Crônica diária
A azedinha
Segunda passada escrevi que a eleição e vitória esmagadora do CENTRÃO no congresso representava a volta da velha política, mais um dos compromissos de campanha descumprido pelo capitão. A volta do toma lá dá cá, com dois anos de governo sela o futuro do presidente. Salve um fato novo não há no horizonte nada que o impeça de ser reeleito em 2022, infelizmente. A crônica se chamava "Fresquinha" por ter sido escrita minutos antes da postagem. Nela o Roberto Klotz comentou que esperava no dia seguinte ler alguma coisa mais animadora. Em resposta só posso dizer que esta é "azedinha", reafirmando meu pessimismo com a retomada pelo Centrão do Congresso Nacional. Figuras como a do ex presidente da Camara que defendia a autonomia e altivez do parlamento, se esfarelou ao deixar o cargo derrotado e abandonado. O mesmo não se pode dizer da senadora Simone Tebet, no Senado, que apesar de traída pelo próprio partido sai engrandecida com a derrota, e com futuro promissor na política de Mato Grosso e federal nos próximos anos. Azeda, esta crônica, quando um presidente do DEM, ACM Neto, abandona o colega de oposição (Rodrigo Maia) em troca de um Ministério da Educação. Toma lá dá cá, na mais explicita e descarada velha e nociva política brasileira.

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