ônica diária
Quem me dera
O Alvaro Abreu e eu brincamos de reviver os costumes e hábitos dos velhos cronistas. Ele duas vezes por mês publica uma deliciosa crônica no jornal "A Gazeta" de Vitória, ES. Eu a republico no meu Varal. Antes porém trocamos impressões sobre o texto, sobre os assuntos a serem tratados, ou simplesmente falamos da Amora, sua arara, ou de colheres de bambu, que ele é o maior "artista" do gênero no mundo. Os velhos e bons cronistas trocavam cartas, ou contavam curiosidades entre si, em suas crônicas. O Carlinhos Oliveira, por exemplo escreveu uma sobre o destino de um saco, com três dúzias de laranja, envolvendo meia dúzia de amigos. A crônica é deliciosa, e fiz dela um resumo hilariante. Ao transferi-la, do arquivo para a postagem do dia, deletei inadvertidamente. Era um texto bem maior do que os habituais. E não saberia reconstituí-lo sem o livro livro onde li, e ele já não esta em meu poder. Foi uma perda grande, não só para mim, mas para meus leitores que dificilmente saberão o destino das tais laranjas.

2 comentários:
Não fui eu que as comi!
oi
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