Crônica diária
Primeira crônica do embarque
Primeira crônica do embarque
O aeroporto de Guarulhos fica, dependendo da hora, a 45 minutos, a uma hora, de carro. Saímos de casa as 6:30 para tomar o voo as 9:35 pela Aeromexico. Na semana que antecedeu o embarque, a agência "Embarque" de turismo, que recomendo (matriz em Ribeirão Preto, filial em São Paulo) cuidou de tudo, inclusive tendo que enfrentar as confusões do aeroporto GRU, que no site oficial informava erroneamente o embarque pelo setor 2 quando na verdade é no 3. Mas é Brasil. Tudo correu perfeitamente. Como eu disse ontem estava desatualizado com relação a viagens internacionais. Nem conhecia esse terminal 3 de Guarulhos. Muito menos as poltronas de uma cabine executiva atual. Só para vocês terem uma ideia as poltronas tem uma tela de TV de tantas polegadas quantas ao do meu quarto na Piacaba. Todos os controles da poltrona que são quatro, são digitais. Num leve toque do dedo a poltrona inclina virando lentamente uma cama horizontal. Tem além da mesa escamoteável, um deposito com garrafa de água mineral. Noutro tomadas para o fone de ouvido, USB e 110v para celulares, computadores e etc... Aí também tem os comando da TV. Noutro espaço há um espelho. Isso em todas as poltronas. A única foto do voo, pode dar uma ideia dessa cabine perfeitamente anatômica onde pude ter a exata impressão de um astronauta num foguete espacial. A nossa viagem durou oito horas e meia, das quais dormi profundamente cinco. As janelas desde a partida ficaram numa cor âmbar, imitando noite lá fora. Sem iluminação na cabine, depois do almoço servido as 11:30, regado a vinhos, tinto ou branco, além de champanhe, foi um convite a dormir. Todos nessa classe dormiram. A máscara é obrigatória durante todo o voo, exceção para beber ou comer. Os cuidados com o distanciamento social é recomendado constantemente. Fazia tempo que não usava talheres de metal, e pratos de louça, numa refeição dão boa quanto a servida a bordo. Assisti um filme e meio, e chegamos à cidade do México. É muito grande. Nosso hotel é em frente ao maior parque da cidade. Ela tem muitos parques, com muita arborização. Nada de gramados. Mas tudo muito bem cuidado e sem alambrados. O aeroporto também fica a 45 minutos do hotel, que é no centro da cidade. Resolvido o problema das tomadas de dois pinos chatos, ao contrário das minhas de dois e três pinos redondos, pude escrever este texto. Estamos com duas horas a menos até sábado, quando vamos passar a ficar com apenas uma hora de diferença do Brasil. Vou jantar.
A foto é da Paula que ficou na poltrona ao meu lado.

2 comentários:
La dolce vita!
Só luxos !
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