Crônica diária
Retrato a óleo
Em
2008, portanto há treze anos, publiquei no blog Varal de Ideias um post
sobre o artista alemão Tony Koegl, que em 1949 andou pintando muita
gente em São Paulo. Naquele tempo, quando uma cunhada era pintada, todas
as outras da família também ganhavam um retrato. Foi assim que meu pai
mandou fazer o da minha mãe. Ela odiava ser fotografada, e por timidez,
deve também ter relutado em aceitar o presente. Eu tinha seis anos e
lembro que uma das sessões de pose para o pintor, no seu atelier, ela me
levou para inibir o artista, que segundo ela, estava interessado em seus
seios. Volto a relembrar essa cena, e história, por conta de um post da
amiga Ducha Dorei, que postou o retrato da Maria
Eleonora de Odivellas, que acredito pela pose, e decote, ser do mesmo
pintor Tony Koegl. Minhas tias Olga, Rosalina, Branca, Maria Lucia,
Zulmira, entre outras foram retratadas por ele, e os tecidos levemente
transparentes e e colo descoberto eram sua especialidade.


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