23.10.19

Crônica diária

Algumas teorias sobre o serial killer Banksy

Entre um assassinato e outro os técnicos da polícia trabalhavam em várias frentes e criavam algumas hipóteses na tentativa de identificar e prender o Banksy. Uma delas é de que provavelmente não agisse só. Teria um comparsa para ajuda-lo a viabilizar toda logística dos crimes. Imaginavam os policiais que deveriam fazer uso de um veículo, de preferência um furgão fechado, onde ele e seu comparsa mantinham sua vítima imobilizada até deixar o Banksy perto do lugar onde assaltaria o caminhão de lixo. Estariam conectados por rádio ou telefone acertando detalhes do local onde se encontrariam para "desovar" a vítima "viva" na moenda do caminhão de lixo. Em todos os assaltos Banksy estava a pé e fazia o motorista do caminhão parar sob a mira de arma. Nunca os lixeiros informaram presença de veículo ligado ao assaltante. Outra teoria tentava interpretar a razão de ter adotado o pseudônimo de Banksy. Uma delas a certeza de que não seria descoberto. Outra que seus crimes eram "obras de arte de rua", tinham cunho social, e que suas vítimas não mereciam nada além do que um caminhão de lixo. A verdade é que o tempo ia passando, e quando menos a policia, e a imprensa esperavam, ele voltava a atacar. Nunca na mesma cidade, ou bairros afastados das cidades maiores. Sempre uma localidade completamente fora do radar da policia ou dos crimes anteriores. A surpresa, e constância de um padrão, e do modo operandi, aumentava a fama do assassino. A tal ponto que chegaram a imaginar que outros bandidos estavam copiando a forma descrita pela imprensa, que dava grande destaque para os crimes. Intrigava ainda a policia, como o criminoso localizava, e escolhia, suas vítimas em cidades tão pequenas e distantes uma das outras. Como conseguiam os itinerários das coletas de lixo, dessas cidades? Somavam-se perguntas, e continuavam à mercê do criminoso, ou criminosos. E só restava a possibilidade de uma denúncia ou descuido dos bandidos.

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