Crônica diária
No Rio Negro, longe do mundo
Hoje completa cinco dias longe do mundo. É mais ou menos como viajar para a lua. A excursão pelo Rio Negro tem todo conforto para justificar o preço, mas não tem sinal de internet. O isolamento dos passageiros do navio é quase absoluto. Coincidentemente a viagem acontece numa semana crucial para a política e destino do governo. Saímos de Guarulhos dia 25 pela manhã, com o Senado em plena ebulição. Não é uma semana corriqueira. E isso me fez lembrar o movimento de rua em 2013, que deu início a tudo isso, e que também nos pegou em viagem. Estávamos em Lisboa, voltando para o Brasil. Chegamos com o país surpreso, pasmo, atordoado. E nós com a sensação de ter perdido parte da história.
Hoje completa cinco dias longe do mundo. É mais ou menos como viajar para a lua. A excursão pelo Rio Negro tem todo conforto para justificar o preço, mas não tem sinal de internet. O isolamento dos passageiros do navio é quase absoluto. Coincidentemente a viagem acontece numa semana crucial para a política e destino do governo. Saímos de Guarulhos dia 25 pela manhã, com o Senado em plena ebulição. Não é uma semana corriqueira. E isso me fez lembrar o movimento de rua em 2013, que deu início a tudo isso, e que também nos pegou em viagem. Estávamos em Lisboa, voltando para o Brasil. Chegamos com o país surpreso, pasmo, atordoado. E nós com a sensação de ter perdido parte da história.

Um comentário:
Em 2013 tb não estava no Brasil e não acreditava no que minha família relatava.
Hoje, sinceramente, queria estar bem longe ouvindo, sem acreditar, o que minha família relataria. (Cansada de estar nessa história.)
Aproveita a viagem pq o país vai mal.
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