Crônica diária
Quanta novidade
Fomos almoçar na Granja Viana, em Cotia, São Paulo, a convite do
escultor Israel Kinslansky. É lá que mora e tem seu atelier e fundição
em bronze. A fundição é a mais moderna do Brasil, e só ela trabalha com
os equipamentos e materiais iguais as melhores do mundo, como as
Italianas e Espanholas. O restaurante vegano chamado Serafim é mais do que
um restaurante. É um espaço de comercio e esporte voltados para
produtos naturais e artesanato. A comida é muito boa. E sou insuspeito
em elogiar comidas veganas. E o preço inacreditável. Bufê de livre
escolha, e sem balança por menos de vinte reais. É mais barato do que
comer em casa. E foi durante o almoço que entre tantas conversas, o
Israel nos contou sobre outro restaurante, o "Germina", em Porto Alegre, à Rua Prof. Duplan, 60 - Protásio Alves, onde
oferecem três opções de pratos feitos por dia. Um para pouco apetite,
outro para apetite médio, e um terceiro para muita fome. Até aí, nada de
muito original. Mas o valor a ser pago é a critério dos clientes. Na
saída, ao invés de caixa, tem um cesto onde os comensais depositam o
valor que desejam. Ou que podem. Mas o ineditismo não para aí. Os serviçais são voluntários. Não tem uma remuneração fixa. No fim do mês
eles retiram do cesto o valor que acreditam justo pelo seu trabalho.
Acreditem se quiserem.

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