25.10.16
Crônica diária
Bob Dylan e o Prêmio Nobel
Talvez nunca antes na história do Nobel de Literatura um prêmio tenha sido tão controverso. Há para esse fato razões óbvias, outras nem tanto. A mais óbvia é que pouca gente desconhece o agraciado. Na maioria das vezes o prêmio é dado para um escritor completamente desconhecido do grande público. Ninguém leu, não há como contestar. Ao contrário, os especialistas aplaudem a escolha, tornam o escritor famoso, seus livros passam a serem reeditados, e fica mundialmente conhecido. No caso do Bob Dylan, autor de dois obscuros livros, deve ter recebido a láurea por conta dos seus poemas. Há quem diga que é mau cantor e um poeta caipira. Mas antes do Nobel já tinha recebido o Oscar, e foi condecorado com a Medalha Presidencial da Liberdade pelo presidente dos Estados Unidos Barack Obama. Não deve ser tão ruim assim. Quanto ao premio ter sido dirigido a um poeta, independente de ser bom ou mau, é uma sinalização de que literatura não é só prosa. E neste caso o poeta não precisava do prêmio para vender mais disco. Ao contrário, ele é quem empresta ao título fama e popularidade. Quando escrevi estas linhas a Academia Sueca havia desistido de contatar o artista, que respondeu aos vários e-mails, e telefonemas com o silêncio.
Talvez nunca antes na história do Nobel de Literatura um prêmio tenha sido tão controverso. Há para esse fato razões óbvias, outras nem tanto. A mais óbvia é que pouca gente desconhece o agraciado. Na maioria das vezes o prêmio é dado para um escritor completamente desconhecido do grande público. Ninguém leu, não há como contestar. Ao contrário, os especialistas aplaudem a escolha, tornam o escritor famoso, seus livros passam a serem reeditados, e fica mundialmente conhecido. No caso do Bob Dylan, autor de dois obscuros livros, deve ter recebido a láurea por conta dos seus poemas. Há quem diga que é mau cantor e um poeta caipira. Mas antes do Nobel já tinha recebido o Oscar, e foi condecorado com a Medalha Presidencial da Liberdade pelo presidente dos Estados Unidos Barack Obama. Não deve ser tão ruim assim. Quanto ao premio ter sido dirigido a um poeta, independente de ser bom ou mau, é uma sinalização de que literatura não é só prosa. E neste caso o poeta não precisava do prêmio para vender mais disco. Ao contrário, ele é quem empresta ao título fama e popularidade. Quando escrevi estas linhas a Academia Sueca havia desistido de contatar o artista, que respondeu aos vários e-mails, e telefonemas com o silêncio.
Comentarios que valem um post
João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Leitores do DANCE COMIGO":
Parabéns,SELENA, pelo óptimo comentário que fizeste ao DANCE COMIGO !
Um beijo deste lado do Atlântico que nos une.
Postado por João Menéres no blog . em domingo, 23 de outubro de 2016 07:21:00 BRST
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Leila Ferraz Caro Eduardo: foi com grande alegria que recebi um belíssimo exemplar de seu livro DANCE COMIGO. A capa é instigante e elegante. Que fôlego! 384 páginas de crônicas deliciosas e essenciais para a compreensão de nossos dias. Os pensamentos, observações agudas e sensíveis só fazem enriquecer a percepção da realidade sob uma ótica particular e inteligente. Obrigada. Seu livro é um acréscimo. Ler com reflexão ou não, será um prazer. Muito obrigada. Um grande abraço da amiga Leila.
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Cassia Rocha Lembrei muito de você esses dias, Eduardo! Fui ao show do nosso querido Zeca Baleiro no sábado —show bonito, despojado, fiquei mais uma vez encantada e convencida de que ele não é um músico e letrista: é um poeta! E o que disse o Zeca ao seu público? Dancem, dancem sempre que puderem, as pessoas precisam dançar mais... Só faltou dizer "dance comigo"!
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24.10.16
Crônica diária
PEC 241
Tudo no Brasil é definitivamente
provisório. Até a PEC 241 que congela os gastos públicos por vinte anos, para
ser aprovada é preciso o presidente Temer vir a público declarar que ela poderá
ser modificada com uma emenda constitucional. O que foi dito é o óbvio. Tudo
pode ser modificado a qualquer tempo, o que não pode é declarar, antes de sua
aprovação em segundo turno na câmara, que ela pode ser reduzida assim que as
condições fiscais permitirem. Foi uma declaração, como já disse óbvia, mas
demagógica e má intencionada. Demagógica porque pretendia com ela cooptar votos
de deputados indecisos ou contrários. Má intencionada porque sinaliza a falta
de determinação do governo de fazer cumprir o que a lei determina. O complexo
do Temer, que faz coro com seus adversários que o picham de golpista e de
ilegítimo, por não ter sido eleito pela vontade popular, poderá por a perder a
oportunidade de salvar o país. Não houve golpe, houve irresponsabilidade fiscal
e consequente impeachment. Quem escolheu o vice da sua chapa foi a Dilma e o
PT. Os mesmos eleitores da Dilma, cinquenta e dois milhões de votos, são os
mesmos que elegeram Temer vice presidente. Tudo nos conformes como reza a nossa
sagrada constituição.
Comentários que valem um post
Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":
Essa capa era fantástica. Tb gosto da actual. Sei bem da dificuldade em "embrulhar" convenientemente um livro.
Postado por Jorge Pinheiro no blog . em sábado, 22 de outubro de 2016 09:39:00 BRST
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Gorgonzola e outros queijandos
Pensei em enviar este post in-box ao amigo Eduardo Penteado Lunardelli mas seria longo e não tão saboroso. Numa de suas últimas postagens falou sobre sua receita do "pesto giovinese" que é feito com manjericão, pinoli, etc. e na receita do amigo com rúcula, nozes e gorgonzola. Consultei Tiziana minha mulher como expert gourmet e gourmande que aprovou, ponderando que como na outra receita convém cuidar no uso da rúcula, que como no manjericão pode tornar o prato pesado no sabor.
Mas havia recebido nessa sexta o livro "Baila comigo" do Eduardo e o folheando me deparei com a crônica sobre o gorgonzola, queijo indispensável em sua casa. Salve! temos gostos iguais, diga-se de passagem que como minha mulher é de Milão adora gorgonzola, que lá tem várias gradações, duro e cremoso, picante e adocicado, antigamente os trabalhadores braçais levavam um farnel composto de pão e gorgonzola para o almoço no norte da Itália.
Voltando à crônica aliás divertida sobre a compra do queijo em Imbituba S. C. quando ao passar pelo caixa foi avertido que o produto estava "estragado" por cheirar mal e estar "mofado" fico pensando no Stilton inglês, e nos franceses Crôte du Diable e Pont l'évêque que não são verdes mas cheiram um bocado! Se a caixa estivesse na China não aguentaria os ovos de cem anos, tudo uma questão cultural!
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João Gilberto Fogaça Parabéns Eduardo, você tem competência e deveria participar do programa Masterchef.
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23.10.16
Crônica diária
Prisão de Eduardo Cunha
A prisão do ex-deputado Eduardo Cunha pegou o mundo político e a própria
imprensa de surpresa. Só o próprio estava prevenido. A mala estava
pronta. Com essa prisão ganha mais uma vez o Juiz Sérgio Moro. O STF
depois de meses com os processos do então deputado não foi capaz de
condena-lo. Moro em poucos dias colocou-o na cadeia. Ponto para o Juiz.
Quanto à delação do Cunha, certamente virá, pelo simples fato de que só
ele tem a perder se não a fizer. E o fará muito mais para defender sua
mulher e filha, do que para se vingar dos políticos do PMDB. Cunha, como
disse o Moro, é um criminoso serial, muito diferente dos petistas, que
embora presos, se negam fazer delação. No caso dos petistas há
ideologia, e um chefão a ser preservado. No caso do Cunha não. É um
bandido independente. E uma pena que o seja. A ele os brasileiros
ficarão devendo tê-los livrado do PT.
Leitores do DANCE COMIGO
A leitora SELENA SARTORELO enviou a foto do livro que esta lendo
Selena Sartorelo Bom dia Eduardo. Mais um vez agradeço. Dance comigo é exatamente isso, uma imersão em sons que nos embala em ritmos diferentes todo o tempo. Cada página nos dá um novo passo.Sinto quase como uma aquisição da realidade palavreada, impressa em forma de crônicas divertidas, inteligentes, atuais e com a propriedade que identifica o próprio autor, a sua peculiar escrita. Além de ser um objeto delicioso de manusear, robusto e leve, bem desenhado e com o primor de uma capa que nos desperta imediatamente a curiosidade para entrar em suas histórias. Mas como não poderia deixar de ser vou combinar com a Paulinha e você, pois senti falta imediata da sua caneta na contra capa. rs Beijos.
Selena Sartorelo Bom dia Eduardo. Mais um vez agradeço. Dance comigo é exatamente isso, uma imersão em sons que nos embala em ritmos diferentes todo o tempo. Cada página nos dá um novo passo.Sinto quase como uma aquisição da realidade palavreada, impressa em forma de crônicas divertidas, inteligentes, atuais e com a propriedade que identifica o próprio autor, a sua peculiar escrita. Além de ser um objeto delicioso de manusear, robusto e leve, bem desenhado e com o primor de uma capa que nos desperta imediatamente a curiosidade para entrar em suas histórias. Mas como não poderia deixar de ser vou combinar com a Paulinha e você, pois senti falta imediata da sua caneta na contra capa. rs Beijos.
22.10.16
Crônica diária
Alegre descoberta
Conto o que se segue com o objetivo de
dividir esta experiência pessoal com meus leitores. No ano de 2012, portanto,
quatro anos atrás, ao lançar meu livro "O último blog e outras
blogagens" fiquei às voltas com a capa do livro. Estava completamente
inseguro de como proceder. Havia desenhado, pintado, criado marcas, e logotipos,
durante cinquenta anos. E diante do desafio de criar uma capa para meu próprio
livro, me via perdido. Resolvi procurar um dos quatro maiores capistas
brasileiros Helio de Almeida com quem tinha convivido na juventude. Tenho
dele até hoje um lindo desenho. Não foi fácil conseguir seu e-mail e telefone.
Tomei coragem e escrevi. Nunca obtive resposta. Chateado, tomei a decisão de
que se não fosse para dar ao melhor designer da área, eu mesmo criaria a capa.
Arrisquei respaldado por uma linda caricatura minha, feita pelo renomado
Sponholz, que muito gentilmente autorizou-me usa-la. Fundo preto, letras em
amarelo e a caricatura em traço preto e fundo branco. Ficou linda. Depois o
temor foi passando aos poucos, e hoje imagino as capas dos novos livros, e o meu
filho Guilherme as materializa. O resultado tem sido cada dia melhor. Passou a
insegurança, e a necessidade do Helio hoje é passado remoto. Sou grato por ele
nunca ter respondido. Muitas vezes as facilidades inibem nosso desenvolvimento.
É preciso acreditar, e ir à luta. O resultado sempre é muito positivo.
Crônica do ALVARO ABREU
Na Paraíba
Morei
em João Pessoas por quatro anos, na segunda metade dos anos 70.
Chegamos com um filho de dois meses nos braços e saímos com mais duas
filhas paraibanas. Voltei lá agora para dar palestra e festejar
o trigésimo aniversário da entidade dedicada ao desenvolvimento do
ensino de engenharia de produção no Brasil, criada por gente que conheço
desde os tempos do mestrado no Rio de Janeiro. Foi muito bom rever
velhos companheiros de profissão e conhecer mais gente que se dedica a
fazer as coisas acontecerem. Nos últimos dez anos, os cursos de
engenharia de produção explodiram no país. Soube que já são mais de
novecentos. Fico pensando nas dificuldades em encontrar professores
qualificados e experientes para ensinar conceitos, técnicas e macetes de
uma profissão que surgiu, sobretudo, para melhorar o que já esteja
funcionando.
Resolvidos
os compromissos oficiais, nos instalamos no sítio de grandes amigos,
cuja filha mais velha acaba de ser eleita prefeita do Conde, município
ao sul de João Pessoa que
tem, entre outros atrativos, a famosa praia de Tambaba, exclusiva para
gente que gosta de andar pelada. Pois bem, Marcinha, esse é o nome dela,
é dessas mulheres arretadas que fazem história por onde passam.
Educadora convicta, depois de dirigir a Secretaria de Educação da
Paraíba, ela resolveu enfrentar o desafio de mudar a maneira de fazer
política. Fez campanha de casa em casa. Em animadas reuniões com
moradores e comunidades rurais, ela definiu o plano de trabalho na
prefeitura. Mas o ponto alto da campanha foi se negar a dar saco de
cimento, caibro, lajota ou dinheiro vivo em troca de voto. Fez disso uma
marca, uma espécie de divisor dos tempos naquelas terras.
Caminhei com
ela pela feira na manhã de sábado. Dava gosto de ver mulheres e homens
festejando, com abraços, beijos e muitas palmas, uma pessoa que se
dispõe a negar verdades antigas. Faz tempo que eu não via tanta emoção
positiva. Aquelas pessoas pareciam satisfeitas e vitoriosas com o que
haviam acabado de fazer nas urnas.
Vitória, 19 de outubro de 2016
Alvaro Abreu
Escrita para A GAZETA
Comentários que valem um post
Eduardo Penteado Lunardelli Estamos
torcendo para o governo Temer dar certo. Não é fácil construir uma
equipe em poucos meses, tendo que agradar uma ampla base parlamentar,
com quadros políticos minados pela Lava-Jato, e sob forte pressão dos
petistas e aliados que além de roubar...Ver mais
Caio Mario Britto Eduardo
Lunardelli, concordo plenamente com você. Só acho que há um silêncio
enorme que chega a ofender os reles seres humanos que somos todos nós,
submissos aos humores palacianos. Não temos o direito à informação, não
porque nossa imprensa não seja livre, mas por criteriosa "surrupiação"
da mesma. Os melindres dos palácio nos é omitido; não é dado ao povão
percorrer os corredores dos mesmos.
Caio Mario Britto A
militância petista está atenta. E a impressão que nos passam os
"lordes" do governo é que não temos o direito à notícia porque não
saberíamos o que fazer com ela, ou que faríamos alguma "asneira" se a
tivéssemos em nosso poder. Como você, Eduardo, estou torcendo para o
governo Temer dar certo para que venhamos a ter a sombra desse
bolivarianismo medíocre expurgada de nossas vidas pela luz da nossa
constituição . Mas nem temos notícias, matérias para nos alimentarmos,
nem militância. Sei que o governo Temer está recente no poder; que ainda
é cedo para cobrarmos alguma coisa; sei que o estrago foi grande.
Assino em baixo de tudo o que você disse. Mas, como jornalista que sou,
busco a fonte de mais informações. Sinto que estamos alijados das
informações, tolhidos de alguma forma. Que temos acesso somente àquelas
que eles permitem que acessemos. E, quero crer que, se contrataram um
diplomata para servir de voz ao governo, temos o direito de ouvi-lo, e
não somente de usufruirmos de seu silêncio "tronal".
Eduardo Penteado Lunardelli Caro Caio Mario Britto,
entendo que como jornalista pense assim, e compreendo sua angústia. Mas
entendo também as dificuldades que o recém empossado Temer esta tendo
em controlar as "asneiras" que seus ministros e porta vozes cometem
diariamente. Como bom observador que é tem acompanhado as ditas e contra
ditas que o seu governo cometeu. Ainda hoje, só para ficar num único
exemplo, o Ministro da Justiça antes de responder aos jornalistas alguma
coisa sobre a prisão de seguranças no Congresso, foi pedir permissão ao
Temer para falar sobre o assunto. Imagine você ter que governar com
Ministros desse calibre. Ou com a falta de calibre dos seus Ministros.
Não é fácil governar um país do tamanho do Brasil, sem o apoio de um
verdadeiro partido político, em situação de normalidade política,
econômica e social. Não é o caso do nosso pobre Brasil. Estamos carentes
de reformas profundas no sistema previdenciário, político, e fiscal.
Tenho na verdade pena de quem esta no poder, tentando juntar os cacos
que sobraram do país. Vamos ser mais condescendentes com o Temer e seu
frágil governo. Forte abraço.
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Eduardo Penteado Lunardelli Claudino Nobrega, o caso Americano é similar ao que acontece no resto do mundo. Há falta de líderes, e a qualidade moral e cultural dos homens dispostos a fazer política caiu muito em qualidade. O caso brasileiro é ainda um pouco mais grave. Tem todos os componentes expostos acima e mais um sistema político partidário caótico. Só uma profunda reforma, com mudanças substanciais, partidos com programas, ideologicamente bem definidos, em número reduzido, talvez não mais do que meia dúzia, só composto por políticos ficha limpa, sem foro privilegiado, não sendo possível troca de partidos, sem a possibilidade de reeleição para cargos executivos, com mandatos de cinco anos, e no máximo três legislaturas para os vereadores, deputados e senadores. voto distrital, limite para gastos em campanha, e proibição de doação empresarial. Com regras bem definidas, com salários não superiores a de um professor universitário, aparecerão jovens como os atuais promotores públicos que se interessarão por política. Até lá, eles, se dedicarão em colocar na cadeia os políticos atuais.
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Claudino Nobrega Sim, é uma boa fala. Vc apresenta soluções plausiveis. Hj em dia vejo muuita critica e poucas sugestões de bom senso.
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Eduardo Penteado Lunardelli Claudino Nobrega, o caso Americano é similar ao que acontece no resto do mundo. Há falta de líderes, e a qualidade moral e cultural dos homens dispostos a fazer política caiu muito em qualidade. O caso brasileiro é ainda um pouco mais grave. Tem todos os componentes expostos acima e mais um sistema político partidário caótico. Só uma profunda reforma, com mudanças substanciais, partidos com programas, ideologicamente bem definidos, em número reduzido, talvez não mais do que meia dúzia, só composto por políticos ficha limpa, sem foro privilegiado, não sendo possível troca de partidos, sem a possibilidade de reeleição para cargos executivos, com mandatos de cinco anos, e no máximo três legislaturas para os vereadores, deputados e senadores. voto distrital, limite para gastos em campanha, e proibição de doação empresarial. Com regras bem definidas, com salários não superiores a de um professor universitário, aparecerão jovens como os atuais promotores públicos que se interessarão por política. Até lá, eles, se dedicarão em colocar na cadeia os políticos atuais.
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Claudino Nobrega Sim, é uma boa fala. Vc apresenta soluções plausiveis. Hj em dia vejo muuita critica e poucas sugestões de bom senso.
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21.10.16
Nair de Teffe
A primeira mulher caricaturista foi Nair de Teffe, primeira dama brasileira, e que assinava como caricaturista RIAN (Nair ao contrário). Quem me apresentou a personagem foi o José Luiz Fernandes. Quem fotografoi parte importante de sua obra foi o Rômulo Fialdini. Rian morreu em 10 de junho de 1981. Entre suas caricaturas famosas estão Rui Barbosa, JK, Fidel e políticos do seu tempo.
Crônica diária
Duas dicas
Hoje vou dar duas receitas, uma de molho
"Al pesto" e outra contra câimbra noturna. A do molho, diferente da
original italiana com alho, pinoli e manjericão, a minha tem rúcula, nozes e
gorgonzola. O molho deve ser feito sem leva-lo ao fogo, podendo ser guardado em
geladeira e usado para massas, como pizza, macarrão etc. É uma delícia. A outra
dica foi do professor de educação física da academia onde três vezes por semana
me exercito. Perguntei se conhecia alguma coisa boa para evitar câimbra
noturna. A primeira coisa que falou foi na banana. É sabido o alto teor de
potássio contido nessa fruta. Mas é como a vitamina C da acerola, e dos
cítricos. Seria necessário ingerir uma tonelada deles para começar a fazer
efeito. Vendo que a banana não me satisfez, foi até sua mesa onde procurou por
quatro elásticos, desses que são vendidos em papelaria, e me recomendou usar um
par em cada tornozelo, à noite. Se desse resultado, informa-lo. Desde que tenho
usado só tive duas leves ameaças. Ainda não posso afirmar que resolveram as
câimbras noturnas, mas diminuíram muito. Outras três recomendações são: muito
líquido, alongamentos antes de deitar e não prender os lençol sob o colchão no
pé da cama. Aí, com os elásticos, a probabilidade de câimbra é próxima de zero.
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Falaram do Varal:
"...o Varal de Ideias é uma referência de como um blog deve ser ." Agnnes
(Caminhos e Atalhos, no mundo dos blogs)..."parabéns pelo teu exemplo de como realmente se faz um blog...ou melhor tantos e sempre outstandings...".
(Vi Leardi )

















