14.2.17

Crônica diária

"A marcha fúnebre pelos campos de alho"

"O Pai Morto" de Donald Barthelme é um verdadeiro carnaval literário em que vale quase tudo. Fábulas de moral duvidosa, diálogos íntimos improváveis, definições enciclopédicas, reflexões metafísicas, aventuras sexuais, detalhes orgânicos (tamanho da língua) das girafas, e por aí a fora. Tudo dito sem nenhuma ordem com o objetivo de divertir o leitor, contrariando todas as normas e conceitos até então estabelecidos (1975) numa liberdade artística completa. O autor, revelado nos anos 1960 nas páginas da revista The New Yorker, escreveu livros de ensaios, contos e romances. A subversão e irreverência de sua narrativa influenciou inúmeros autores e sua obra é considerada um dos grandes momentos de renovação da literatura do século XX. Logo nas primeiras páginas da leitura de "O Pai Morto" lembrei do estilo do Olivier Perroy e lhe escrevi perguntando se conhecia Barthelme. Até agora não obtive resposta, mas aposto que ele o conhece desde 60.

Um comentário:

João Menéres disse...

Nunca vi nada de Barthelme cá em Portugal.

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