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21.6.17

GEREMIA LUNARDELLI, na caneca



Leonardo Concon me enviou. Mandou fazer pelo amigo e ilustrador Zé Otávio.
"Bom dia. Como admirador do Geremia, mandei fazer essa caneca. Gostaria de lhe encaminhar um exemplar. Se não se opor, me passe o seu endereço. Grande abraço. Leonardo Concon.

8.7.12

27.10.11

FOTO HISTÓRICA, Assis Chateaubriand e Geremia Lunardelli

Assis Chateaubriand, jornalista, fundador dos Diários Associados, e da primeira TV brasileira, era muito amigo do Geremia Lunardelli, de quem limpou os sapatos, para fazer graça com os fotógrafos, que o acompanhavam.

14.3.10

Dna ALBINA, minha querida avó, paterna.

Já éramos em mais netos nessa época, mas era impossível reuni-los todos num determinado dia e hora! O que nunca entendi foi porque o fotógrafo, que era um profissional ( dos Diários Associados ) não fez uma com o casal, Dna Albina e Geremia!
Nessa tarde foram feitas duas, esta e outra com nosso avô nas escadas da entrada, há poucos metros daí.
Descobriram quem sou, na foto? ( Enviada por E. Longo, também na foto.)

22.1.09

ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE nº 2


"O Palacete"
Nas décadas de 20 e 30 no auge do Ciclo do Café, muitas das casas deslumbrantes construídas pelo grande arquiteto Francisco de Paula Ramos de Azevedo foram compradas pelos patriarcas das famílias dos prósperos e bem sucedidos imigrantes Italianos e Árabes, entre outros, que tanto fizeram pela história deste País e de São Paulo .O "Palacete" acima, na Av. Brigadeiro Luiz Antônio, por volta de 1925 foi comprado por Geremia Lunardelli grande proprietário rural Italiano, nascido na cidade de Mansué no bairro de Cimitá em Treviso, denominado e conhecido como Rei do Café por ter chegado a possuir 18 milhões de pés de café espalhados por suas propriedades nos Estados de São Paulo, Paraná , Mato Grosso do Sul, e pelo papel de suma importância que teve na agricultura Brasileira.Em 1933 por suas contribuições históricas, recebeu a" Ordem Do Cruzeiro do Sul."

"O Hall"

Em um determinado momento, por volta dos anos 50 a redecoração do hall de entrada foi entregue ao também grande artista pintor e decorador belga radicado e apaixonado pelo Brasil, John Louis Graz trazendo exímia arte e um contraste de grande beleza entre o estilo da casa em si e o próprio hall.Casas que eram verdadeiras jóias e que em nome do necessário progresso como tantas outras foram demolidas. Se aqui hoje ainda estivessem seriam certamente todas tombadas pelo Patrimônio Histórico.Se não me engano a única preservada até hoje é o Museu da Casa Das Rosas na Av. Paulista.A curiosidade...

A Casa de Geremia Lunardelli foi palco da vida de seus 9 filhos e inúmeros netos qua alí viveram grandes momentos de suas infâncias... entre eles,Eduardo Longo e Eduardo Lunardelli

Tantas histórias por contar...!
***
Postado por Ví Leardi no seu blog NOVÍTÁ em 19 de Janeiro de 2009

Agradeço a amiga e prima Vi Leardi pela postagem acima, que como podem ver, veio a calhar na série ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE, que já estava pronta, a espera do fim da votação do MELHOR VARAL DO ANO de 2008, para iniciarmos as postagens.Aproveito, então, para falar mais um pouco sobre esse imóvel, onde nós netos do Geremia, passamos nossas infâncias e juventude. Todos os Domingos, o ano todo, havia um jantar para toda a família. Eram nove filhos ( seis homens e três mulheres) com seus respectivos maridos e esposas, com seus endiabrados filhos. Muitos. Naquele tempo quem tinha menos tinha dois. A maioria tinham cinco a seis. Éramos mais de quarenta crianças de todas as idades. Era uma verdadeira festa semanal. Os adultos jogavam cartas durante a tarde, e as crianças brincavam em grupos no amplo e saudoso jardim. Havia o jantar, e depois os menores iam com seus pais para suas casas e alguns, maiores, ficavam assistindo filmes pela TV, (preto e branco) e os adultos continuavam nas duas mesas do "cassino". De quando em quando havia sarau musical, com piano e ou violão tocados por convidados de algum filho ou neto mais velho. Voltavamos para casa exaustos, de tanta correria e brincadeira, e já esperando para o próximo domingo, para encontrar os primos novamente. Era a forma do meu avô Geremia manter unida e coesa, sob sua forte liderança, uma família tão grande. Com a idade minha avó ( uma santa) queria se mudar para um apartamento, onde teria menos trabalho com uma residência menor, e sem um jardim tão grande para cuidar. Meu avô não queria, e preconizou, "vou vender a casa, mas não vou entregar", dizia brincando, "daqui só saio morto". Realmente, pôs a casa a venda, e como já estava velho e muito desinformado ( inflação grande) estabeleceu um preço ridículo para o imóvel. Os filhos ficaram sabendo, chamaram o corretor RV , amigo da família, pagaram a comissão e ficaram com a casa da Brigadeiro, esquina da Rua dos Ingleses. Salvou a família, de uma verdadeira "doação", que Geremia estaria fazendo a quem comprasse. Diga-se de passagem que o terreno do imóvel era tão grande que construiu mais três casas, com seus respectivos jardins, para as três filhas, já casadas, morarem ao seu lado.Mas morreu na casa, como queria, sem saber que a venda havia sido interceptada pelos filhos. Minha avó logo em seguida mudou-se para o apartamento onde viveu mais alguns poucos anos.A casa da Brigadeiro ficou vaga durante uns anos, chegando a ser usada como marcenaria por um perneta, não sei bem por que. Me lembro da tristeza de ver aquela casa, da nossa infância, transformada em oficina de marcenaria. E da muleta de madeira que o marceneiro usava para se locomover! O imóvel finalmente foi vendido e hoje no lugar existe um complexo de quatro edifícios e um conjunto de lojas, na avenida Brigadeiro, numa completa decadência. Sobre o edifício, onde era a casa, há uma grande antena da Embratel.

Assim caminha a humanidade.

21.1.09

ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE nº 1


Com esta imagem de autor desconhecido, meu avô paterno GEREMIA LUNARDELLI , de chapéu, caminha ao lado de outro personagem não identificado. Foto recuperada, digitalmente, pelo seu bisneto Guilherme Lunardelli, que me enviou uma série de imagens em P&B , e que dará início a uma série de postagens aqui no VARAL denominada ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE! Só para lembrar que esse senhor era um imigrante italiano ( Monsué, Treviso, Veneza), que chegou num porão de um navio, com três anos de idade, e aos nove já dirigia sua família, empregados em fazendas de café, como colonos! Analfabeto, com uma inteligência e capacidade de trabalho invejáveis, foi no apogeu de sua vida chamado pela revista Time, como o HOMEM QUE ENXERGAVA ATRAVÉS DAS MONTANHAS, isto porque sem nunca ter ido aos Estados Unidos da América, impressionava políticos como o Governador Nelson Rockefeller com suas opiniões sobre economia mundial. Casado com Albina Furlaneto Lunardelli teve nove filhos e algumas dezenas de netos e bisnetos! Se naturalizou brasileiro, e fez algumas viagens à Itália sua terra natal. Até hoje na cidade onde nasceu é lembrado e festejado com muito carinho e respeito. Testemunhei em 2004 numa festa que reune, de quatro em quatro anos, todos os Cimitans, apelido dos Lunardelli diretamente nossos parentes.

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