Crônica diária
Não se de muita importância
Dosar sua importância, e manter-se num equilíbrio saudável, no convívio
social, não é fácil. Somos humanos e estamos constantemente sujeitos
aos efeitos danosos do orgulho, da vaidade, e do amor próprio. Nosso e
de terceiros. Este ultimo, amor próprio, mola propulsora da
auto-sobrevivência. A reação do Papa Francisco ao se defender da crente
asiática, que o puxou pela mão, e por isso levou um tapão, mostra bem
como são naturais e espontâneas as reações humanas. Propositadamente
usei um exemplo de extremos. Uma quase "divindade", e um ato físico
banal. Voltando a nós pobres mortais, cometemos atos dessa natureza por
orgulho, vaidade e amor próprio, todos os dias. E não é fácil evita-los.
Mas é necessário estar atento e saber se controlar. Quantas vezes somos
agressivos e reagimos mal a certas palavras ou atitudes. O mal esta
feito. Depois nos arrependemos, podemos até nos desculpar, mas o mal
esta feito. Modéstia, tolerância e humildade são bons antídotos contra
reações impensadas. Melhor perder oportunidades de deferir golpes
justos, do que faze-lo, e acertar lugares impróprios. Golpes baixos, na
linguagem das lutas legais.

Um comentário:
Mas não me é fácil não reagir a uma provocação.
Por natureza, desejo PAZ e TRANQUILIDADE.
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