Crônica diária
A falta de estadistas
É impressionante a mediocridade dos homens que nos governam. Com o
relaxamento dos costumes, e liberação em todas as áreas das atividades
humanas e sociais, não como consequência, mas por coincidência, o nível
dos homens públicos chegou em seu mais baixo nível. Acompanhou a
deterioração do ensino nas escolas. São homens sem cultura, sem
conhecimentos de economia, de administração, de visão de mundo.
Despreparados e na sua maioria irresponsáveis. Não há quadros políticos
de homens que pensem o pais com objetividade, patriotismo, e projeto de
curto, médio e longo prazo. Equipes despreparadas, improvisadoras, e
incompetentes. Qualquer grupo de jornalistas é mais preparado, bem
informados e capacitados para analisar e criticar um prefeito, um
governador, ou um presidente de plantão. Não é por acaso que não são
mais as universidades que fornecem cabeças pensantes para concorrerem a
cargos administrativos. São os animadores de programas de auditório, ou
repórteres policiais, que se candidatam a nos gerir. Populistas por
força da profissão. Populares pela audiência, mas não necessariamente
competentes para gerir uma nação.

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