Crônica diária
Os dois bares da minha vida
Não vou dizer todos, porque certamente um ou dois cronistas, neste
mundo, também não beberam. Eu sou um deles. Nunca bebi e não tenho
histórias de bar para contar. Não foi por virtude. Foi por
incompetência, mesmo. Ruy Castro parou de beber aos 40 anos, em 1988.
Ernest Hemingway bebia em dois bares de NY, Madri e Paris. E quase todos
escritores tem histórias relacionadas aos seus bares. Na minha vida
frequentei, sem beber, dois bares. O Silvio´s na avenida Angélica, onde
ia jantar depois das aulas. O Fernando Azzi era frequentador assíduo. No
Plano´s ia por duas boas razões: era o melhor bar da época, e era da
minha sogra Sylvia Kowarick.

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