Crônica diária
A Playboy fechou, os homens estão acabando
As madrugadas me inspiram. Durmo
e acordo cedo. Minha mulher dorme com a TV ligada. Já estou quase que
acostumando. Fico impressionado como o tema "gênero" esta na moda.
Deputados na tribuna da câmara esbravejando contra a Polícia Federal que
suprimiu as palavras Pai e Mãe dos passaportes para menores de idade. Agora,
segundo o deputado, aparece no lugar de "Pai e Mãe": Genitor 1, e
Genitor 2. Não se trata de anedota, de piada. É verdade. A razão dessa mudança,
alega a Polícia Federal, é não constranger a criança cujos pais são do mesmo
gênero. Na mesma linha, os filmes que vejo algumas cenas, durante minha vigília
noturna, invariavelmente, tratam do assunto de casais do mesmo sexo. O
homossexualismo esta na moda. Os armários estão escancarados. A revista
Playboy, que foi líder no avanço da liberdade sexual da minha geração, deixa de
ser publicada no Brasil pela Editora Abril. Luís Fernando Veríssimo escreveu:
"A disponibilidade atual de sexo e nudez nas redes, para todas as idades,
talvez tenha tornado a pelada impressa obsoleta, ou no mínimo supérflua".
Estamos sofrendo campanhas, lideradas por mulheres horrorosas, a favor das
mulheres. Nós homens héteros, somos os que mais defendemos aquilo que amamos.
Mas as mulheres feias, do congresso, nos agridem a todo instante. A elas só
posso dizer que o poetinha, Vinícius de Moraes, tinha e continua tendo razão:
"me desculpem as feias, mas beleza é fundamental." E sei, vão me
chamar de machista. Antigamente quem gostava de homem era marica, segundo o
autor do livro "O ritual dos pastores", Fernando Cacciatore de Garcia,
em "memórias de um homossexual na infância". Hoje em dia
politicamente correto é não falar, ou não escrever, sobre a feiura das mulheres
parlamentares, ou sobre as preferências sexuais das pessoas. Nós héteros
estamos sendo reprimidos, oprimidos e cerceados em nossos desejos e
liberdades. Vamos acabar sendo eliminados da sociedade.

5 comentários:
São tantos acontecimentos que mexem diária e profundamente na economia do Brasil, na economia de quem resiste em manter uma indústria familiar com funcionárioa antigos dependentes de nós e de quem como eu vai ao mercado, a feira a procura do mais barato e faz a comida e cuida da roupa, da limpeza e da manutenção da casa sem nenhuma ajuda de faxineira ou doméstica que, sinceramente, nem tenho tempo para essa conversa das mulheres feministas. Penso que elas devem ter muito tempo livre; que inveja! Não sou feminista ou qualquer coisa parecida mas, com tanto trabalho a fazer aqui em casa, sinto que estou cada dia mais descuidada e feia. Talvez aí e somente aí, reside a nossa semelhança; estou perdendo a feminilidade.
A maior parte das mulheres continua a gostar de homens e a ser feminina.
"Nós héteros estamos sendo reprimidos, oprimidos e cerceados em nossos desejos e liberdades. Vamos acabar sendo eliminados da sociedade."
Se for por essa razão, não me importo nada !
Há algumas mulheres bem bonitas nas bancadas do parlamento. :-)
Eu deveria não ter ficado tanto em casa me dedicando ao casamento e as crianças. Deveria ter continuado a lecionar e optar pelas babás ao preço do meu salário só para poder me ver livre das filhas e falar orgulhosamente e de boca cheia; "eu trabalho fora!" Deveria ter aceitado as ofertas sedutoras de cargos dos ex amigos que há mais de 13 anos roubam, emporcalham e dilapidam o Brasil. Talvez hoje nossa empresa estaria bem financeiramente e certamente envolvida em algum escândalo nos noticiários. Eu, com certeza estaria mais feminina e muito mais bonita em alguma bancada do partido. Foi tudo uma questão de princípios e, consequentemente, da minha escolha.
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