Crônica diária
Ainda sobre o futuro do país
A tarefa não vai ser fácil. Cada brasileiro tem uma escalação própria
para a seleção de futebol. Somos 220 milhões de técnicos. Com relação a
política o número de "entendidos" é muito menor, mesmo porque além dos
onze ministros do STF, que fazem política partidária, só senadores,
deputados, vereadores, e jornalistas políticos estão interessados no
assunto. A população desencantada esta tentando sobreviver durante essa
pandemia desastrosa. Mas o momento de fazer uma reflexão é agora.
Lembrem do capitão, deputado do baixo clero, desconhecido, percorrendo o
país um ano antes das eleições de 2018. Esta certo que foi a facada
quem o salvou de uma derrota nas urnas, mas esta lá para nossa desgraça.
Agora é hora de escolhermos nossos candidatos para 2022. Dois deles já
estão no páreo, e um terceiro só os vencerá se todos os outros possíveis
pretendentes abrirem mão de suas candidaturas em prol do Brasil. Não
será tarefa fácil, sejamos realista, mas absolutamente necessário para
vencer. Dória, Zema, Eduardo Leite, Alexandre Kalil, tem todas as
credenciais para pleitear uma vaga, mas podem esperar cinco anos. São
novos ou jovens na política, e a esperança que sejam patriotas e
estadistas entendendo que a vitória da chapa Mandetta, Simone Tebet,
necessita desse ato de grandeza. O Brasil em primeiro lugar. A
continuidade, ou a volta ao passado, é um ato inconcebível. Ajudem a virilizar essa ideia.

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