Crônica diária
Anthony Howe, e sua "escultura cinética"
Sheila Lerner, lá de Paris onde mora, escreveu em sua página do FB uma
definição maravilhosa sobre artistas e não-artistas, sobre arte e objeto
decorativo. Segundo ela, e eu estou de pleno acordo, o soi-disant
"escultura cinética" que acompanha a pira olímpica do Rio não é um
objeto de arte.Seu autor, segundo ela é um "não-artista". "O artista
verdadeiro cria dentro de um programa estético". E arremata dizendo que
Howe além de ser um "não-artista de grande talento, decorador cinético
da pira olímpica, tornou-se agora um marco na história da arte. O único
antípoda de Duchamp. Duchamp pegou um objeto e fez arte. Howe pegou
arte e fez um objeto".

Um comentário:
Não vi a pira olímpica do Rio, aliás acompanhei pouco.
Mas assisti esta noite à marcação dos pontapés da marca da grande penalidade e esses minutos fizeram história no Futebol Olímpico do Brasil !
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