30.9.20

LOURENÇO DIAFÈRIA

                                                            


                                                        Minha vítima 1004

Crônica diária

Um blog só de varais. 

Foi por acaso que procurando alguma coisa no arquivo do blog Varal de Ideias, em 22 de julho de 2009, portanto há onze anos, 12 comentários sobre uma imagem de um estendal, como chamam os portugueses, o varal,  enviado pela leitora Lisette Costa, que recebeu de sua filha que estava em viagem e  gerou diálogos que valem uma crônica. Lembrar que a Lisette assinava só Lis.

Blogger roserouge disse...( Lembrar que naquele tempo, nem todo mundo mostrava o rosto na internet, nem seus nomes verdadeiros, e roserouge é nossa querida amiga Florbela Cunha, ou Bé, que hoje se mostra inteira, de corpo e identidade verdadeira)
Se há coisa que por cá não falta, são varais! Isto deve ser uma coisa cultural, estender a roupa a secar para a rua. Por falar nisso, tenho uma máquina de roupa para estender...
quarta-feira, 22 de julho de 2009 13:05:00 BRT
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Blogger João Menéres disse...(Esse sempre usou a mesma foto de perfil e nome verdadeiro)
Calçolas, chamou-lhes a Lisette. Pois sejam.
Achei curioso o ondulado da cortina na bandeira da janela e os "ondulados" das ditas calçolas.
O trabalho no ferro do parapeito da janela é menos frequente.
Um beijo para a Lisette e outro para a filha.
quarta-feira, 22 de julho de 2009 14:07:00 BRT
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Blogger lis disse...(Que desapareceu, nunca mais ouvi falar dela)
Joao,
Essas peças femininas, quando maiores, chamamos por aqui, de calçolas e as masculinas, samba canção (modo popular, sem tom pejorativo), apenas diferentes das usuais bem pequeninas.
Retribuindo o beijo meu e da filha.
quarta-feira, 22 de julho de 2009 14:27:00 BRT
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Blogger sonia a. mascaro disse...(Grande amiga, sumida, mas sempre foi assumida, rosto e nome)
São tão lindos estes balcões e os azulejos que até essas calçolas são perdoadas... Ótima foto da sua filha, Lisette.

PS: Eduardo, tenho pensado que seria muito legal se você fizesse um blog para publicar esses inúmeros e lindos varais que você têm colecionado ao longo desses dois anos e oito meses. Este seria o 26º Blog. Que tal?
Bjs.
quarta-feira, 22 de julho de 2009 14:37:00 BRT
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Blogger roserouge disse...
Ai Sónia, pelo amor da santa!!!
quarta-feira, 22 de julho de 2009 15:13:00 BRT
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Blogger Eduardo P.L. disse...(A Bé, a que me refiro, era a Rouserouge)
Sonia, acho que a Bé, é mais minha amiga, e você do Onça!!!! srsrs
quarta-feira, 22 de julho de 2009 16:02:00 BRT
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Blogger João Menéres disse...
Claro que sem pretender ser da ONÇA, estou com a Sonia.
Ficavam ali todos a monte. Quando se precisasse de uma peça de roupa era só ir ao mostruário...
RsRsRs...
quarta-feira, 22 de julho de 2009 16:23:00 BRT
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Blogger Jorge Pinheiro disse...(Meu parceiro em muitas aventuras na blogosfera, viagens pela Alemanha, Prefácios em livros, e dono do Expresso da Linha, que hoje anda estacionado, e substituído pela página do Facebook)
VOTO NO BLOGUE "CALÇOLA".
quarta-feira, 22 de julho de 2009 21:06:00 BRT
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Blogger Gisa disse...(Nunca mais vi ou li nada dela)
Eduardo, adorei ver essa foto postada em seu blog, aproveitei pra ver um pouco do que já postou...
A conclusão que tirei é que não existe nada mais lindo que esses varais de Portugal.
Abs,
quarta-feira, 22 de julho de 2009 22:00:00 BRT
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Blogger M.M. disse...
Esta imagem me faz lembrar cidades do interior, vida simples, descomplicada!
Adorei o blog!
Bjos
quarta-feira, 22 de julho de 2009 22:17:00 BRT
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Blogger Eduardo P.L. disse...
(Florbela Cunha), João, Lis, Sonia, Jorge,Giselle,Misteriosa,
Portugal é o país dos melhores varais do mundo! Isso não há sombra de dúvida!
quinta-feira, 23 de julho de 2009 07:33:00 BRT
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Blogger sonia a. mascaro disse...
AH! AH! AH!
Bjs.
quinta-feira, 23 de julho de 2009 15:02:00 BRT

PS: Passados 14 anos de postagens diárias (sem faltar um único dia), com hum milhão oitocentos e trinta e quatro mil trezentas e muitas visualizações, a ideia da Sonia Mascaro, considerada um exagero à época, hoje me parece uma boa iniciativa. Um livro ou um blog só com as milhares de imagens de varal. 

 

29.9.20

NORTON SEVERO BATISTA

 

                                                                        Minha vítima 1003

28.9.20

Crônica diária

 O fim da paquera

 Fazia tempo que o Leonardo não me ligava. Tudo bem amigo? Tudo, e como foi sua quarentena? Pois é, um desastre. Perguntei por que, imaginando o óbvio. Ninguém gostou de seis meses de cárcere caseiro. Minha mulher pediu  o divorcio, disse ele. E vocês então se separaram? Pois é...mais uma vez. E você esta muito abalado? Fiz essa pergunta sabendo que o canalha do Leonardo já casou e separou uma dúzia de vezes. Pois é.. dessa vez me pegou. Por que Leonardo? Porque com máscara é impossível paquerar. E sem máscara todo mundo te olha, mas é com ar de reprovação. É verdade, Leonardo, não tinha pensado nisso.

27.9.20

General Mourão

 


Crônica diária

 O anão Mentor, do circo do Nelson Porto

                                                                
Eu havia feito uma caricatura do Nelson Porto, e precisava ter um bom motivo para mostra-la. Ele era minha 973º vítima do meu blog de caricaturas. Nesse dia ele tinha feito uma crônica sobre o anão Mentor, a propósito do Bolsonaro ter pego no colo um anão, pensando tratar-se de uma criança. A história do Mentor, contada pelo Nelson é muito boa. E como quem gosta de anão é o Fellini e o Bolsonaro, vou contar a minha, que tem circo de lona gasta, e que era armado para três noites em cada fazenda, ou cidadezinha do interior de São Paulo. Não tinha animal, nem anão. O espetáculo, como no circo do Nelson, era dividido em partes, mágico, equilibrista, palhaço, malabarista, uma peça de humor em um só e rápido ato, e finalizava com uma dupla caipira no violão. Contando assim até parece que era um grande elenco, mas não. O dono do circo fazia as vezes de apresentador, de bota e cartola, a mesma cartola que usava no número de magia. Os trapezistas e equilibristas eram o mesmo casal, onde ela fazia a bilheteria, vendia pipoca, amendoim e pirulito na plateia, e ele fazia o palhaço. Na peça de humor trabalhavam quase todos, e no final a dupla caipira no violão era o mesmo casal de equilibristas. Claro que a cada número trocavam de roupa e maquiagem. Eu era pequeno, deveria ter uns dez ou doze anos e acompanhei a chegada do caminhão, e montagem da lona. Na sexta feira, noite de estreia, houve um acidente. Uma hora antes do espetáculo começar um garoto tentou passar pela cerca de arame farpado, que separava o campo de futebol da área do circo, e ficou preso no arame que estavam eletrificado. Foi um corre-corre, o menino se salvou, mas a polícia fez o espetáculo ser cancelado, para não atrapalhar as investigações. Esse incidente correu léguas pela vizinhança. Na noite seguinte tinha o triplo do publico, e gente na fila comprando ingresso para a noite seguinte. Chegaram a comentar que tinha sido um ato de marketing. E nunca se soube quem teria ligado o fio elétrico, do poste na cerca. Eu fui durante as duas noites assistir o mesmo espetáculo. E fiquei amigo da moça do trapézio. Do trapézio, da bilheteria, da pipoca, do pirulito, e da dupla caipira. Ela estava grávida de poucos meses, e separada do marido, seu parceiro no trapézio e no violão. Isso me marcou profundamente. Na minha cabeça não dava para entender como um casal jovem separado, com a esposa bonita e grávida de poucos meses, podiam se apresentar tão amigavelmente, em todos aqueles múltiplos  papeis que representavam. Foi aí que percebi que o circo era um pequeno exemplo do mundo, que a vida veio me mostrar depois. 

26.9.20

Nelson Souza

 

                                                              Meu amigo e vítima

Crônica diária

 Oferta no FB


Eu quando completei 60 anos, logo à 17 anos atrás, deixei de usar jeans. Era coisa para cowboy, e gente jovem. Eu já havia parado de fumar Marlboro fazia tempo. Imagine vocês se um dia apareço com um "Mens casual Multi Pocket jumpsuit!  Nem por $ 43,83. Por falar nessas jardineiras quem falou delas foi o Claudino Nobrega, que encontrou  o artista plástico Baravelli vestido com uma em seu atelier. Mas as dele são discretíssimas, pelo menos, em número de bolsos.  . 
Cada coisa que esse FB me oferece!

25.9.20

MALBA THAA

 

                                                 Julio Cesar de Melo Souza - Escritor

Crônica diária

 Você é um minion? Ou um asinus?

O que é MinionMinion é um termo do idioma inglês e que pode ser traduzido para a língua portuguesa como “capanga”, “criado”, “servo” ou “lacaio”.
Tenho lido essa palavra sem saber do que se trata. Agora sei: é um adjetivo usado pela esquerda para qualificar um seguidor do Bolsonaro. Será que os seguidores do capitão merecem tudo isso? Ou se o capitão merece ter tantos capangas? criados? servos? ou lacaios?
Outra palavra que não conhecia com o significado de bunda é "asinus". Foi usada pela minha leitora Celia, de Brasília, referindo-se à bunda da Iza, cantora, cuja existência, também, não era do meu conhecimento. Quanta ignorância! 

24.9.20

Crônica diária

 

Uma fantástica definição da verdade histórica

"A verdade histórica é a puta mais complacente e mais mal paga que existe". A frase foi extraída do livro "O romance da minha vida", do cubano Leonardo Padura. E ele tem toda razão. Desde as histórias bíblicas, e suas várias versões, na visão de cada apóstolo, ou escriba. As história das guerras, na visão de cada lado participante. Recentemente li sobre a Guerra tríplice, entre Argentina, Paraguai e Brasil, e as versões dadas pelos historiadores dos respectivos países envolvidos. E provavelmente outras tantas, de países espectadores, como França e Inglaterra. E nos dias atuais, onde se esta escrevendo a história política, e as versões polarizadas dão versões completamente diferentes aos fatos. Não há dúvida que a verdade histórica é uma puta complacente e mal paga.

Meu pai

                                                Bateu saudade ( óleo sobre tela 40 X 60 cm )
 

23.9.20

História da caricatura brasileira

 

A HISTÓRIA DA CARICATURA BRASILEIRA

 


Boa noite Professor
Eduardo Penteado Lunardelli
, tens conhecimento desse livro abaixo? Achei que poderia/deveria lhe interessar. Forte abraço! 😉
São 528 páginas, 90 capítulos e mais de 700 imagens em um livro de arte de 24 por 32 centímetros, com 3,5 quilos. Afinal, como diz o título, trata-se da História da caricatura brasileira. Mas basta uma olhada mais atenta para se perceber o subtítulo: “Os precursores e a consolidação da caricatura no Brasil”. Isso mesmo. Apesar do gigantismo, este é apenas o primeiro volume de uma coleção que vai se estender por mais cinco ou seis tomos. O autor do trabalho é Lucio Muruci, ou melhor, Luciano Magno, pseudônimo que ele adotou para seu primeiro livro, a exemplo do que faziam muitos caricaturistas, como Fritz (nascido Anísio Oscar Mota), Seth (Alvaro Marins), J. Carlos (José Carlos de Brito e Cunha) e Bambino (Arthur Lucas). Nascido no Rio, o historiador, pesquisador, caricaturista, editor e sociólogo dedicou 25 de seus 40 anos ao tema. De seu esforço, sai um trabalho monumental, bilíngue (português e inglês), que traz revelações e corrige injustiças sobre uma arte que, diz ele, sempre teve papel de relevo. A principal novidade diz respeito à primeira caricatura brasileira. Especialistas citam A companhia e o cujo, datada de 14 de dezembro de 1837, de autoria de Manoel de Araújo Porto-Alegre. Mas Magno mostra que, 15 anos antes, no dia 25 de julho de 1822, saiu publicada no periódico pernambucano O marimbondo uma charge que retrata um corcunda – representando os portugueses – pulando acossado por um enxame de marimbondos – os brasileiros. “Esse patriótico desenhista é desconhecido. O tema da charge estava dentro do espírito proclamado no editorial da publicação, de teor nacionalista”, diz ele.

Crônica diária

 Velho, velho Nelson, O Almirante

"Não conhecia essa voz bem humorada e lúcida que vem de Goiânia, Nelson Moraes. É amigo de uma turma de gente inteligente que descobri aqui no Facebook. E o mais curioso é que encontrei na página do Nelson um monte de amigos comuns. Entendam como amigos virtuais. E eles nunca me falaram do Nelson. E o Nelson nunca ouviu falar de mim. Mas feitas as apresentações, conto o que li hoje lá na sua página".
Nada mais enganosa do que essa apresentação em minha crônica de 21 de agosto passado. O meu velho e querido arquiteto e amigo Mauro Magliozzi, do, também, velho blog ARmazém  do Peri SC, comentou que o tal Nelson a que me referi é o velho autor do blog "O ALMIRANTE, NELSON" dos velhos tempos de blogueiros que fomos nós três. As quatro palavras "velhos" que acabo de usar, e com esta são cinco, certamente não passarão por uma revisora descuidada e desatenta. Mas são propositais. Como estamos ficando "velhos" (seis agora). Mas a história é a seguinte, em 19 de novembro de 2006, aniversário do Chico Coelho, aqui na Piacaba, SC, criamos o blog Varal de Ideias (que até hoje tem uma ou duas postagens diárias, não tendo falhado um só dia). E naquele tempo alguns blogueiros mais antigos, e experientes, foram a bússola e escola para os meus futuros blogs. Três autores sou obrigado a citar como sendo fundamentais: o Armazém do Peri SC, do Mauro (ainda ativo, embora com a ultima postagem em 2014), O Almirante, Nelson, (desativado) e Zoo Bizarro ( depois virou Blog da Sabedoria, e por fim O Século Prodigiosos por JG (meu saudoso amigo lisboeta Jacinto Gomes, que conheci pessoalmente em 2013, e que foi meu maior mestre na blogosfera, estando todos os seus blogs desativados). 
Portanto, retifico a apresentação acima, para afirmar que o Nelson é um "velho" conhecido e de uma criatividade e humor ímpar. Feitas as retificações segue a vida.

 

22.9.20

José Jaime

 




            Me fez sua vítima. A ultima (primeira acima) foi no sábado dia 12 de setembro de 2020

AS POSTAGENS ANTERIORES ESTÃO NO ARQUIVO AÍ NO LADINHO >>>>>

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Falaram do Varal:

"...o Varal de Ideias é uma referência de como um blog deve ser ." Agnnes

(Caminhos e Atalhos, no mundo dos blogs)

..."parabéns pelo teu exemplo de como realmente se faz um blog...ou melhor tantos e sempre outstandings...".
(Vi Leardi )

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( Peri S.C. adaptando uma frase do Millôr )
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