Crônica diária
"O papel de parede amarelo"
Essa pequena obra prima da escritora Charlotte Perkins Gilman (1860
*1935) é considerada uma das precursoras do feminismo nos EUA, "O papel
de parede amarelo", um clássico da literatura feminista, magnífico
exemplo de uma obra concisa, e objetiva. Frases e parágrafos curtos. Não
por acaso mencionei-a quando comentava a literatura do Raduan Nassar.
Num formato ainda menor do que o pequeno livro de contos do Nassar. "O
papel de parede amarelo" tem apenas 59 páginas. Apresentação de Marcia
Tiburi e posfácio de Elaine R. Hedges.

Um comentário:
Frases, parágrafos e textos curtos podem ser essenciais no jornalismo,mas nem tanto na literatura. A literatura é mar imenso, em que há navegações de cabotagem e navegações de longo curso.
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