Crônica diária
Primeiras impressões da cidade do México
Desde
o aeroporto, como nas vias expressas que levam 45 minutos até o centro
onde esta o nosso hotel no bairro de Colonia Polanco, Chapultepec que é o
nome do maior parque verde da cidade o trânsito de veículos novos,
quase todos de fabricação mexicana lotam as vias e ruas da capital. É
uma megalópole. Da janela, no 42º andar, do nosso quarto podemos ter uma
vista ampla da cidade tendo no horizonte dois vulcões, que no inverno,
que se aproxima, ficam cobertos de neve. Apesar da temperatura estar
variando entre 6 a 25 graus, o ar é seco com pouca umidade, e com isso
se sente menos frio. A primeira grande mudança nestes novos tempos é a
total falta de revistas, catálogos, mapas, papel de carta, envelope, e
bloco de notas no apartamento. Ao solicitar um mapa da cidade foram
buscar nos escritórios do hotel. Não ficam mais fartamente distribuídos
no lobby. Como
saber o que, onde, e como conhecer os pontos turísticos da cidade é
quase impossível sem os habituais catálogos e informações impressas e
disponíveis em qualquer hotel. Mas não há mais. Nosso primeiro contato
com a cidade foi um tour de duas horas e meia na cobertura aberta dos
ônibus que fazem esse serviço. A cidade é linda. Florida. Limpa. Com um
complexo viário gigantesco. Toda muito arborizada. Conhecemos nesse giro
as principais avenidas decoradas com uma quantidade de esculturas em
bronze nunca vista. Muitos monumentos históricos e uma grande quantidade
de edifícios modernos convivendo com os históricos muito bem
conservados. A cidade é plana, e se pode caminhar por muitos quilômetros
de avenidas com lojas das maiores e melhores marcas mundiais. Há centro
de grande quantidade de bares e restaurantes. Os principais museus da
cidade estão abertos. Hoje a diferença de horário diminuiu uma hora, por conta do horário de outono. A impressão que fica é a melhor possível. Até amanhã.

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