Crônica diária
Cabral, o delinquente
O juiz de primeira instância Marcelo Bretas, que aceitou o pedido da promotoria do Rio, para que o ex governador Sérgio Cabral fosse mandado para uma penitenciária de segurança máxima em Campo Grande, estava coberto de razão. O ministro do STF, Gilmar Mendes, contraditou a ordem. Alegou que Cabral não representava perigo para a segurança nacional. Errou o ministro. Em poucos dias da notícia da instalação de um cinema no presídio, onde encontra-se preso o ex-governador, a polícia já sabe que o pastor, que atende os detentos nessa instituição, recebeu a incumbência de doar, com dinheiro de uma vaquinha entre os presos, os equipamentos para o cinema. O encontro do pastor com Cabral se deu na biblioteca da cadeia. Isso quer dizer que o Cabral continua delinquindo na prisão. Se consegue operar crimes, como oficializar uma falsa doação, para um órgão publico, o que não fará contra seus algozes? Ou a favor de escamotear provas de seus delitos. É chefe de quadrilha, perigoso e influente. Merece sim, estar numa prisão fora do Rio, longe de seus asseclas, distante de seus pombos correio, advogados e parentes. Segurança máxima, no caso do ex-governador, ainda não é tão segura como deveria.
O juiz de primeira instância Marcelo Bretas, que aceitou o pedido da promotoria do Rio, para que o ex governador Sérgio Cabral fosse mandado para uma penitenciária de segurança máxima em Campo Grande, estava coberto de razão. O ministro do STF, Gilmar Mendes, contraditou a ordem. Alegou que Cabral não representava perigo para a segurança nacional. Errou o ministro. Em poucos dias da notícia da instalação de um cinema no presídio, onde encontra-se preso o ex-governador, a polícia já sabe que o pastor, que atende os detentos nessa instituição, recebeu a incumbência de doar, com dinheiro de uma vaquinha entre os presos, os equipamentos para o cinema. O encontro do pastor com Cabral se deu na biblioteca da cadeia. Isso quer dizer que o Cabral continua delinquindo na prisão. Se consegue operar crimes, como oficializar uma falsa doação, para um órgão publico, o que não fará contra seus algozes? Ou a favor de escamotear provas de seus delitos. É chefe de quadrilha, perigoso e influente. Merece sim, estar numa prisão fora do Rio, longe de seus asseclas, distante de seus pombos correio, advogados e parentes. Segurança máxima, no caso do ex-governador, ainda não é tão segura como deveria.

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