Crônica diária
Voamos para Cancun
Terraço do nosso quarto no hotel Fairmont Mayakoba
horas.
Ao chegarmos em Cancun pudemos constatar que apesar da baixa intensidade dos ventos e chuva, os estragos foram consideráveis. Centena de árvores de todos os portes arrancas com as raízes, ou quebradas, como os postes na beira da estrada, onde muitas placas de transito foram total ou parcialmente danificadas. O tempo ainda estava coberto, com pequenas chuvas esparsas.
Ficou claro para mim a resposta à pergunta que uma amiga havia feito: "Por que os Estados Unidos da América aceitavam estrangeiros que fizessem quarentena no México? Como é o nosso caso. A resposta é: "Quem passar 15 dias neste litoral, e se salvar, tem o direito de entrar no país."
O hotel, Fairmont Mayakoba onde chegamos no início da noite é enorme, e daremos maiores detalhes ao longo dos próximos dias.
Saímos de uma temperatura de 9 a 10 graus para os 28 graus e uma hora a mais do que na cidade do México.
As atividades doravante serão muito menos agitadas uma vez que nossa estada aqui será de onze dias para completar os quinze de quarentena para entrar nos Estados Unidos.
Vamos,
sem nenhuma pressa, conhecer os pontos notáveis dessa região
considerada de praias e lagoas de águas doce mais bonitas do México.

Um comentário:
Esta noite vou sonhar com os 28º !
Que boa quarentena, puxa !
Viagem e gozem.
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