Crônica diária
Tim
Encontrei sentados num banco de jardim uma babá, de branco com um garotinho no colo. Esperava a mãe virem apanha-los. Nisso chega outra mãe com uma garotinha que logo senta ao lado da babá e pergunta a idade do menino.
-Tem um ano e meio, falou a babá com forte sotaque nordestino.
-E você quantos anos tem?
-Quatro.
-Qual é seu nome?
-Valentina. E o dele?
- Tim.
-Tim? Perguntou intrigada a garotinha.
-Sim, Valentim, Tim.
-Ué, ele não é menino?
-É, por que?
-Então é Valentino.
Risos.
-Não, é Valentim. Mas nós chamamos de Tim.
O Tim dessa conversa toda não participou. Loiro rechonchudo só acompanhou os diálogos.
A mãe e a Valentina pegaram o carro e foram embora.
Comentei com a babá: o nome esta na moda.
Encontrei sentados num banco de jardim uma babá, de branco com um garotinho no colo. Esperava a mãe virem apanha-los. Nisso chega outra mãe com uma garotinha que logo senta ao lado da babá e pergunta a idade do menino.
-Tem um ano e meio, falou a babá com forte sotaque nordestino.
-E você quantos anos tem?
-Quatro.
-Qual é seu nome?
-Valentina. E o dele?
- Tim.
-Tim? Perguntou intrigada a garotinha.
-Sim, Valentim, Tim.
-Ué, ele não é menino?
-É, por que?
-Então é Valentino.
Risos.
-Não, é Valentim. Mas nós chamamos de Tim.
O Tim dessa conversa toda não participou. Loiro rechonchudo só acompanhou os diálogos.
A mãe e a Valentina pegaram o carro e foram embora.
Comentei com a babá: o nome esta na moda.

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