Crônica diária
A hora chegou
Em janeiro de 2015 parecia tão improvável, como absolutamente necessária, a campanha a favor do impeachment da Dilma. Escrevi com todas as letras para quem lê meus escritos. Fui quase ridicularizado por leitores mais chegados, aqueles que por se considerarem da família, se arvoram em críticos especiais. Diziam que eu trocava "meus desejo" com os fatos reais. Não enxergavam, como não enxergam, o mal que faziam ao país. Perdemos até o momento quinze preciosos meses de nossa vida. Não bastaram os doze anos de aparelhamento do estado, a roubalheira que se instalou no mundo político, a quebra da maior empresa brasileira e com ela a perda do orgulho nacional. A total destruição da política externa. Conseguiram transformar a instituição Itamaraty em porta voz do atraso bolivariano. A economia e finanças do país foi mera consequência das políticas equivocadas da Organização Criminosa que se apoderou do governo, primeiro em três eleições pouco corrompidas, e a quarta completamente estelionatária. Foi contra ela que me rebelei. Uma pena não terem nos ouvido antes. Mas sou obrigado a admitir que tudo tem o seu tempo. E a hora chegou.
Em janeiro de 2015 parecia tão improvável, como absolutamente necessária, a campanha a favor do impeachment da Dilma. Escrevi com todas as letras para quem lê meus escritos. Fui quase ridicularizado por leitores mais chegados, aqueles que por se considerarem da família, se arvoram em críticos especiais. Diziam que eu trocava "meus desejo" com os fatos reais. Não enxergavam, como não enxergam, o mal que faziam ao país. Perdemos até o momento quinze preciosos meses de nossa vida. Não bastaram os doze anos de aparelhamento do estado, a roubalheira que se instalou no mundo político, a quebra da maior empresa brasileira e com ela a perda do orgulho nacional. A total destruição da política externa. Conseguiram transformar a instituição Itamaraty em porta voz do atraso bolivariano. A economia e finanças do país foi mera consequência das políticas equivocadas da Organização Criminosa que se apoderou do governo, primeiro em três eleições pouco corrompidas, e a quarta completamente estelionatária. Foi contra ela que me rebelei. Uma pena não terem nos ouvido antes. Mas sou obrigado a admitir que tudo tem o seu tempo. E a hora chegou.

3 comentários:
Tomara Edu, tomara!
Mas só acredito vendo.
Ontem assisti, com tristeza e vergonha, aquela terrorista transformar o palácio em palanque.
Que tempos...
Agora falam da corrupção no tempo do FHC !...
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