Crônica diária
A volta da esperança
Como disse ontem, hoje estou viajando de São Paulo, onde votei e meu candidato venceu, para Santa Catarina, onde desde 2000 tenho minha casa e atelier. Meu pai se chamava Santo, e divido minha residência em dois estados com nome de santos. E eles estão me protegendo da Covid, até o momento, apesar de ter viajado nos últimos 30 dias pelo México que também é Estados Unidos do México, e Miami, nos Estados Unidos da América. O nosso país, combalido politicamente, com um nível de políticos de quinta categoria, no tocante à eleições é um exemplo para o mundo. Tanto na lisura como na rapidez. Estava no México no dia da votação que Biden venceu. Até hoje ainda fala-se em apurações, e disputas judiciais por conta dos votos impressos. Aqui em duas horas após o pleito já se tinha os resultados incontestes. Se fomos os maiores e melhores produtores de café, de álcool para combustível, campeões do mundo em futebol, algumas vezes, o maior exportador de soja e de jogadores desse esporte, ainda temos a nossa música popular como uma das que mais se houve mundo a fora, nos falta fazer duas ou três reformas, voltar a crescer, e passar a acreditar em nosso país. Deixar de lado essas briguinhas de esquerda e direita, e de fomentar ideias racistas, instigar preconceitos, e voltar a ser o povo cordial e alegre que já fomos num passado, não muito distante.

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