6.2.18

Participantes da brincadeira das Três crônicas policiais.




João Menéres deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":

a) Não é referida a hora a que Alice e a filha chegaram ( o que seria fundamental ).
b) Quem amarrou os cães não os receava.
c) Passaram horas suficientes entre a 1ª tentativa de contacto do dono da loja e a hora a que conseguiu
finalmente o contacto com Alice.
d) Esse espaço de tempo era mais que suficiente para Alice tornar ao local onde passava férias.

A 1ª suspeita ( e única ) que o texto nos permite concluir é a Alice.
O artista ouviu o galo cantar mas o dono da loja não ouviu três cães ladrar, sinal que conheciam a mulher com máscara, capuz, capa e luvas.
Tudo me conduz à conclusão que a Alice matou o marido.
Razão : Vingança de abuso sexual dos tempos em que foi modelo dele ou farta de viver em tão isolado lugar.

E pronto, Eduardo, está concluída a minha dedução.
Espero não o ter desiludido...

Postado por João Menéres no blog . em domingo, 4 de fevereiro de 2018 22:45:00 BRST 


João, essa é uma das muitas possibilidades, mas há outras. Veja o que escreveu a nossa velha amiga dos blogs Fátima Dargam:

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 Fatima Dargam Eduardo, desde o tempo dos blogs que eu gosto muito dessas suas "brincadeiras".
Acabei de ler as 3 crônicas seguidas.
Minha interpretação é de que o artista tramou tudo com a pessoa que supostamente o raptou. Ele estava cansado da vida que levava com sua mulher que nunca deu o menor valor ao seu trabalho, e que também não o amava. Ficou com pena de desaparecer somente por conta de abandonar sua filha. Mas quanto a isso ele e sua amante, que no dia do rapto o surpreendeu - quase matando-o de susto - vindo com aquele disfarce, já haviam planejado no futuro estabelecer contato com ela quando ela então o entendesse melhor. Partiram juntos para a Europa. Todos os dias ainda lembram do que deixaram para trás, mas o descobrimento da vida nova juntos num continente onde se respira arte em cada esquina os motiva a seguir o plano de encontrar a felicidade longe do passado e de todos. Ou quase todos. O único com quem eles ainda se comunicam é com o amigo dono do bar, que desde o início sempre os apoiou para a realização do plano. A vida segue...


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Alvaro Abreu por e-mail

Como tudo pode ser em um conto, acompanharei parcialmente as observações do João sobre os seus escritos sobre a mulher de unhas vermelhas, embora não se tenha dito no começo que os pés ( ou era um só, mesmo?) delas eram bonitos.
O que Alice teria feito com o resto da roupa do marido? Ela, tinhosa, escolheu umas poucas peças expressivas apenas para queimar simbolicamente na churrasqueira?
Que fim teriam levado os tais cachorros?
Aguardemos, pois.

Grande abraço.
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3 comentários:

João Menéres disse...

A FÁTIMA DARGAM é INTELIGENTE !
A versão dela convence-me, na verdade.

João Menéres disse...

Agora, aguardamos o resultado da "investigação" do Eduardo...

Eduardo P.L. disse...

Quem sou eu, João, parta julgar um caso tão complicado?

AS POSTAGENS ANTERIORES ESTÃO NO ARQUIVO AÍ NO LADINHO >>>>>

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