido, PMDB, seu sucessor. O
político e empresário respeitado e experiente transita com facilidade
entre seus pares de partidos de oposição. Crítico feroz do atual governo
tem todos os instrumentos intelectuais e morais para assumir a eventual
vaga da Presidente Dilma, seja por impeachment ou cassação da chapa
Dilma/Temer. Na primeira hipótese, assume o Temer, e o Jarbas será o
presidente da câmara que com sua independência habitual conseguirá
pacificar e unificar o Congresso. Finalmente vejo com clareza e alegria
que há luz no horizonte. Não serão tempos fáceis porque o desastre
econômico que nos encontramos vai exigir grandes sacrifícios. Mas há o
alento de que faremos sob o comando de políticos experientes e corajosos
as reformas de que o Brasil reclama.
Comentários vque valem um post
Eduardo Penteado Lunardelli Jarbas Vasconcelos para o lugar de Cunha.
Não pode haver candidato melhor do que ele. Se a chapa Dilma Temer for impugnada em março pelo TRE, Jarbas assume a presidência e faz o governo de transição para 2018.
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João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Filomena Gonçalves":
Será um livro com o peso da verdade e a leveza das ilustrações.
Um livro para ter à mão.
Postado por João Menéres no blog . em segunda-feira, 14 de dezembro de 2015 09:01:00 BRST
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Não pode haver candidato melhor do que ele. Se a chapa Dilma Temer for impugnada em março pelo TRE, Jarbas assume a presidência e faz o governo de transição para 2018.
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João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Filomena Gonçalves":
Será um livro com o peso da verdade e a leveza das ilustrações.
Um livro para ter à mão.
Postado por João Menéres no blog . em segunda-feira, 14 de dezembro de 2015 09:01:00 BRST
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14.12.15
Filomena Gonçalves
Filomena Gonçalves, agora o livrinho esta completo. Um dia vamos reedita-lo com suas ilustrações. Combinado?
Crônica diária
A verdade esta no vinho
"In vino veritas", ficou mais uma vez demonstrada sua autenticidade. Não teria a senadora recém casada, Ministra da Agricultura Kátia Abreu se manifestado de forma mais loquaz quanto foi, ao ser perguntada pelo senador José Serra, se era muito namoradeira. Não era segredo para ninguém, pois ela própria declarou-se namoradeira numa reportagem da revista Claudia em 2011. A taça de vinho jogada no senador vem confirmar o óbvio: "In vino veritas".( A verdade esta no vinho).
"In vino veritas", ficou mais uma vez demonstrada sua autenticidade. Não teria a senadora recém casada, Ministra da Agricultura Kátia Abreu se manifestado de forma mais loquaz quanto foi, ao ser perguntada pelo senador José Serra, se era muito namoradeira. Não era segredo para ninguém, pois ela própria declarou-se namoradeira numa reportagem da revista Claudia em 2011. A taça de vinho jogada no senador vem confirmar o óbvio: "In vino veritas".( A verdade esta no vinho).
13.12.15
Crônica diária
Não vai dar certo
Ânimos quentes não se esfriam com vinho. Num jantar com Temer, os
senadores José Serra e Kátia Abreu (que é também Ministra da
Agricultura) se estranharam. Pudera, o Serra, em tom de brincadeira,
disse que a Ministra tem fama de namoradeira. Ela reagiu, pedindo a ele
respeito, porque é casada, e jogou uma taça de vinho no senador. Por
outro lado, e na mesma semana, deputados se engalfinharam no plenário da
câmara e destruíram urnas eletrônicas. Na comissão de ética e "decoro
parlamentar", pasmem os senhores, Wellington Roberto, do PR, e Zé
Geraldo, do PT tiveram que ser segurados pelos companheiros, para não se
estapearem. Os ânimos estão quentes. A questão deixou de ser ideológica
como no passado. Agora se briga pela permanência ou não da Dilma, ou do
Eduardo Cunha. Parece que os problemas do país se resumem a dois nomes.
Duas pessoas, uma ex terrorista e assaltante de banco, e o outro
investigado pela operação Lava Jato, por ter recebido pixuleco da
Petrobras, e ter mentido na CPI da mesma, quando afirmou não possuir
contas no exterior. De fato contas não possui. Possui muitos dólares
advindos de "carne enlatada vendida na África". Resumindo, a república
esta limitada à Delcídio do Amaral, senador e líder do governo na
cadeia. Onde André, banqueiro, também esteve. Serra encharcado de vinho,
Ministra namoradeira, Presidente ex guerrilheira, e deputados com nomes
de dupla caipira: Zé Geraldo e Wellington Roberto. O insucesso é
previsível.
12.12.15
Crônica diária
PT, saúva brasileira
O governo tinha pressa. Chegou a cogitar cancelar o recesso parlamentar
para que o impeachment fosse rapidamente votado. Um juiz do STF, Edson
Fachin, um dilmista de carteirinha, acatando um mandato de segurança do
PCdoB, paralisou os trabalhos da comissão, que nem chegou a se reunir.
Se dia 16 o pleno do STF não decidir a matéria proposta por Fachin, só
depois do recesso do judiciário, em Fevereiro, a comissão poderá iniciar
seus trabalhos. Era tudo que o governo não queria. É o pior dos mundos.
Entrar em 2016 com indefinições de todas as ordens. A economia
estagnada, a recessão e desemprego em alta, e a crise política se
aprofundando. Sem a saída rápida da presidente, por renúncia,
impeachment, ou cassação pelo TRE, não haverá condições de pacificação
política. A crise é a Dilma. Com ela o país cairá no abismo. Em
Fevereiro é possível que o TRE casse a chapa do PT. Houve crime
eleitoral. Dilma e Temer ficam inelegíveis por oito anos. Se até lá o
Eduardo Cunha, presidente da câmara, ainda estiver nessa condição,
assume a presidência e em noventa dias uma nova eleição designará o
presidente. Acontece que em Outubro de 2016 já temos eleições marcadas
para prefeitos e vereadores. O ano que vem estaria completamente
contaminado. 2017 será curto para qualquer presidente reorganizar o país
para enfrentar novo pleito em 2018. Logo, perdemos quatro anos. Para um
país como o Brasil, é como sair de uma longa guerra. Terra arrasada.
Política e economicamente. Esse é o saldo de dezesseis anos de governo
petista. Como diziam sobre a formiga saúva, ou se acaba com ela ou ela
acaba com o Brasil.
Comentários que valem um post
João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "A mocinha":
Para mim, a Eduarda é, e será sempre, muito linda !
Também já conheço daqui há pelo menos seis anos ...
Um beijo para ela e um abraço para o vôvô EDU, todo babado.
Postado por João Menéres no blog . em sexta-feira, 11 de dezembro de 2015 09:54:00 BRST
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Li Ferreira Nhan deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
Edu, sua crônica hoje está ótima! Adoro qdo seu humor inteligente vem acompanhado da mais fina ironia!
Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em sexta-feira, 11 de dezembro de 2015 14:47:00 BRST
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11.12.15
Crônica diária
Verba volant...
A presidente, ao iniciar a leitura da carta pessoal do Temer, deparou
com um pedido de "verba" inédito. É comum receber de políticos pedidos
de verbas variadas. "Volant" foi a primeira vez. Chamou seu fiel
escudeiro (até que o Japonês o convide para ir a Curitiba) e perguntou
do que se tratava. Edinho, obscuro e mal barbeado político caipira
paulista, também não sabia do que se tratava tal "verba". Ligou para o
baiano Jaques Wagner, mas ele já havia deixado o gabinete da Casa Civil.
Sobrou o Levy, Ministro da Fazenda, que certamente entende de "verba".
Fez economia e não é muito versado em latim. Recomendou o Ministro da
Justiça, Eduardo Cardoso que tirou de letra: "As palavras voam". Dilma
continuou não entendendo nada. Não importa, a carta já não era pessoal e
logo o Brasil ficou sabendo. E essas palavras não voam, estão escritas. "scripta manent".
Comentários que valem um post
Li Ferreira Nhan deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
Vergonhoso e preocupante o que assistimos:
na troca de favores ao pt o Fachin decide atrasar o processo de impeachment. Quem está metendo os pés pelas mãos, enterrando aquele discurso mentiroso "da luta pela ética e moralidade", são os acusadores de que o impedimento da presidente se trata de um golpe.
Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em quinta-feira, 10 de dezembro de 2015 03:04:00 BRST
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Li Ferreira Nhan deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
Edu, o denominador comum dessas pessoas é a prepotência, intolerância, fanatismo e o autoritarismo. E, quando a questão é fazer prevalecer o ponto de vista deles, ficam cegos no discurso fanático. E então, nessa cegueira, deixam escapar o verdadeiro ser espiritualizado e nada amoroso que habitam neles. Essa gente necessita de platéia útil; falar e pregar a ouvidos crédulos.
Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em quinta-feira, 10 de dezembro de 2015 02:29:00 BRST
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na troca de favores ao pt o Fachin decide atrasar o processo de impeachment. Quem está metendo os pés pelas mãos, enterrando aquele discurso mentiroso "da luta pela ética e moralidade", são os acusadores de que o impedimento da presidente se trata de um golpe.
Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em quinta-feira, 10 de dezembro de 2015 03:04:00 BRST
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Li Ferreira Nhan deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
Edu, o denominador comum dessas pessoas é a prepotência, intolerância, fanatismo e o autoritarismo. E, quando a questão é fazer prevalecer o ponto de vista deles, ficam cegos no discurso fanático. E então, nessa cegueira, deixam escapar o verdadeiro ser espiritualizado e nada amoroso que habitam neles. Essa gente necessita de platéia útil; falar e pregar a ouvidos crédulos.
Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em quinta-feira, 10 de dezembro de 2015 02:29:00 BRST
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Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Anjinho":
Nestas idades ainda se voa.
Postado por Jorge Pinheiro no blog . em quinta-feira, 10 de dezembro de 2015 09:46:00 BRST
Nestas idades ainda se voa.
Postado por Jorge Pinheiro no blog . em quinta-feira, 10 de dezembro de 2015 09:46:00 BRST
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Ery Roberto Corrêa Eduardo Penteado,
o que me trinca é que você fala verdades incontestáveis sobre esse
governo e essa situação política, entretanto ainda vejo por aqui pelo
Face que é muito difícil os fieis da seita compreenderem um mínimo do
que a maioria vê e diz. Causa-me um grande espanto este fato. Será
ignorância ou fundamentalismo partidário?
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10.12.15
Crônica diária
Aos legalistas inconsequentes
Escrevemos sobre o estelionato eleitoral desde Novembro do ano passado. A
situação do país era ruim depois de quatro anos de governo Dilma, mas
piorou muito. Ela demonstrou durante toda sua vida ser despreparada para
gerir. Quebrou uma pequena loja de R$1,99. Aprovou a compra de
Pasadena. Assaltou bancos como guerrilheira. Assaltou o tesouro, usando
dinheiro público sem autorização do Congresso. Crime de responsabilidade
fiscal. Cometeu pedaladas em 2014 para se reeleger. Usou dinheiro sujo
na campanha. Voltou a cometer crime de responsabilidade em 2015 para
salvar seus projetos populistas, e grandes empresas privadas, quebradas
pelas medidas desastradas do seu governo. Mas sua inabilidade
administrativa e gerencial, não são menores do que sua incompetência
política. Comprou briga pessoal com o presidente da câmara, Eduardo
Cunha. Usou fartamente redes de TV para acusa-lo de ter conta na Suíça,
alegando que ela nunca teve. Ninguém, em tempo algum, acusou-a de ter
conta em lugar nenhum. Seus crimes são, incomensuravelmente, maiores.
Quebrou o país, destruiu a Petrobras, assaltou os bancos estatais. E no
auge da sua briga pessoal contra Cunha, torna publico uma carta pessoal
do seu vice-presidente, Michel Temer, a quem declarara, seis horas
antes, respeito, e mentiu que nunca o tivesse desprestigiado (como ficou
claro na referida carta). Um tiro no pé. Mulher de temperamento
irascível, destrata seus subalternos e, consequentemente, não consegue
assessores capazes e competentes. O Lula lhe impôs Jaques Wagner como
seu Chefe da Casa Civil, e ela o detesta, porque como bom baiano, acorda
tarde. Aconselha-se com Edinho Silva, obscuro petista citado na
operação Lava Jato. Seu governo esta nos últimos dias, três anos antes
do fim, e seus ministros começam a debandar. Aqueles que me censuraram
por defender o impeachment, desde os primeiros dias do governo Dilma,
devem estar amargando suas ironias e comentários ácidos que me
dirigiram. A mim não fizeram mal, mas contribuíram para doze meses de
gravíssimos prejuízos à nação, e ao povo brasileiro. A pseudo
legalidade, desta vez, teve um custo social impagável. Inflação,
desemprego, perda no grau de investimento, terão consequências nefastas
por muito tempo. O povo, apesar de ter votado nela, por ignorância, não
merecia um castigo tão severo. Seus defensores, esses sim, merecem
passar o que o futuro nos reserva. Infelizmente a todos. Vamos pagar
mais esse pato.
9.12.15
Crônica diária
Há seguidores do EI, do Maduro e do PT
Se há gente no mundo que simpatiza com o Estado Islâmico, o que podemos dizer de alguns que ainda apoiam o PT? Minha querida leitora Li, ontem reclamou de alguns comentários aqui na minha página do FB. Ela me acompanha, mas no blog. Disse textualmente que: "não conhecia esse tipo de cúmplices do governo, que além de raivosa espuma, destilam ódio em seus comentários; os tais doutores-sementes-espiritualizados que proclamam em suas paginas que "o amor é a maior expressão do espírito humano." Imagino se não fosse!" Pois é, querida Li, como bom democrata e paciente escriba, sou obrigado a ler comentários desvairados, verdadeiros mantras que os petistas repetem sem noção. Mas, como há gente no mundo, que simpatiza com o Estado Islâmico, gente que segue o Maduro na Venezuela, por que não tolerar esses coitados seguidores do PT?
Se há gente no mundo que simpatiza com o Estado Islâmico, o que podemos dizer de alguns que ainda apoiam o PT? Minha querida leitora Li, ontem reclamou de alguns comentários aqui na minha página do FB. Ela me acompanha, mas no blog. Disse textualmente que: "não conhecia esse tipo de cúmplices do governo, que além de raivosa espuma, destilam ódio em seus comentários; os tais doutores-sementes-espiritualizados que proclamam em suas paginas que "o amor é a maior expressão do espírito humano." Imagino se não fosse!" Pois é, querida Li, como bom democrata e paciente escriba, sou obrigado a ler comentários desvairados, verdadeiros mantras que os petistas repetem sem noção. Mas, como há gente no mundo, que simpatiza com o Estado Islâmico, gente que segue o Maduro na Venezuela, por que não tolerar esses coitados seguidores do PT?
Comentários que valem um post
Li Ferreira Nhan deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
Por aqui não podemos esperar mais, nem pensar em 2018; ja há um primeiro demitido e haverá mais outro. Muito, muito triste e perda para ambos os lados. (Me espanto com alguns comentários nos seus post no face; não conhecia esse tipo de cúmplices do governo que além de raivosa espuma e destila ódio em seus comentários; os tais doutores-sementes-
espiritualizados
que proclanam em suas paginas que "o amor é a maior expressão do
espírito humano." Imagino se não fosse! Tô fora desse ilustres, sem
papo; quero menos dessa turma!)
Mil vezes continuar por aqui no blog!
Por aqui não podemos esperar mais, nem pensar em 2018; ja há um primeiro demitido e haverá mais outro. Muito, muito triste e perda para ambos os lados. (Me espanto com alguns comentários nos seus post no face; não conhecia esse tipo de cúmplices do governo que além de raivosa espuma e destila ódio em seus comentários; os tais doutores-sementes-
Mil vezes continuar por aqui no blog!
Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em terça-feira, 8 de dezembro de 2015 03:07:00 BRST
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8.12.15
Crônica diária
Vamos esperar 2018?
A presidente Dilma foi reeleita num
pleito muito apertado, onde pregou e jurou ideias e medidas que descumpriu logo
no primeiro dia. Colocou em prática a plataforma eleitoral do seu rival e candidato
derrotado. Com isso desagradou seus eleitores, e dividiu o país. O lado
derrotado que nunca exerceu de fato oposição, ficou mais uma vez vendido. Foram
seus diagnósticos e previsões catastróficos que se apresentaram verdadeiros.
Nada mais justo do que apoiar um pedido de impeachment assinado por um
insuspeito jurista. Helio Bicudo, fundador do PT, se redime no final da vida,
com esse pedido. Por outro lado, o maior partido de aluguel do Brasil, PMDB,
aquele que sempre preferiu dar sustentabilidade a um candidato de outro
partido, do que ser cabeça de chapa, lida com dificuldade, com a possibilidade,
de vir ser governo interino. Todos os políticos, de todos os partidos, fazem
seu jogo pessoal, e individual. Ciro Gomes quer ser derrotado pela terceira vez,
em 2018. Logo, prega a manutenção da Dilma. Marina Silva, vai na mesma direção.
Aécio, Serra e Alkimim continuam não se entendendo, cada um procurando seu
próprio espaço, e os três mirando a Presidência. Tudo isso no ano de 2015, ano
que não existiu, a não ser para constatar que o PT mentiu nas eleições, que por
ter usado dinheiro roubado da Petrobras, e outras estatais, teve sua vitória
maculada pelo estelionato eleitoral. Num quadro político, como o descrito, é
impossível imaginar que possa haver justiça com julgamentos políticos.
Onde há crime, e houve com as pedaladas, deveria haver processo julgado pelo
STF, além do TCU, onde a Dilma já teve as contas recusadas. Deixar a cargo dos
políticos, o julgamento do impeachment, os constituintes se equivocaram. Os
políticos são homens e mulheres movidos a voto, a pressão popular, e não
costumam pautar seus atos na ética, e lisura moral. Não são capazes de
diferenciar um crime, previsto na lei de responsabilidade fiscal, com um
desequilíbrio fiscal da ordem de 120 bilhões. Quem tem a capacidade de julgar
são os Ministros do Supremo. E neste caso do impeachment eles não terão voto. O
Brasil continuará sem governo, e todos de olho no longínquo 2018. Quem perdeu o
emprego, terá que esperar. Quem tem imóvel a venda, ou para alugar, terá que
esperar 2018. Quem se formou, e quer iniciar um negócio, terá que esperar 2018.
Quem comprou TV, geladeira, carro nos anos de desoneração da Dilma, hoje não
tem como pagar as prestações, que a conta de luz, água e combustíveis absorveram.
O ensino se deteriora junto com a falta de medicamentos no SUS. Mas os
professores, alunos e doentes terão que esperar 2018. Qualquer coisa é melhor
do que não fazer nada. Até o Temer.
7.12.15
Crônica diária
O golpe do PT
O PT pediu impeachment do Itamar Franco, do Collor e do FHC. Era um instrumento constitucional válido. Hoje o pedido de impeachment da Dilma é golpe. Contra o PT, duas linhas bastam.
O PT pediu impeachment do Itamar Franco, do Collor e do FHC. Era um instrumento constitucional válido. Hoje o pedido de impeachment da Dilma é golpe. Contra o PT, duas linhas bastam.
6.12.15
Crônica diária
O ano que não existiu
Depois de ter lutado e escrito desde Dezembro do ano passado, em defesa do impeachment da Presidente eleita, por fraude eleitoral, e todas as irregularidades cometidas no exercício (pedaladas = crime de responsabilidade), que continuou praticando no atual exercício, só tenho a lamentar que o país perdeu um ano da sua história. O ano de 2015 foi completamente perdido. E com o Eduardo Cunha sendo julgado pela comissão de ética da câmara, e a Dilma sofrendo processo de impeachment no ultimo mês do ano, vamos comprometer definitivamente o próximo ano. 2016, sobre o qual já eram mínimas as expectativas, inicia com crise política inédita, situação econômica deplorável, e déficit fiscal no seu orçamento. Novos impostos, (CPMF) em ano eleitoral, é tudo que não se recomenda num regime democrático. Como todos os índices, a volta à cédula de papel, nas próximas eleições, nos faz voltar ao processo eleitoral de quinze anos atrás. Vamos acabar chegando à idade da pedra.
Depois de ter lutado e escrito desde Dezembro do ano passado, em defesa do impeachment da Presidente eleita, por fraude eleitoral, e todas as irregularidades cometidas no exercício (pedaladas = crime de responsabilidade), que continuou praticando no atual exercício, só tenho a lamentar que o país perdeu um ano da sua história. O ano de 2015 foi completamente perdido. E com o Eduardo Cunha sendo julgado pela comissão de ética da câmara, e a Dilma sofrendo processo de impeachment no ultimo mês do ano, vamos comprometer definitivamente o próximo ano. 2016, sobre o qual já eram mínimas as expectativas, inicia com crise política inédita, situação econômica deplorável, e déficit fiscal no seu orçamento. Novos impostos, (CPMF) em ano eleitoral, é tudo que não se recomenda num regime democrático. Como todos os índices, a volta à cédula de papel, nas próximas eleições, nos faz voltar ao processo eleitoral de quinze anos atrás. Vamos acabar chegando à idade da pedra.
5.12.15
Varal da Manuela Pereira
Enquanto viajava numa das
estradas da Nova Zelândia fui surpreendida com um enorme estendal de
soutiens. Li a placa que estava junto e constatei que era uma forma de
alertar contra o cancro da mama.
Achei uma ideia fora do vulgar e muito apelativa, só não deixei lá o meu porque me fazia falta.Manuela Pereira
Crônica diária
Absurdo dos absurdos
Quando um presidente da republica perde completamente a confiança e respeito dos que nele votaram, o normal seria que renunciasse. A presidente em questão teria que ter grandeza de espírito, desprendimento, e amor pelo país que não soube governar. Seria esperar muito de uma ex- guerrilheira, empresaria falida num negócio de R$1,99. Conseguiu praticamente unanimidade, entre os brasileiros, sobre sua responsabilidade na situação caótica em que se encontra o país. Mas não existe a mesma unanimidade quando se questiona a intenção de impedi-la de continuar governando. Não são as questões morais, ou legais, que norteiam os argumentos dos que defendem que ela cumpra todo o mandato. A alegação mais comum é de que não tem um substituto à altura para o cargo. Somos 200 milhões de brasileiros e não temos um homem (ou mulher) para substitui-la neste momento. Que vergonha. Que absurdo. Realmente o deserto de líderes e homens públicos confiáveis nos desanima. Os dois sucessores imediatos da presidente, seu vice, o Temer, não tem o apoio integral nem de seus pares no PMDB. O Eduardo Cunha, segundo na sucessão, talvez não se livre da cassação de mandato no Conselho de Ética. Caso não pesasse contra ele fortes denúncias, só o fato de ter barganhando sua sobrevivência política, com a não aceitação do pedido de impeachment da presidente, já seria bastante e suficiente para acusa-lo de tirar vantagem pessoal no exercício do cargo. Falta grave de ética. Quanto aos quadros da oposição, que se apequenaram durante os treze anos de governos petistas, não sobram um verdadeiro líder para aglutinar e salvar a nação. Que vergonha. Que absurdo.
Quando um presidente da republica perde completamente a confiança e respeito dos que nele votaram, o normal seria que renunciasse. A presidente em questão teria que ter grandeza de espírito, desprendimento, e amor pelo país que não soube governar. Seria esperar muito de uma ex- guerrilheira, empresaria falida num negócio de R$1,99. Conseguiu praticamente unanimidade, entre os brasileiros, sobre sua responsabilidade na situação caótica em que se encontra o país. Mas não existe a mesma unanimidade quando se questiona a intenção de impedi-la de continuar governando. Não são as questões morais, ou legais, que norteiam os argumentos dos que defendem que ela cumpra todo o mandato. A alegação mais comum é de que não tem um substituto à altura para o cargo. Somos 200 milhões de brasileiros e não temos um homem (ou mulher) para substitui-la neste momento. Que vergonha. Que absurdo. Realmente o deserto de líderes e homens públicos confiáveis nos desanima. Os dois sucessores imediatos da presidente, seu vice, o Temer, não tem o apoio integral nem de seus pares no PMDB. O Eduardo Cunha, segundo na sucessão, talvez não se livre da cassação de mandato no Conselho de Ética. Caso não pesasse contra ele fortes denúncias, só o fato de ter barganhando sua sobrevivência política, com a não aceitação do pedido de impeachment da presidente, já seria bastante e suficiente para acusa-lo de tirar vantagem pessoal no exercício do cargo. Falta grave de ética. Quanto aos quadros da oposição, que se apequenaram durante os treze anos de governos petistas, não sobram um verdadeiro líder para aglutinar e salvar a nação. Que vergonha. Que absurdo.
4.12.15
Crônica diária
Adoro humor
Uma das pessoas que mais tem feito falta no Brasil
é Millôr Fernandes. Sua inteligência, humor e espírito público fazem
muita falta ao empobrecido, emburrecido, e depauperado país. Não fosse
alguns homens capazes de com sua audácia, competência, coragem e cinismo
criarem fatos hilários, se não fossem trágicos, estaríamos no mais
absoluto breu criativo. Me refiro ao André Esteves, que até agora nunca
tinha estado na cadeia, e em tantas manchetes e páginas de jornal.
Toda sua extensa carreira profissional, apesar da pouca idade, nunca
mereceram tanta publicidade quanto a dos últimos dias. Ficamos sabendo
que tem participação, é dono, ou sócio importante, em centena de grandes
empresas e negócios no Brasil e fora dele, que vão de vinho na Itália e
em Portugal, gado em Mato Grosso, Montadora de automóveis, Hospitais,
Petróleo, e muitas outras atividades além do banco. De banco ele conhece
tudo. Vendeu o Pactual, e alguns anos depois voltou a recompra-lo. Ao
faze-lo acrescentou três letras antes do nome da instituição. BTG. Sabem
o que significam essas três letras? Back To Game. Era um aviso ao
mercado, com muito humor: "Estou de volta ao jogo."
3.12.15
Crônica diária
Impeachment and establisment
Impeachment é uma palavra importada e já incorporada às necessidades de
Brasília. Há pouco tempo foi usada contra o Collor, e nos dias correntes
desejada contra a Dilma. Mas sua aplicação é confusa. É preciso um
crime específico e objetivo, cometido na atual gestão pela autoridade a
ser impichada. Contra o Collor foi um Fiat Elba Verde. Tem
aproximadamente a importância, e valor monetário, dos pneus estepes de
seus três carros recentemente confiscados pela Polícia Federal. Ele
melhorou muito de vida. Por outro lado, todos os crimes imputados à
Dilma, ainda não foram suficientes e necessários para o início do longo
de desgastante processo de impeachment. Mas no Brasil as coisas caminham
assim. Após
décadas de escândalos e roubalheira, a opinião pública já tem a
desconcertante percepção de que o "establisment" trabalha pela
impunidade. Establisment também é palavra importada. Esperamos que com o
resultado prático da Operação Lava Jato, o establisment tome vergonha
na cara.
Comentários que valem um post
Luciana de Camargo texto
perfeito! sempre disse e pensei isso! assino embaixo! sem uma
plataforma educacional e cultural, sem a familiaridade de gerações no
comando de empresas e nos postos-chaves, não é possível governar um
país...essa falsa (e rápida) ascensão sociopolítica
levou aos desmandos e ao desgoverno que vemos agora....como liberal,
acho que todos têm direito ao sucesso...mas creio que é preciso
preparo...o que está aí é claramente um revanchismo barato, realizado
com a ajuda desses empresários corruptos o que, de modo algum, desabona e
desautoriza o empresariado saudável que levou o Brasil adiante... não
há sucesso econômico nem social sem a livre empresa, sem educação e
instrução formal de qualidade que favorece o senso crítico), sem a
propriedade privada, sem Estado enxuto, sem transparência...o que
estamos experenciando é justamente o contrário disso...porfavor,
desculpem o desabafo! bom dia, na medida do possível...
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2.12.15
Crônica diária
O Brasil de profissionais
O tema é longo para ser tratado em dez linhas e muito sério para ser desenvolvido por mim. Sou um amador, em todos os sentidos. Mas vou abordar o tema em poucas linhas. A corrupção não é exclusividade brasileira. É verdade, porém, que aqui encontrou clima e elemento humano que a fizeram gracejar em abundância. Disse-me uma amiga, insuspeita, que em alguns países da África ela é ainda maior. E não começou ontem. Vem do tempo do império. A política sempre foi feita por famílias abastadas, homens preparados, estudados. Com o advento do PT assumiu o poder uma classe de gente absolutamente desqualificada de tudo. Faltava educação, cultura e meios para se perpetuar no poder. Assaltar os cofres públicos, corromper as empresas e empreiteiras foi a saída para ganharem eleições de custos astronômicos. O despreparo e ganancia dos que nunca tiveram fortuna levou-os aos equívocos populistas, e ao enriquecimento dos seus dirigentes e partidários. Sempre usando cores ideológicas que nunca professaram, fizeram política de resultados, onde o bem comum, função maior da atividade pública, sempre ficou em lugar secundário. Nessas circunstâncias ser empresário sério é muito difícil. Quem tem responsabilidade social, emprega milhares de pessoas, acaba sucumbindo aos achaques e às regras imorais de conduta. Não defendo o empresário, banqueiro, industriais corruptos, mas asseguro que só existem porque compactuam com o governo e seus métodos. Os que não aceitaram as regras faliram, quebraram ou foram comprados pelos profissionais de estômago de urubu. Aí vem a pergunta: quem nasceu antes, o ovo ou a galinha? O político corrupto ou o empresário corruptor? O que é certo é que sem um, o outro não prospera. Não adianta prender empresário sem prender o político corrupto. Quebrar bancos, empreiteiras, e montadoras não vai resolver o problema da economia nacional. Cassar partidos políticos inidôneos, corruptos e corruptores é o mister primeiro. Moralizar a política, valorizar os empresários sérios é a única maneira de se voltar a ter esperanças neste país. Caso contrário continuará a ser comparado aos piores, e mais atrasados, países da África.
1.12.15
Crônica diária
Delcídio, o sereno
No seu primeiro depoimento de quatro horas à Polícia Federal o senador
Delcídio Amaral, que passou a assinar Delcídio do Amaral, por razões
numerológicas, (talvez fosse melhor não ter acreditado na numerologia),
confirmou que a voz, das gravações feitas pelo filho do Cerveró, é sua.
Deu, porém, outras interpretações para os diálogos gravados. Tudo muito
serenamente, segundo seu advogado. Realmente esse é o estilo e
temperamento do senador preso. Talvez até por isso o temor da Dilma e
Lula, a quem estava a serviço, no momento do flagrante crime, é enorme.
As pessoas serenas são as mais perigosas. Nestor Cerveró de temperamento
explosivo poderá delatar, e já o fez, mas o estrago de informações
vindas de um senador sereno, líder do governo, tem um peso e
credibilidade maiores. Diria, até, devastadores. Ou como dizia o Collor:
"nitroglicerina pura". Estamos chegando, finalmente, à verdade. As
"peras" do Lula serão todas, ou quase todas, descascadas. O milagre de
catar bosta de elefante, e ficar milionário, será revelado. Os mandantes
do crime do Celso Daniel finalmente responsabilizados. Os crimes de
responsabilidade fiscal da Dilma, julgados. O país poderá ser
redesenhado e voltar a crescer. O crime, o cinismo, o escárnio, não
vencerão a justiça. A esperança retornará.
Comentários que valem um post
Li Ferreira Nhan deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
Eu deveria não ter ficado tanto em casa me dedicando ao casamento e as crianças. Deveria ter continuado a lecionar e optar pelas babás ao preço do meu salário só para poder me ver livre das filhas e falar orgulhosamente e de boca cheia; "eu trabalho fora!" Deveria ter aceitado as ofertas sedutoras de cargos dos ex amigos que há mais de 13 anos roubam, emporcalham e dilapidam o Brasil. Talvez hoje nossa empresa estaria bem financeiramente e certamente envolvida em algum escândalo nos noticiários. Eu, com certeza estaria mais feminina e muito mais bonita em alguma bancada do partido. Foi tudo uma questão de princípios e, consequentemente, da minha escolha.
Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em segunda-feira, 30 de novembro de 2015 03:13:00 BRST
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Eu deveria não ter ficado tanto em casa me dedicando ao casamento e as crianças. Deveria ter continuado a lecionar e optar pelas babás ao preço do meu salário só para poder me ver livre das filhas e falar orgulhosamente e de boca cheia; "eu trabalho fora!" Deveria ter aceitado as ofertas sedutoras de cargos dos ex amigos que há mais de 13 anos roubam, emporcalham e dilapidam o Brasil. Talvez hoje nossa empresa estaria bem financeiramente e certamente envolvida em algum escândalo nos noticiários. Eu, com certeza estaria mais feminina e muito mais bonita em alguma bancada do partido. Foi tudo uma questão de princípios e, consequentemente, da minha escolha.
Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em segunda-feira, 30 de novembro de 2015 03:13:00 BRST
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Falaram do Varal:
"...o Varal de Ideias é uma referência de como um blog deve ser ." Agnnes
(Caminhos e Atalhos, no mundo dos blogs)..."parabéns pelo teu exemplo de como realmente se faz um blog...ou melhor tantos e sempre outstandings...".
(Vi Leardi )













