Crônica diária
Fui à livraria
Moro ao lado de uma. Só tem duas outras lojas que me fascinam tanto
quanto, ou mais, do que livrarias. São boas e grandes papelarias onde se
encontra lápis e canetas de todos os tipos, cores, e preços. E a
terceira loja é a de ferragens. De preferência fora do Brasil. Nos
Estados Unidos e na Itália foi onde conheci as melhores. Dizem que na
Suíça além de bons chocolates fabricam ferramentas maravilhosas. Mas fui
ao lado de casa me abastecer de livros. Já esta disponível como o
segundo mais vendido o GIGANTESCO "4321" do Paul Austen, a que me referi
dias atrás. E cumpri minha promessa. Não vou ler. 960 páginas, tipo
pequeno e espaço entre linhas também. Meu querido escritor Paul que me
desculpe, nesse não embarco. Estou velho demais para tanto peso. Peso
tenho evitado até na academia. Leio por prazer, e carregar peso não é um
deles. Saí com três livros leves. Ruy Castro , crônicas, "A arte de
querer bem". Até no tamanho 12 x 18 que não aprecio, este autor me
agrada. Outro foi do Philip Roth, que morreu este ano, e "Quando ela era
boa" de 1967, eu ainda não li. E o terceiro foi de Julian Barnes, "A
única história", 2018. Tenho leitura para os próximos dias. E três
resenhas futuras garantidas. Só não comento nada quando não gosto da
leitura. Não sou crítico literário, e como escritor, detesto falar mal
dos meus colegas.

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