Crônica diária
A velha e boa anedota
Como já escrevi antes, a fórmula da boa piada é sempre a mesma, e tem
algumas que passam de gerações a gerações e continuam sendo engraçadas.
Ontem li uma numa das crônicas do Carlinhos Oliveira, escrita e
publicada em 1968 durante a guerra do Vietnã, e regime militar no
Brasil. A história se passa nos Estados Unidos, mesmo porque aqui
naquele tempo, como até os dias de hoje, não tem um aparelho que faça
exames de sangue como o citado na piada. John era recém casado e foi
convocado para ir lutar (ou morrer) na guerra do Vietnã. A mulher
inconsolada resolveu convence-lo a tirar um pouco de sangue do marido,
um pouco dela própria, e de uma cadelinha do casal. Entregou e mandou
ele dizer que sofria de doença incurável. Levasse o sangue como prova. E
o John fez isso. Chegando no quartel entregou a amostra ao sargento, e
aguardou o resultado. Colocaram o sangue num aparelho que rodou meia
hora. Depois cuspiu uma papeleta. O sargento pegou e leu. Chamou o John e
disse: "John, sua mulher esta grávida, sua cadela no cio, e você no
14º Regimento de Infantaria".

Um comentário:
Fartei-me de rir :
Um aparelho a funcionar a 100% !
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