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31.8.20
O Triumph do Carlinhos Oliveira
Quando
resolvi resgatar a memória do cronista Carlinhos Oliveira, provocado
pelo meu amigo Germano Fher Neto, não imaginava que a minha querida
amiga Regina Rocha pudesse ter sido inspiradora de uma crônica do
Carlinhos. Não por falta de méritos, muito pelo contrário, a Regina foi
uma das garotas mais lindas de São Paulo. Nos conhecemos em situação
constrangedora. Eu era casado e morava em Belém do Pará. Estava há dias
de cama como as febres terçãs benigna e malígna, juntas, mais conhecidas como malária. Quase morri
desse mal. Lá não tínhamos uma cama tradicional, e o colchão ficava
sobre um estrado de madeira, e o apartamento, antigo, tinha pé direito
alto. Na situação do colchão quase no rés do chão para quem estava
deitado era ainda maior. Certo dia minha mulher entra no quarto e
anuncia: "Olha que veio te visitar!" E era um primo meu, recém casado
com uma morena de olhos verde claros. Foram de São Paulo a Belém do Pará
de moto. Ela usava um "tamancão" da moda cuja plataforma era quase da
altura do estrado e colchão. (Lembram da Carmem Miranda?). E foi essa a
minha primeira visão da Regina na época. Muito magra, muito alta, e
muito bonita. Anos depois num carnaval em Teresópolis o Carlinhos se
apaixonou. Mas outra surpresa sexata feira passada, quando fui almoçar
no apartamento do Paulo meu irmão. Levei o livro de crônicas da Varanda
do Antonio´s, e perguntei se ele lembrava desse cronista. Ele riu, e me
contou que era solteiro e nosso pai tinha um carro esporte inglês
chamado Triumph,
azul claro. Pediu emprestado e foi passar um fim de semana no Rio. Lá,
nas imediações do Antonio´s estacionou e alguém chegou até ele, e
perguntou: "é do Carlinhos Oliveira?" Ele respondeu meio ofendido: "Não,
é meu". E foi assim que soube da existência do Carlinhos. Em São Paulo
pouca gente lia o caderno B do Jornal do Brasil. Mas o que mais me
espantou nessa história é que o Carlinhos além de alcoólatra, e boêmio
duro, em suas crônicas sempre pegava carona, ou andava de táxi. Teria
mesmo sido dono de Triumph,
carro importado, e caro? O certo é que esse azul claro acabou sendo
comprado pelo meu amigo Olivier Perroy. E outro detalhe é que eu nunca
dirigi esse, e nenhum Triumph. Carro nunca foi minha paixão. Mas era a do meu pai, e a do Paulo meu irmão.
24.6.19
25.1.17
5.11.13
3.6.12
BAR DONA ONÇA, SP
No centro do coração paulistano, no COPAN, um bar onde se bebe e se come muito bem.
Foi ontem, uma tarde de verão aqui em São Paulo. Convidados pela Rosa e Paulo ( meu irmão ) Paulinha e eu fomos conhecer. Aproveitei para ligar, pela undécima vez, para o Toti, irmão da Claudia Abreu, que mora em Roma, mas essa é outra história que conto abaixo!
Cervejas Alemãs ( muitas ), Holandesas, e algumas por R$250,00 a garrafa! Sério!
A culinária muito particular, lembrando a boa comida brasileira, com os hits internacionais.
Saladas e uma sobre mesa de , cheese cake com goibada, onde a nota importante da decoração era um pedacinho de goiaba vermelha e um cravo da índia, displicentemente "colocado"!
Para quem não é São Paulo, o COPAN é uma verdadeira cidade dentro do coração da capital paulistana. Gente esperando na calçada, e meio da rua, por um lugar!!
Uma foto clássica da obra do arquiteto Oscar Niemeier, e o AMIGO DA ONÇA, do Péricles, usando meu chapéu!!!!
Quanto à história do Toti, irmão da Cláudia Abreu, que me referi acima, em duas palavras: fiquei de escolher 20 a 30 desenhos de São Paulo, do meu querido e saudoso amigo VINCENZO SCARPELLINI, para uma exposição em Roma. Não consigo encontrar o Toti. Mora, aqui ao lado, na Praça da República!
18.3.12
14.3.12
A Lebre com Olhos de Âmbar, Edmund de Waal
Recebi ontem pelos comentários do FB, da MARIA TOMASELLI o seguinte site AQUI.
Em 2011 jantado com a MARIA TOMASELLI, e amigos em Porto Alegre, ela nos recomendou o livro que acabara de ler: A Lebre com Olhos de Âmbar, do escritor e ceramista EDMUND DE WAAL.
Comprei e li me deliciando com o extraordinário livro. Recomendei, na ocasião para o Jorge Pinheiro. Não sei se chegou a ler. Comentei com meu irmão PAULO LUNARDELLI numa visita que fizemos à minha mãe, há época muito doente. Passado uns dias o PAULO me liga para dizer que havia morrido seu cronista predileto do jornal O ESTADÃO, DANIEL PIZA, e que seu derradeiro artigo havia sido exatamente sobre o livro que comentara. Agora muito tempo depois a mesma MARIA volta ao assunto. E eu VOLTO a RECOMENDAR o fantástico livro do EDMUND DE WAAL.
Leiam na integra AQUI
Em 2011 jantado com a MARIA TOMASELLI, e amigos em Porto Alegre, ela nos recomendou o livro que acabara de ler: A Lebre com Olhos de Âmbar, do escritor e ceramista EDMUND DE WAAL.
Comprei e li me deliciando com o extraordinário livro. Recomendei, na ocasião para o Jorge Pinheiro. Não sei se chegou a ler. Comentei com meu irmão PAULO LUNARDELLI numa visita que fizemos à minha mãe, há época muito doente. Passado uns dias o PAULO me liga para dizer que havia morrido seu cronista predileto do jornal O ESTADÃO, DANIEL PIZA, e que seu derradeiro artigo havia sido exatamente sobre o livro que comentara. Agora muito tempo depois a mesma MARIA volta ao assunto. E eu VOLTO a RECOMENDAR o fantástico livro do EDMUND DE WAAL.
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Marcadores: Daniel Piza, Edmund de Waal, Jorge Pinheiro, Maria Tomaselli, Paulo Lunardelli
19.11.10
Elisa Lunardelli Novaes, pintora, ceramista e minha irmã!!!
Meus três irmãos, Elisa, dona da casa, Estela e Paulo que moram em Araçatuba, SP, num encontro em São Paulo. Foto da minha cunhada Rosa!
Além de revê-los ( nos vemos muito pouco ), tive o grande prazer de conhecer a pintura da Elisa. Delicada como ela, a pintura tem tons suaves, e boa técnica de óleo sobre tela!
Sempre paisagens, e muita riqueza de detalhes da flora brasileira!
Sem uma iluminação apropriada para serem fotografadas, minhas imagens não traduzem exatamente toda a emoção e mistério que as telas possuem!
Raras figuras aparecem na pintura à óleo da Elisa Lunardelli Novaes!
Mas as paisagens formam um conjunto de pintura madura, serena e consistente! Valeu a pena conhecer!
Na sala de jantar da casa da minha irmã Elisa, reencontrei uma velha tela minha, da SÉRIE LEGUMES! Óleo sobre tela, 120 x 100 cm, de 1993.
O meus irmãos Paulo ( Agrônomo) e Estela, (a caçula ) , não pintam nem desenham...
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Falaram do Varal:
"...o Varal de Ideias é uma referência de como um blog deve ser ." Agnnes
(Caminhos e Atalhos, no mundo dos blogs)..."parabéns pelo teu exemplo de como realmente se faz um blog...ou melhor tantos e sempre outstandings...".
(Vi Leardi )










