Crônica diária
A pressa
dos bandidos
Houve má fé o tempo todo. Durante os longos e
pesarosos treze anos que a Organização Criminosa governou o Brasil, destruiu
dois antigos e preciosos pilares de nossa sociedade: o Itamaraty e nossa
tradicional política externa, respeitada e construída ao longo dos anos pelas
melhores cabeças da inteligência e cultura brasileira. E destruíram, saqueando,
a maior empresa e orgulho nacional que era a Petrobras. Trabalho de solapa
contínuo, silencioso, permanente. Com os crimes de responsabilidade cometidos,
e o governo legitimamente deposto, as críticas dos que se sentiram
prejudicados, vale dizer, membros da Organização Criminosa, e simpatizantes, em
menos de uma semana começaram a criticar e cobrar resultados do novo
recém-empossado governante. Se não fosse de um cinismo atroz, seria hilário.
Junto ao novo crime de denegrir a imagem do país no exterior, reclamaram cotas
de mulheres e negros nos ministérios. Não entenderam a que veio o novo governo.
Continuam pensando como agiram durante os treze anos. Criavam-se ministérios
como se cria cargos de contínuos em escolas primárias. Para cada demanda
pessoal, uma nova e onerosa despesa pública. Para cada pressão de organizações
populares, uma nova verba para cooptá-los. Assim com mentiras, maquiagem,
pedalada, uma completa irresponsabilidade, nunca vista na história deste país,
chegaram a criar um rombo nas contas publicas superior a cento e setenta bi e
quinhentos milhões de reais. Saúde em pandarecos, ensino sucateado, embaixadas
com mais de três meses sem pagamento, órgãos internacionais sem receber suas
quotas. Falência financeira e moral completa. E cobram cotas para as mulheres,
e um ministério para a Cultura. E criticam o novo governo como se fosse
possível resolver a grave e profunda crise da economia, do emprego, da
segurança, numa semana. Cínicos e criminosos. Bandidos são assim. Agem em
surdina, e são rápidos e agressivos na fuga.

Um comentário:
Assim é a "democracia" dos populares extremista eleitos pelo cego povão.
Por cá, não estamos muito longe com a geringonça !..
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