Crônica diária
Todos nós que participamos dos protestos de rua para derrubar o governo
corrupto e incompetente da Dilma, do PT, e do Lula, precisamos voltar.
As forças derrotadas, mas não mortas, estão mais do que nunca precisando
receber das ruas, um sinal claro, de que estamos dispostos a continuar a
faxina. A operação Lava Jato nesta fase de julgamento dos políticos
envolvidos, pode ser vítima do corporativismo atávico, e na calada da
noite, o Congresso colocar tudo a perder. Não podemos subestimar a
capacidade diabólica de Sarneis, Renans, Jucás, e companhia. Além das
listas fechadas para as próximas eleições de 2018, que tem o único, e
exclusivo, intuito de eleger, e brindar os velhos caciques dos partidos
políticos, livrando-os da eventual derrota nas urnas, de se submeterem
ao juiz de primeira instância Sérgio Moro, não podemos aceitar que
aumentem o fundo partidário. O país esta quebrado. As contas só fazem
aumentar. As receitas, de uma esperada recuperação econômica, vem
frustrando mês a mês a equipe econômica. O congresso continua fora de
sintonia com o eleitor. Ao invés de aprovar as reformas, tais quais o
executivo clama, desfiguram-na, tornando-as inócuas. E só novos
impostos, que nós eleitores, e povo brasileiro vamos pagar, farão com
que as contas fechem. E a culpa vai recair no Temer, claro. A oposição
vai jogar no colo do presidente a nova conta. Ele, em boa medida, é
realmente culpado por não ter feito o que era preciso, logo nos
primeiros 30 dias de mandato. Nunca assumiu o presidencialismo de que é
presidente. Por sentir-se ilegítimo, talvez, como vice da chapa da
Dilma, tentou, como continua tentando, governar como se o regime fosse
parlamentarista. Mas com esse parlamento não dá. Isso todo mundo sabe.
Parlamento corrupto e desacreditado. E vamos mais uma vez pagar a conta.
Mas sem antes manifestarmos publicamente contra, com nossa presença nas
ruas do país. E para lá vamos voltar tantas vezes quantas for
necessário. Só assim poderemos demonstrar nosso desagrado com quem não
nos representa, e ajudar a salvar o Brasil. Ele corre grande risco.

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