Crônica diária
Ana C, Caio F, e Cèsar
A crônica de
ontem foi escrita num caderninho pautado desses que se compra em supermercado.
Tem cinquenta folhas e fica na gaveta do criado mudo. Acho horrível dizer mesa
de cabeceira para parecer politicamente correto. (Uma bobagem essa de
descriminar a palavra criado mudo). A anotação anterior à crônica de ontem
datava de 4 de junho de 2013, portanto há quase quatro anos que não usava
o tal caderno. E lá eu escrevi que não havia gostado do livro "Aos teus
pés" da Ana C. Salvo uma frase que transcrevi, e volto a fazê-lo, de tão linda
que é: "Estou bonita que é um desperdício". Em seguida, nas mesmas
anotações fiz uma brincadeira com a letra "C" do nome da Ana Cristina
Cesar, que assinava Ana C por não poder usar CC do seu nome. E lembrei,
naqueles escritos, do Caio F de quem a Ana C era amiga. E conclui lembrando o
nome do Cèsar Baldaccini (1921 - 1998) grande escultor, que não tem nada a ver
com o sobre nome da Ana C.

Um comentário:
Quase como um jogo de sudoku.
Postar um comentário