Crônica diária
Sonho estranhíssimo
Sonho não tem muita continuidade, como são chamadas as cenas de cinema. E
esse meu foi incrível. Estranhíssimo. Pedi uma carona no banco de trás
de um automóvel. O motorista, um senhor, foi logo abordado por um
policial que solicitou seu nome. Pediu que desse marcha ré, o que o
motorista atendeu prontamente. Em seguida entraram no carro mais três
pessoas, todas no banco traseiro, inclusive com um cachorro enorme. O
cachorro logo veio me incomodar. Defendi-me dizendo: "Não gosto de
cachorro." E seguimos viagem. Quando chegamos ao destino, que parecia
ser uma rodoviária pequena, suja, e movimentada ao sair do carro um
indivíduo corpulento, aparentando uns quarenta anos, olhos claros, quase
amarelo, me segura pela camisa e me mostra uma faca de cozinha. Eu sem
saber se estava sendo ameaçado ou o que, logo recebi dele o pedido: "Me
mate". E passou a faca para mim. Atônito, e sem saber o que fazer,
entreguei a faca para uma pessoa que estava ao nosso lado e tentei
convencer o indivíduo que a vida era bela e valia a pena. Ele relutou em
aceitar minhas ponderações, e disse que era "banqueiro e trabalhava em
casa". Enquanto tudo isso acontecia, minha preocupação era com o carro e
motorista da carona que se preparava para partir, e minha pasta com
dinheiro e todos meus documentos tinham ficado no automóvel. O "suicida"
continuava se recusando a me soltar. O carro e motorista com minha
pasta sumiram. Daí para frente a falta da minha pasta passou a ser o
foco do pesadelo. Finalmente acordo. Segunda feira dia 13 de novembro.

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