Crônica diária
Nuvem negra
Foi com essa definição: "nuvem negra" que o Senador Romero Jucá
(PMDB-RR) definiu o que paira sobre as cabeças de todos os políticos.
Ele é o mesmo que da tribuna do senado, há poucos dias, usou a expressão
"suruba" para definir a situação do congresso. É um Lord. Mas de
Roraima. Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, e na condição de
líder do governo, "defende" a Lava Jato, porem, alertando para o
perigo da "generalização", que pode ter efeito negativo nas eleições de
2018. Curioso é que ele é a pessoa menos credenciada para falar em
"generalização". É um dos investigados pela Lava Jato. E quando alerta
para que se tenha cuidado, para não acabarmos com a classe de políticos,
abrindo espaço para "aventureiros", dispostos a qualquer tipo de
loucura, devemos "pensar no país". Logo ele, líder da turma que esta no
poder há mais de treze anos só pensando em si, em seus apaziguados, em
seus partidos, e jamais no bem do povo e do Brasil. Mas ele pode estar
certo de que a Lava Jato ainda fará a nuvem preta descarregar raios na
cabeça do Renan, do Lula, da Dilma, e da sua, evidentemente. Por quê só o
Eduardo Cunha e o Cabral estão presos? Que Justiça é essa? A nuvem
preta deverá sobrar para todos. Aí sim, poderemos, com novos partidos,
novas legislações eleitorais e partidárias, pensar no país. Com esses
bandidos, não dá.

Um comentário:
Da boca pra fora; ele sabe que essa nuvem é passageira...
Sério, não acredito nem na prisão do Canalheiros. Muito menos do Brahma.
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