Crônica diária
Domingo na cidade do México
Agradeço aos meus amigos e leitores que estão nos sugerindo programas, museus e restaurantes. A estadia aqui vai ser curta, infelizmente. Há na verdade muitos museus a serem visitados, mas por conta do Covid a maioria continua fechado. No entanto hoje pela manhã visitamos (de graça) o Museu Soumaya. É imperdível. Com uma arquitetura extraordinária, seis andares do melhor da arte internacional. Mas o que chamou minha atenção foi a vastíssima coleção de Rodin. Nunca tinha visto em museu algum tantas obras do artista. Foi inevitável lembrar meu querido amigo e professor Israel Kislansky. Aliás em nenhum outro lugar do mundo vi tantas obras de bronze como nesta cidade. Ao lado do Soumaya há outro museu de arte contemporânea com um lindo auto preto quase mergulhando verticalmente num espelho d´água. Por recomendação do Luiz Antonio Sampaio Gouveia fomos almoçar perto desses museus no Restaurante Hacienda de los Moralres, um espaço gigantesco com serviço e comida impecável. Como é domingo, e nem turista é de ferro, voltamos para o hotel, com todos esses traslados feitos de Uber, e um de taxi para conferirmos a vantagem do preço do Uber.
Ilustrações: Vista do nosso quarto: ao fundo os dois vulcões, e o parque Chapultepec em primeiro plano
Um mármore de um pé de moça, obra de León Kopeliovich
Visto de frente
Eu com a Porta do Inferno e o Pensador de Rodin, ao fundo
As marcações de distanciamento do museu Soumaya.


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