Crônica diária
Aos legalistas inconsequentes
Escrevemos sobre o estelionato eleitoral desde Novembro do ano passado. A
situação do país era ruim depois de quatro anos de governo Dilma, mas
piorou muito. Ela demonstrou durante toda sua vida ser despreparada para
gerir. Quebrou uma pequena loja de R$1,99. Aprovou a compra de
Pasadena. Assaltou bancos como guerrilheira. Assaltou o tesouro, usando
dinheiro público sem autorização do Congresso. Crime de responsabilidade
fiscal. Cometeu pedaladas em 2014 para se reeleger. Usou dinheiro sujo
na campanha. Voltou a cometer crime de responsabilidade em 2015 para
salvar seus projetos populistas, e grandes empresas privadas, quebradas
pelas medidas desastradas do seu governo. Mas sua inabilidade
administrativa e gerencial, não são menores do que sua incompetência
política. Comprou briga pessoal com o presidente da câmara, Eduardo
Cunha. Usou fartamente redes de TV para acusa-lo de ter conta na Suíça,
alegando que ela nunca teve. Ninguém, em tempo algum, acusou-a de ter
conta em lugar nenhum. Seus crimes são, incomensuravelmente, maiores.
Quebrou o país, destruiu a Petrobras, assaltou os bancos estatais. E no
auge da sua briga pessoal contra Cunha, torna publico uma carta pessoal
do seu vice-presidente, Michel Temer, a quem declarara, seis horas
antes, respeito, e mentiu que nunca o tivesse desprestigiado (como ficou
claro na referida carta). Um tiro no pé. Mulher de temperamento
irascível, destrata seus subalternos e, consequentemente, não consegue
assessores capazes e competentes. O Lula lhe impôs Jaques Wagner como
seu Chefe da Casa Civil, e ela o detesta, porque como bom baiano, acorda
tarde. Aconselha-se com Edinho Silva, obscuro petista citado na
operação Lava Jato. Seu governo esta nos últimos dias, três anos antes
do fim, e seus ministros começam a debandar. Aqueles que me censuraram
por defender o impeachment, desde os primeiros dias do governo Dilma,
devem estar amargando suas ironias e comentários ácidos que me
dirigiram. A mim não fizeram mal, mas contribuíram para doze meses de
gravíssimos prejuízos à nação, e ao povo brasileiro. A pseudo
legalidade, desta vez, teve um custo social impagável. Inflação,
desemprego, perda no grau de investimento, terão consequências nefastas
por muito tempo. O povo, apesar de ter votado nela, por ignorância, não
merecia um castigo tão severo. Seus defensores, esses sim, merecem
passar o que o futuro nos reserva. Infelizmente a todos. Vamos pagar
mais esse pato.

Um comentário:
Vergonhoso e preocupante o que assistimos:
na troca de favores ao pt o Fachin decide atrasar o processo de impeachment. Quem está metendo os pés pelas mãos, enterrando aquele discurso mentiroso "da luta pela ética e moralidade", são os acusadores de que o impedimento da presidente se trata de um golpe.
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