2.9.19

Crônica diária

Fui falar do gol e me perdi

 Não posso ficar me gabando porque é feio, mas também não posso deixar de registrar quando se faz um gol. O Chacrinha já dizia que "quem não se comunica, se estrumbica". Não ganho um centavo para fazer o que faço aqui a 2440 dias consecutivos, sem direito a férias. Escrevo geralmente duas ou três crônicas alternando temas, assunto, resenhas ou notícias, com certa antecedência. Dois ou três dias, pelo menos. Levo em conta que são postadas em dois blogs, nas minhas duas páginas do Facebook (uma com 5000 outra com 1820 amigos) e depois de um tempo, de 300 em 300 crônicas, viram livro. Estou na quadragésima crônica do Nono livro. Podem fazer a conta. Essa diversidade de veículos de comunicação é levada em conta na pauta diária. Claro que tenho muita satisfação com um número crescente de apoiadores, leitores fiéis, e amigos virtuais. Dizem que estes últimos não servem para nada. Não importa. Uma leitora do FB escreveu que era, constantemente, importunada com agressões, mas que não se importava. Eu me importo. Fico pensando por que me expor, gratuitamente? Não sou candidato a nada. Minha opinião não vai mudar o rumo das coisas. Muito melhor seria dedicar esse tempo lendo o que os outros escrevem. Tenho sempre dois ou três livros à espera. Mas continuo como aquele bovino de lanchonete de beira de estrada, que gira a roda da moenda de cana para fazer garapa. Passivo, constante, mas, pelo menos, ganha a ração no fim da jornada. Aqui só se ganha o prazer de escrever o que se pensa, sem patrão, chefe, ou editor. Obriguei-me a fazer a postagem até as sete da manhã. Ai do dia que atraso dez minutos. Mas encaro a cobrança do leitor indignado como um cuidado comigo. Espero poder avisa-los antes de morrer. Mas como nunca se sabe, se atrasar muito, fiquem  espertos. Posso ter ido desta para melhor. Mas hoje ia contar do gol que posso me gabar, e acabei contando um monte de coisa que não interessa. Amanhã prometo contar o gol, hoje ficou longa e tenho leitores que reclamam do tamanho do texto. E vejam como trato bem meus leitores.
 

Um comentário:

João Menéres disse...

Eu não me queixo de nada, Eduardo !
E sou um comentador atento ao que escreve.

AS POSTAGENS ANTERIORES ESTÃO NO ARQUIVO AÍ NO LADINHO >>>>>

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