Crônica diária
Ainda sobre o Pequi roído
Ontem falei do verdadeiro código Morse que se transformou a escrita na
internet, e citei o artigo da Folha de SP, assinado pela jornalista
Mariliz Pereira Jorge, cujo título era Bolsonaro, e no longo texto, só
composto por palavras, sem formar uma frase. Como não sou leitor da
Folha (já fui), como de nenhum outro jornal impresso (mas lia, no
mínimo, três por dia), ando meio desinformado. Nunca havia ouvido falar,
nem lido, nada dessa Mariliz. No mesmo dia que vi cópia do seu artigo,
li no Milton Ribeiro que o texto era um plagio. Mas não dava nenhuma
outra informação. Coisa também muito comum. Contam o milagre mas não o
nome do santo. Minutos depois, em outra postagem de outro indivíduo,
leio um comentário de que pelo menos a jornalista poderia ter escrito em
ordem alfabética, a relação de adjetivos. E baixando mais algumas
postagens me deparo com a tal relação em ordem alfabética, postada por
outra pessoa, sem nenhuma informação complementar. Resultado não fiquei
sabendo de quem a Mariliz plagiou, e por que cargas d´água um indivíduo
posta a relação em ordem alfabética sem nenhuma explicação. Mistérios a
serem resolvidos. Enquanto isso roam Pequi.

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