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20.6.16
19.6.16
16.7.13
Viagem a LISBOA e BERLIM 24º ( Final )
Uma viagem de dez dias rendeu 24 postagens. Agradeço aos amigos que nos acompanharam na viagem real e aqui nas postagens. Até a próxima.
Sul é o nome do Restaurante. Gostamos tanto dele, na ultima estada em Lisboa, que reservamos o jantar de despedida
Ultima noite em Lisboa
Volta para o Hotel Bairro Alto
Chegada ao Aeroporto de Lisboa
Umas ultimas comprinhas...
A espera do voo com o presente que a Paulinha ganhou do fotógrafo e amigo João Menéres.
Um brinde à nossa magnífica viagem a Lisboa e Berlim
4.3.12
Arqueologia da Arábia Saudita
Cultura
Mostra em
Berlim com tesouros arqueológicos da Arábia Saudita exibe peças pré-históricas
e da antiguidade até objetos contemporâneos. Exibição é uma contribuição
cultural e histórica à atual discussão sobre islamismo. (fonte: Deutsche
Welle. Autor: Marian Brehmer)
O Museu de Arte Islâmica em Berlim,
apresenta a exposição Roads of Arabia – Tesouros arqueológicos da
Arábia Saudita, com mais de 400 objetos abrangendo quase seis milênios de
história da Península Arábica, desde a Pré-História até o Islã Moderno. A
maioria das peças foi emprestada por museus da Arábia Saudita cerca de 80 obras
vêm de coleções de Berlim. "Nossa intenção é contribuir para o debate
sobre o Islã, dentro de uma dimensão cultural e histórica", afirma Stefan
Weber, diretor do Museu de Arte Islâmica, situado no Museu de Pérgamo.
Estátuas humanas do século 4º a.C.
A mostra, aberta até 9 de abril de 2012, já
passou por Paris, Barcelona e São Petersburgo, antes de chegar à Alemanha. Ela
documenta uma mudança de paradigma: do estereótipo de árido país do deserto à
imagem de uma nação que escreveu história da arte. Por muitos anos, a Arábia
Saudita negligenciou seus tesouros, mas nos últimos anos, o país tem feito
muito para preservar o próprio patrimônio, observa Weber.
Roads of Arabia é uma viagem no tempo, ao longo das antigas rotas comerciais e de
peregrinação, começando com os primeiros rastros humanos. Partindo de pontas de
flecha pré-históricas, o visitante passa cronologicamente por estelas de pedra
com formato humano do 4º milênio antes de Cristo até os artefatos de antigos
assentamentos nômades. Planejada ao longo de quatro anos, a exposição dá forte
ênfase à Antiguidade, detalhe inesperado, em se tratando do país central do
Islã.
Idade da ignorância
No islamismo, o tempo antes da revelação de
Maomé é denominado Jahiliyyah, que se pode traduzir como "idade da
ignorância". No sentido ortodoxo, o período pré-islâmico é considerado uma
era de barbárie e politeísmo. Na exposição, é possível sentir um afastamento da
obscura Jahiliyyah. A visão se estende para a continuidade da história da
Península Arábica, o que certamente pode ser considerado um sinal de mudança.
Obras mostram o rico passado pré-islâmico
da Península Arábica
A exposição leva adiante, até as colossais
estátuas do reino de Dedã do primeiro milênio antes de Cristo. Os gigantes
olham rigidamente de cima para baixo em direção aos visitantes, dispostos em
amplo contraste, numa sala negra espelhada. O estilo das figuras de pedra deixa
transparecer influências do Egito antigo, comprovando, assim, uma recepção
artística suprarregional.
Uma outra seção é dedicada às rotas históricas
de peregrinação, que também eram importantes rotas comerciais na era
pré-islâmica. Mas somente sob o califado dos Omíadas e Abássidas foi
desenvolvida uma ampla infraestrutura para abastecimento dos fluxos de
peregrinos ao largo das rotas de peregrinação de Damasco e Bagdá para Medina.
Objetos do cotidiano e cerâmica importada são testemunhos de uma vida social
intensa.
Visitante como peregrino
Como se tivesse feito, ele mesmo, uma
peregrinação, o visitante se vê diante do Portal de Caaba, após haver descido
uma escada estreita. O esplendor e grandeza do portal iluminado por refletores
levam o espectador a fazer uma pausa e refletir por um instante, dentro da
mostra inteligentemente planejada.
O maciço portão de entrada prateado, com
ornamentos florais e caligrafias, data do período otomano e foi substituído no
curso dos trabalhos de renovação na Caaba. Na lateral da sala, está pendurada
uma grande cortina de porta que – assim como a kiswa, o tecido negro ao
redor do santuário – é renovado a cada ano. Segundo um costume da era
pré-islâmica, a kiswa é cortada em pedaços e distribuída entre personalidades
honoráveis. Alguns desses fragmentos são exibidos ao lado das edições
ilustradas de livros de peregrinação iranianos.
Figura de bronze medindo ca. 40 cm (1º-2º
a.C.)
Os objetos da Caaba e a história urbana de
Meca são, assim como toda exposição, uma novidade em um museu na Alemanha.
"A Arábia Saudita remete em nosso imaginário a coisas como areia,
príncipes e um lugar onde as mulheres não podem dirigir carro", diz
Christian Gierlichs, curador da exposição. Roads to Arabia nos abre uma
perspectiva diferente sobre um país que se pensa conhecer, mas que continua bastante
estranho para muitos de nós.
A exposição também é promoção para o reino
saudita, claro. E logo se impõe a questão: é certo cooperar com um Estado
autoritário? Stefan Weber é repetidamente confrontado com criticas nesse
sentido, porém não concorda que o alvo seja sempre a cooperação cultural. Por
outro lado, pouca gente vê um problema em abastecer seu carro com gasolina
saudita, lembra o diretor do Museu de Arte Islâmica de Berlim.Enviado por José Luiz Fernandes
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Falaram do Varal:
"...o Varal de Ideias é uma referência de como um blog deve ser ." Agnnes
(Caminhos e Atalhos, no mundo dos blogs)..."parabéns pelo teu exemplo de como realmente se faz um blog...ou melhor tantos e sempre outstandings...".
(Vi Leardi )






