Crônica diária
Crônica doce - A origem do Marzipã
Como os
boêmios de antigamente que escreviam sobre as delícias de um destilado ou de um
bom vinho, eu que bebo mal vou falar de uma das minhas manias. Adoro marzipã.
Minha mãe sabia disso e eu já pai de dois filhos, no aniversário, ganhava dela
uma caixinha com marzipã em formato de frutas. Eram muito doces. Fabricados pela
Kopenhagen. Esta semana minha filha chegou da Europa e de presente trouxe-me
uma caixa de "Marzapán" "obrados en Toledo". Não vou
dizer que todo mundo sabe, porque eu mesmo não sabia, que a indústria do
marzipã esta vinculada à história da cidade de Toledo, na Espanha. O que todo
mundo sabe é que marzipã é feito com amêndoas e açúcar, como seus principais
ingredientes. "Santo Tomé" é o fabricante desde 1856, e vem passando
de pai para filho a arte e fórmula de um dos melhores marzipãs de Toledo.
Segundo eles, completamente artesanais, e com a mesma receita que a comunidade
religiosa conseguiu com a "mágica" de poder conservar por
vários meses um alimento que amainasse a fome que atingia quase toda Península
Ibérica. Após as batalhas contra os árabes levada a efeito por Alfonso
VIII de Castilla, no ano de 1212, em Navas de Toledo. Ele é muito menos doce do
que os que comemos aqui no Brasil. Tem o formato de um pequeno pastel, e um
saber indescritível.
PS- Em
12/06/2016 escrevi sobre Marzipã
(http://cimitan.blogspot.com.br/search?q=marzip%C3%A3
)


Um comentário:
Com doce de ovos misturado fica uma delícia.
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