Crônica diária
Tricotando na internet
Dia vinte do Novembro passado postei uma receita de calcinha escrita pela minha avó Nina (Sebastiana Camargo Penteado). Essa relíquia, em papel todo amarelado pelo tempo, causou espécie entre minhas leitoras. E não imaginava que haviam tantas que ainda cultivam esse salutar hábito do tricô. E algumas se dispuseram a tentar fazer a calcinha da receita. Tão logo saiba do resultado compartilharei com vocês. Mas falando em tricô, além da minha avó, minha mãe fez muito. Fazia suéter de lã para nós filhos. E tínhamos o direito de escolher modelo e cor. E eram lindos. Acho que foi por essa influência que no Dante Alighieri, na classe de trabalhos manuais eu fiz com madeira e preguinhos uma "coisa" que fazia tricô. Não posso chama-la de máquina, por modéstia, mas fazia tricô de verdade.
Menos de um mês depois o velho amigo José Jaime solicitou à esposa dona Nilda que aceitasse o desafio e fizesse a receita. O resultado esta aqui:
Dia vinte do Novembro passado postei uma receita de calcinha escrita pela minha avó Nina (Sebastiana Camargo Penteado). Essa relíquia, em papel todo amarelado pelo tempo, causou espécie entre minhas leitoras. E não imaginava que haviam tantas que ainda cultivam esse salutar hábito do tricô. E algumas se dispuseram a tentar fazer a calcinha da receita. Tão logo saiba do resultado compartilharei com vocês. Mas falando em tricô, além da minha avó, minha mãe fez muito. Fazia suéter de lã para nós filhos. E tínhamos o direito de escolher modelo e cor. E eram lindos. Acho que foi por essa influência que no Dante Alighieri, na classe de trabalhos manuais eu fiz com madeira e preguinhos uma "coisa" que fazia tricô. Não posso chama-la de máquina, por modéstia, mas fazia tricô de verdade.
Menos de um mês depois o velho amigo José Jaime solicitou à esposa dona Nilda que aceitasse o desafio e fizesse a receita. O resultado esta aqui:
Calcinha da Dna Nina, minha avó, por Dna Nilda em foto do José Jaime


